Isto é que é a minha Aracaju
Um alento
Aos espíritos abrumados
E em desassossego
Pelo açodamento que tomou
Não de assalto
Os tempos modernos
Por isso, cidade minha
O quindim que lhe ofereço
É feito de árvores e flores
Que plantei
De borboletas e passarinhos
Que nutri
Quero adornar seu sucesso
E interpelar a doutrina
Que se põe contrária à ternura
Que cabe no bojo de quem quer crescer
Cresça, Aracaju
Mas não perca o tino e o apuro
Evite as querelas vazias
E mantenha-se ímpar
Alimentando o gênio
E inspirando a boa ventura
É assim que quero vê-la
Muito além...
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