Airto Moreira, Laurindo Almeida e Waltel Branco

 

 

Os músicos/compositores acima engrossam o time de artistas que abriram as portas do mercado americano para os brasileiros.

 

 

 

 

 

Airto Moreira


* 5/8/1941 - Itaiópolis (SC)

 

 

Instrumentista (baterista/percussionista) e compositor foi criado em Curitiba. Aprendeu canto, piano, violino, bandolim e teoria musical, como bolsista da Academia de Música de Ponta Grossa (PR). No fim da década de 60, mudou-se para os Estados Unidos.

 

 

 

 

 

 

 

Entre 1970 e 1972, fez parte do conjunto de Miles Davis, ao lado de Chick Corea, Wayne Shorter e outros. Gravou, com o grupo, o LP "Miles Davis at Fillmore".

 

 

 

 

 

Em 2002, esteve no Brasil para ministrar uma série de workshops com oficinas de percussão e shows em São Paulo, Rio de Janeiro, Londrina e Recife.

 

 

 

Foi eleito por quarto anos consecutivos o Melhor Percussionista do Ano pela "Drum Magazine" e recebeu o primeiro lugar como Melhor Percussionista do Ano pela "Downbeat Magazine", que o premia desde os anos 1980.

 

 

 

 

 

Tributo para Miles Davis # Airto Moreira

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Misturada” (Airto Moreira/Geraldo Vandré) # Quarteto Novo, 1967.

 

 

 

 

 

 

Quarteto Novo foi uma banda instrumental formada em 1966 para acompanhar Geraldo Vandré. Originalmente chamado de Trio Novo, era composto por Theo de Barros (baixo/violão), Heraldo do Monte (viola/guitarra) e Airto Moreira (bateria/ percussão). Com a entrada de Hermeto Pascoal, o trio passou a se chamar Quarteto Novo.

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Laurindo Almeida


* 2/9/1917 - Miracatu (SP)
+ 26/7/1995 - Los Angeles (E.U.A)

 

 

Laurindo Almeida teve uma enorme importância ao introduzir o violão brasileiro no mundo do jazz norte-americano, tornando-se um dos violonistas brasileiros mais conhecidos (sem o "de", como era chamado no Brasil) e apreciado nos Estados Unidos, aonde chegou, em 1947, com trinta anos de idade e por lá viveu por 48 anos até sua morte, ocorrida em 26 de julho de 1995.

 

 

O fechamento dos cassinos, no país, em 1946, forçou Laurindo Almeida a procurar trabalho fora do país. Desembarcou em Los Angeles e instalou-se em Hollywood. Ao contrário do ocorrido quando aportou no Rio de Janeiro, onde passou semanas a "pão e água", chegando a dormir em banco de praça, a sorte não demora a tocar sua porta com o convite do pianista Stan Kenton para integrar sua orquestra.

 

 

 

 

 

 

 

Manhã de Carnaval” (Luiz Bonfá) / "A Felicidade” (Tom Jobim/Vinícius de Moraes)

 

 

 

 

 

 

 

Concerto de Aranjuez” (Joaquim Rodrigo) # Laurindo Almeida e Modern Jazz Quartet, 1964.

 

 

 

 

 

O Modern Jazz Quartet era formado por John Lewis (piano), Milt Jackson (vibrafone), Percy Heath (baixo) e Connie Kay (bateria). Neste disco eles contam com a participação mais do que especial de Laurindo Almeida, o grande violonista brasileiro. A química entre esses músicos é fruto de uma experiência prévia de quase seis meses tocando juntos. Laurindo havia sido convidado por Lewis, com quem já havia tocado, para se juntar ao grupo numa turnê europeia em 1963.

 

 

 

 

Nocturno” (Laurindo Almeida) # Laurindo Almeida e Bud Shank. Álbum “Brazilliance - Vol. 2” (1958).

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Waltel Branco


* 22/11/1929 - Paranaguá (PR)

 

O violonista, compositor e arranjador Waltel Branco, oriundo de família musical, iniciou sua formação musical em Curitiba, aos 12 anos estudando violão com o maestro Bento Mussurunga. Alguns anos mais tarde estudou canto gregoriano no Seminário dos Beneditinos, no Paraná.

 

 

 

 

 

 

Na década de 1950, mudou-se para os Estados Unidos, apresentando-se com grandes nomes do jazz. Chegou a tocar em um trio com Nat King Cole, além de ter produzido o disco de seu irmão Fred Cole e, mais tarde, o de Natalie Cole, filha de Nat.

 

 

 

 

 

Em 1963, nos EUA, conheceu o jornalista Roberto Marinho, que o convidou a ser crítico musical do jornal “O Globo”. Quando foi constituída a TV Globo, Waltel foi contratado, indo compor um time de primeiríssima, com Radamés Gnattali, Guerra Peixe e Guio de Moraes. Compôs e dirigiu as trilhas sonoras, entre outras, de “O Bem Amado”, “Roque Santeiro” e “Morte e Vida Severina”.

 

 

 

 

 

Samba no Drink” (Djalma Ferreira) # Waltel Branco. Álbum ‘Guitarra Bossa Nova – Waltel Branco’ (1963).

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Ponteio” (Waltel Branco) # Waltel Branco, 1980.

 

 

 

 

 

 

 

 

Bachiana Nº 5” (Villa-Lobos) # Waltel Branco, 1980.

 

 

 

 

 

 

 

 

 

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Fonte:

- Dicionário Cravo Albin da MPB.

- Sites # Radinha e YouTube.

 

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Exibições: 325

Comentário de Luis Nassif em 6 fevereiro 2014 às 14:48

Que maravilha, Laura!

Comentário de Laura Macedo em 6 fevereiro 2014 às 20:07

Grande amigo Nassif, fico feliz por você ter gostado :-)

 

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