A Rita, Samba do Grande Amor, Homenagem ao Malandro , Feijoada Completa (Chico Buarque) # Sururu na Roda

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Comentário de Zé Via de Regra em 4 junho 2010 às 2:49
Belo sururu e vamos botar água no feijão.
Um oásis, a paz que já não existe. Mas a gente finge que taí.
Valeu, amiga, e grande beijo.
Comentário de Cafu em 4 junho 2010 às 3:03
Zezita não resiste a um belo sururu e ao enrugado de todas as horas. Quaquá.
>:)))
Paz e bem.
Beijos.
Comentário de Zé Via de Regra em 4 junho 2010 às 3:09
O enrugado que dizia: "Não chore ainda não, que eu tenho um violão, e nós vamos cantar...".

O recanto Cafu é feito varanda tranquila, arejada e acolhedora.
A falta que faz uma boa varanda...
Comentário de MariaDirce Cordeiro em 4 junho 2010 às 4:50
felicidade aqui pode passar e ouvri se ela for de samba a de querer ficar
aeeeeee cafuzinhaaaaaaaaaaa
Comentário de Cafu em 4 junho 2010 às 14:48
Zouzou,
O Chico pode até estar enrugado (e isso é demasiado humano e inevitável), mas suas canções e poemas continuam na flor da idade, eternamente belos e plenos de frescor e atualidade.

Dirce,

Olê olê olê olá...enquanto eu puder cantar, enquanto eu puder sorrir, enquanto eu puder cantar, alguém vai ter que me ouvir...
Encanto!
:))))

Beijos.
Comentário de Cafu em 4 junho 2010 às 15:07
...e o Sururu na Roda é bom demais! Levanta até defunto. Impossível ouvir sentado. Na Lapa, onde eles tocam aos sábados, são ouvidos por gente de todas as idades (claro que as crianças ficaram em casa dormindo, mas as velhinhas caíram no samba até as três da matina).
A alma carioca em seu esplendor.
:)

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