Miguel A.E. Corgosinho disse: 4/12/2009 às 12:21 Desde o momento que se instituiu os dados da experiência, atrás da aparência das coisas de cada dia no mercado financeiro, os enigmas teóricos do porte da critica Marxista se tornaram apenas paralelos intelectuais da especulação, nos quais os livros anunciam qualquer coisa sem representar qualquer realidade da própria miséria prática.

Os autores que se colocam dentro do sistema capitalista partilham a ilusão cativa da alienação dos economistas que pairam os fenômenos acima da força suprema e ordenadora do mundo.

Seus metodos (dos quais se recusam subir, em termos de condições sociais), podem muito bem não ser para o papel alienado.

Engels estabelecia que todas as categorias da economia política não são senão aspectos diferentes da propriedade privada cujas contradições engendram necessariamente crises e a revolução social” Karl Marx – pág. 52.

O dinheiro americano continua se impondo, idealmente, como o motor genérico do universo, subvertendo o valor que se concebe da idéia do mundo, ao se situar na representação do regime global, para engendrar a produção da propriedade privada, mas pela espoliação abstrata a partir dele: investimento externo.

Em virtude dessa alienação, tal como em Feuerback no plano religioso, tudo que é dado a Deus é retirado ao homem, do mesmo modo é esse plano econômico e social.
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Miguel A.E.Corgosinho disse: 3/12/2009 às 17:03 A astúcia dos Estados Unidos é se caracterizar como aquele estado que serve de apoio ao conjunto de modos de manifestação dos outros países, como sendo um bem próprio dele, mas sem possuir força e nem necessidade de afirmar como que é.

Para não subordinar-se a forma de um mundo acabado, desempenha funções de mediação e divisão acidental.

Como um sujeito incidindo sobre a liberdade que lhe fornece o terreno geral, separa os movimentos das atividades e as realizações. Portanto, a essencialidade em relação a ele tem a forma imediata da hegemonia.

Para fazermos parte de um Estado constituido, devemos, pois, aderir a organização do câmbio, assumindo o mundo ambiente das ações propriamente ditas que resultam no livre acordo de unidade das finanças – em que se forma e representa a expressão de um livre assentimento da economia – a mover-se e a mostrar o meio exterior que leva em si a própria causa que possui a suficiência da equidade em si e entre todas as nações.

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Miguel A.E.Corgosinho disse: 3/12/2009 às 22:08 Desenvolvi a organização da sociedade para o mundo real, o qual declara o valor de unidade exterior e suprime o ônus do câmbio sobre a grandeza da produção – imposta constantemente pela negatividade do investimento externo.

Segundo hegel, pag. 115, existimos como elementos subjetivos inúteis: “A regularidade e a simetria existem, segundo o próprio conceito da coisa, onde objetivo, em conformidade com a sua determinação, é exterior a si mesmo e não tem qualquer elemento subjetivo a animá-lo. A realidade que não vai além de tal externalidade é anulada por esta unidade exterior abstrata.”
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Miguel A.E. Corgosinho disse: 2/12/2009 às 11:12 Sem se sair das condições próprias do imperialísmo, no interor do qual existe o capitalismo colocado em seu ponto de vista, o mercado financeiro é a fonte transitória de transmissão do regime hegemônico da propriedade privada.

No sentido do direito natural do Estado, um outro regime existirá no qual o trabalho terá a significação que se passa no dominio da consciência das atividades da produação e não na supressão economica da vida real.

Assim, o problema da vida real se arrasta nas instituições que o imperialismo criou como representaçao econômica: Bolsa de valores, sistema financeiro e Bancos Centrais como forma corrente de alienação entre a atividade humana e os objetos de atividades da sociedade (trabalho, produção), designando a perda corrente da liberdade originária pela moeda externa.

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Miguel A.E.Corgosinho disse: 1/12/2009 às 17:30 Enquanto comparam Delfim com vinho, a economia que pode ser dita externa está previsionada no endividamento do estado. Muito além dos elogios a um prático da experiência, a trajetória geral de um estudo científico, no entanto, requer a tese prévia do conceito supremo, pois os conceitos inferiores não podem determinar nada fora dele.

Há que perguntar aos economistas porque admitem um pressuposto tão perverso sem um fundamento superior que lhe valha uma medida de legitimação profissional.

A economia precisa de um Delfim, por exemplo, do sujeito lógico que contém a “razão de referência” de todos os países. A partir de cada volta dada por ela a sua previsão se tornará ciência consequente do novo, na expansão (constante) do Todo.

Alias, num sistema natural a medida que procede de fundamentos, que exprimem as suas distinções, os próprios principios projetam os fins.

Disso se conclui que enquanto essa ciência pessoal não preencher o espaço, de compreender o que existe, contadiz a si mesma.
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Miguel A.E. Corgosinho disse: 30/11/2009 às 13:07 VEJA O QUE A CIÊNCIA ECONÔMICA FAZ COM A TESE DO VALOR: NA SEARA JURIDICA DO DIREITO, O SUJEITO PASSIVO É O TITULAR DA FORMAÇÃO DO BEM (O ESTADO). NA ECONOMIA, O INGRESSO FISCAL (DÓLAR) = PERDA DO BEM.

NA CIÊNCIA ECONÔMICA SUJEITO PASSIVO É DEVEDOR E O VALOR UM ATIVO DE DOMINIO EXTERNO..

“Mexico dejó de producir 215 mil barriles de petróleo al día, al año perdimos como unos 5.300 millones de dólares en ingresos fiscales”

JURIDICAMENTE, COMO REGRA E NÃO COMO EXCESSÃO, O VALOR DEVE SER UMA CONCEPÇÃO DAS RELAÇÕES FUNDAMENTAIS DO PRINCIIPIO DA MOEDA, PARA PROTEÇÃO DAS VARIAS ETAPAS DO DESENVOLVIMENTO INTERNO – SUBMETENDO A PRODUÇÃO AOS MEMBROS DO ESTADO, E NÃO UMA DEPENDENCIA SOB A GARANTIA FISCAL DOS EUA.

SIRVAMO NOS DA PROJEÇÃO DE QUE A PASSAGEM DO VALOR, PARA REALIZAR O INTERESSE SOCIAL, É COMO UM REGRESSO DO MUNDO REAL.

SERÁ QUE O NOSSO PETROLEO NÃO VAI TER LEI PRA ISSO?
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Miguel A.E.Corgosinho disse: 27/11/2009 às 0:14 André disse acertadamente: “fazem questão de viver em um mundinho pequeno, tem uma cultura de porta de padaria, não estão nem ai com o futuro das cidades ou com os rumos do planeta.”

Eu posso proclamar essa tese do mundinho pequeno com maior nitidez ainda, pela falta de repercussão de uma questão planetária:

Depois de ter proposto um mundo real e os métodos para dominar a economia, tendendo a instaurar o valor de trocas como valor de autonomia de uma moeda científica (ambição de Keynes, e tantos outros, no seio da própria teoria geral dos fenômenos econômicos), constato que a imaturidade dos brasileiros demonstra que o subdesenvolvimento tem apenas imitado a expressão mais sistemática dos nossos neurônios sociais; e vejo que as duras lutas de combate à especulação – que se tornariam referência do saber de como originar-se em relação ao eixo de denominação do poder (político) – ficaram visivelmente inferiores a publicação dos níveis mais significativos das “garagens verticais”

A proposta que me refiro foi feita no post “os computadores baseados em neurônios”.

Separemos uns dos outros aqui mesmo, em paz.
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Miguel A.E. Corgosinho disse: 26/11/2009 às 14:49 Meu esquema de computador concorre na categoria de ações, sobre o patamar dos conceitos fundamentais da consciência de tempo “espacial”, num cenário de intensificação dos obstáculos a serem enfrentados pelos países, nas condicionantes ao crescimneto econômico – a forma da consciência externa do espirito do mundo.

Os avanços consolidam a cognição de produzir o sistema de movimentos opostos, em funções da economia (3).

A idéia básica que chamo de estrutura do “Mundo Real” poderia ter lugar consistente para examinar o ponto de “razão de referência”, da ciência econométrica, nas relações entre a sociedade industrial e aplicação de moeda comum.
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Miguel A.E. Corgosinho disse: 25/11/2009 às 11:57 Chamar de política monetária a ação de calibragem da taxa de juros, a qual onera a produção, espanta de imediato qualquer intelectual. Como é possível que tenham tantos homens no BACEN – trabalhando na origem dos principais elementos da representação que poderiam assegurar-lhes a fama de suprimir a negação da nossa base monetária – não tenham absolutamente nenhuma ligação com o pré requisito necessário com o atributo fundamental que é saber se o tempo mensurável da economia, sob o mesmo termo conhecido sobre a união de diferenças feitas, adaptadas a concepção de espaço físico da soberania.

Chamo de negação da negação o princípio monetário que daria origem a condição apriorística da produção e pode tornar-se cognição de nosso processo de verdade, por meio de engenho matemático, independente do custo imperialista de transformaçao do dinheiro (títulos públicos e reservas internacionais) para o estabelecimento do Estado Nacional.
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Miguel A.E.Corgosinho disse: 24/11/2009 às 22:54 Eu proponho a redução do espaço de raciocínio desses caras na mídia.

Vamos dar o tempo de mais 300 milhões de anos para os economistas deixarem de se preocupar com os resultados da poupança, vinculada aos banqueiros, e fundamentem a natureza da moeda pela redução minima dos fatores de produção.

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Miguel A.E. Corgosinho disse: 23/11/2009 às 10:45 Lula está certíssimo.

A única receita para este país colonizado se tornar um player internacional é usar, em grande escala, a receita da China: conquistar potencialmente, com produtos, os dólares que o império do norte investe nos países submissos, através do câmbio.

O Lula deve ter aprendido com a crise que equilíbrio de forças na balança comercial significa apenas manter a nulidade do poder entre as nações.
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Miguel A.E.Corgosinho disse: 21/11/2009 às 0:32 Ninguém, á partir da Ciência Econômica, pode assegurar uma contrapartida relativa ao país em grau de rigor absoluto sobre uma moeda que não pode ser “para si”.

Algo relativo o é em referência a um todo absoluto do mesmo conjunto.

O cãmbio americano (MATRIZ A CUSTO ZERO) e existência segmentada, no mercado de capitais, à preço de ônus estrutural (1+1,70) são relações desconexas.

Logo, o problema do câmbio depende do ponto de vista de quem paga e de quem recebe a conta.

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Miguel A.E.Corgosinho disse: 19/11/2009 às 15:14 A falta de possibilidade crítica dos economistas se deve aos fenômenos do seu ponto de vista, dos quais a maior objeção é ser contra o conceito de conhecimento próprio, sem a presunção de se estabelecer um princípio básico para usá-lo como razão.

Assim como um fruto contém em si toda estrutura de uma nova arvóre, uma moeda deve ser fruto da reprodução interna de um país.

Pensar a moeda no ponto externo de seus contrários (produção) – na natureza externa – “…exige a existência de outra (natureza) que ela própria não é (é) dos seus frutos…” que seria a Base monetária nacional.

“Toda coisa na natureza como no pensamento exige a existência de outra que ela própria não é (é) de seu contrário, que é seu correlato necessário.” Hegel. Pág. 196

A falta do “princípio básico” que deveria determinar a forma interna da produção é um vazio para a origem da moeda: como gerimos a acumulação industrial? – As nações (sem exterioridade), se repetem nos valores das exportações.

Nosso “não ser” natural vai para a hegemonia de outra nação, e se preenche com títulos públicos de empréstimos – pagos a um X qualquer dos fins – no qual o dólar usurpa o valor reflexivo da produção nacional – e, a isto chamam de câmbio.

A moeda é a relação original que tem a dimensão de conversibilidade do ciclo industrial, segundo o carater do valor que confirma as reservas do próprio “fundo cíclico – em forma do ponto externo (A=A) de Matéria prima, maquinário, trabalho = atividades da passividade da produção, em que teríamos o “câmbio de causa suficiente”) para substituir os títulos públicos como componentes da emissão de moeda.

A Base Monetária dos EUA, que hipoteticamente não existe em lugar nenhum (porque não infere produção), sepulta as nações que dariam origem a moeda.

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Miguel A.E.Corgosinho disse: 10/11/2009 às 17:37 É absolutamente inútil imaginar que uma conduta dos presidentes dos EUA ou da CHINA possa definir todo o sintoma das falhas de exploração do câmbio, que estão incidindo na economia mundial.

A Maria da Conceição precisava saber que o câmbio é um fenômeno universal, de um interesse precioso, que um dia irá dominar a configuração da economia.

Não lhe foi pergutado, porém, se ela sabe o risco que os economistas permitem ao não melhorarem suas referências de controle macroeconômico sem as referências filosóficas e a ajuda de especialistas da informática..

Por outro lado, também, deve existir pessoas absolutamente necessárias, como ela, que participem da criação do calendário do sistema, relativo à sequencia, a qual será dada a repetição periódica do programa cambial.

A sequencia é uma descrição do conhecimento penetrante dos fins a serem atingidos em um orgão de verificação de estados – de um duplo controle interno e de totalização de moeda – sujeito a materialização de todos os países no centro do poder eletrônico.

Com efeito, esse orgão em rede visa dar a direção a uma apreciação sobre o valor das vigilâncias postas na produção, visando assegurar a eficácia da estrutura econômica.

Pois a moeda, de uma forma geral, pode ser de grande utilidade, mas um sistema cambial não pode ser nunca o preço de custo do tratamento da informação econômica (investimento); e sim a maneira em que se reparte nas diferentes categorias num meio (simbólico da moeda) que se dispõe para enumeração monetária.

Uma vez adquirida essa iniciação, o acesso ao sistema informacional de base monetária, significa as verificações funcionais que convém se transformar em câmbio intermediário, as transferências das mudanças de produção para a moeda.

O ponto importante é que o câmbio precisa cumprir a sua própria finalidade de mudar as substancias externas diante da observação do controle interno – a cada função de procedimentos e decisões simultaneas – nas maquinas que dispõem de dispositivos responsaveis pela medida real de documentos-origem de valor (de moeda) por programa cambial, realmente efetuado.

O projeto total de ocupação da sequência do câmbio é mais dificil ser explicado aqui.

miguelcorgosinho@hotmail.com
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