A ética da inclusão social necessita de um PT mais ideológico e menos pragmático.

Conservadorismo do PMDB impede avanços na Democracia, reclamados nas manifestações de rua.
PT precisa enfrentar aliados conservadores, mesmo que isto represente um elevado custo eleitoral.
A ética da inclusão social necessita de um PT mais ideológico e menos pragmático.

O portal Brasil 247 publicou hoje  declarações do govenador Tarso Genro em que mostra este posicionamento:

"Apesar de retirar da análise de conjuntura do partido trechos de crítica ao comportamento de parceiros da base aliada, a ala mais esquerdista do PT já se manifestou, em termos duros, a favor do rompimento do partido com o PMDB.

Ontem, o governador do Rio Grande do Sul, Tarso Genro, voltou a defender um comportamento “mais coerente e menos pragmático” em 2014 para enfrentar as exigências de um eventual segundo mandato da presidente Dilma Rousseff. “Se a bancada do PMDB continuar sujeita a interesses meramente fracionários e regionais, que estão travando projetos como os que mencionei, acho que o PMDB se torna mais um problema do que uma solução”, disse Tarso.

Segundo o governador, o boicote à proposta de revigorar financeiramente os estados e reestruturar a federação é um “exemplo típico” de uma aliança que está vencida.

O ala do governador e do ministro da Justiça, José Eduardo Cardozo, defende que o PT faça alianças para a eleição de 2014 mirando partidos de esquerda e centro-esquerda.

A sugestão consta no documento intitulado "Para o PT liderar um novo ciclo da revolução democrática", elaborado pela corrente Mensagem ao Partido, a mesma em 2005 propôs a "refundação" da legenda.

O texto, redigido pela chapa que apoia a candidatura do deputado Paulo Teixeira (SP) à presidência do PT, afirma que as parcerias com "setores conservadores" são um "empecilho" para mudanças, como a instituição do imposto sobre grandes fortunas.

"O novo quadro anuncia, neste momento, uma disputa mais complexa do que a anteriormente esperada para as eleições de 2014. Não parece mais bastar a divulgação dos enormes avanços dos dez anos do governo Lula e Dilma e a comparação com o período anterior", diz o texto, numa referência ao governo do tucano Fernando Henrique Cardoso." (Fonte: Brasil 247)

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Comentário de Eliel Miranda Tavares em 31 julho 2013 às 20:33

Concordo plenamente que este debate tem que ser feito urgentemente, o PMDB já mostrou a que veio, entra nas coligações, moe e morde por dentro até destruir a coligação, diante a voracidade de alguns de sempre, mandantes do núcleo duro do partido, que mordem com a mão de gato, basta ver a posição do vice, que fala pra fora uma coisa e articula com as forças mais atrasadas do PMDB e assim se impõe como hegemonia do partido a um custo que eles mesmos nunca e não querem calcular.

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