Miguel A.E.Corgosinho disse: 9/11/2009 às 16:19 Câmbio, antes de mais nada, é o preço que pagamos para a nossa produção virar dinheiro novo, sob a presunção de que os fundamentos da produção (divisão de fatores internos A =A) são princípios de câmbio externo.

Porquê não a conversão somatória dos fatores da produção nacional (PIB) com a adição equitativa de moeda nacional?

Portanto, enquanto o câmbio for considerado um investimento externo e não um pressuposto consciente da cadeia produtiva, o seu valor será justamente algum rompimento dos fatores internos.

Eu sei valorizar os fatores de produção (entre eles a moeda) em um meio externo de custo zero. Por isso, quero desafiar os economistas a fazer o câmbio deles virar feijão, arroz, carne etc
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Miguel A.E.Corgosinho disse: 6/11/2009 às 15:21 Estamos nos matando com as armas do inimigo.

Até pouco tempo atrás, para reformar uma estrada (que se faz com tudo nacionail) o Brasil buscava financiamento externo.

Alguém sabe como o investimento externo financia as obras se o dinheiro estrangeiro não circula no país?

Confesso que não entendo mesmo a razão desse tipo de indexação cambial x ações. Afinal quando ocorre a necessidade real do dólar movimentar a cadeia produtiva, antes dele ir ficar parado nas reservas internacionais?

Será que o crescimento interno do país não passa de imaginário…, mito para os lucros de investidores e agentes da especulação – quando na verdade o que existe é a substituição de dólar x real – para alienar o país às reservas parasitárias?

Se não houvesse o custo do carregamento das reservas artificiais, via ações, não basta o superávit das exportações para aumentar as reservas reais?

A literatura diz que as empresas precisam de dólar para importar matérias primas e podutos para o consumo interno. Ora, o Brasil tem três vêzes mais reservas que os maiores países da Europa. Para a segurança do que, senão das aplicações dos especuladores?

O BC precisa guerrear com o câmbio do real, como matriz do Brasil. Veja o exemplo da China: moeda forte é dinheiro feito diretamente para o próprio desenvolvimento.
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Miguel A.E.Corgosinho disse: 7/11/2009 às 3:29 Nossa nação vai continuar como se fosse submissa a essa história primitiva da economia?

Era uma vez um grupo de famílias muito trabalhadoras que conseguiu reunir todos os tipos de materiais da natureza para o desenvolvimento de sua comunidade. Viviam tranquilos e planejavam trocas, as quais correspondiam a todas as necessidades de se construir uma sociedade.

Certo dia chegou naquele exemplo de território um bando de pessoas de fora. Se dizendo economistas, eles exigiam que cada objeto, antes posuído por trocas, teria que ser conseguido com dividas, para se confiar nos outros com o dinheiro.

De um dia para o outro, o objeto que era valor em si do sujeito, passou a ser um valor externo do dinheiro.

Como nunca explicaram nada, os tais economistas corriam contra o tempo. Porém, se a demanda das trocas aumentasse em grande escala não teriam como medir, entre eles mesmos, a banca das riquezas que migravam dos pobres trabalhadores para o dinheiro (dos chamados banqueiros).

Já, então, nessa época começou as desavenças e os banqueiros criaram a ciência da economia, tentando reinvestir a sua parte da alienação em outras comunidades.

Foi daí que alguns dissidentes (chamados de políticos) procuravam organizar o Estado.

Ocorre-me destacar que o Estado, ideologicamente pobre, não dominava as fases das trocas, para formar a medida de equilibrio do câmbio (valor) – o qual se descolaria do objeto, em geral, para criar a sua própria moeda; ao invés do dinheiro dos banqueiros endividar o Estado.

Nascia, dessa minha imaginação do câmbio, a jogada dos “títulos públicos” do governo do Estado para captar o dinheirinho fácil dos banqueiros e repassar o custo para a comunidade.

Alguém quer terminar essa histórinha de ficção, ou contar outra versão? falta a entrada do imperialismo.

A hora está avançada, amanhã eu volto para retratar esse devaneio na realidade.
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Miguel A.E.Corgosinho disse: 5/11/2009 às 15:39O câmbio é uma gênese de poder, com o príncípio dos dias para os fins da existência de uma sociedade. Mas sem a gênese em si, um país fora de qualquer dúvida, é inferior aquele país que serve de garantia para testificar a verdade e ser para todos os outros, como uma taxa de ônus externa, até o ponto de dividir o sujeito do seu objeto.

Ora, visto que a moeda externa (dólar) nos trás o sacrificio dos bens vindouros, não a imagem real das coisas, jamais ela pode ser a taxa de equilibrio de investimentos que aniquilam o valor em si de um segundo bem; nem ser semelhante a gênese real; a qual se entra na remissão do tempo do mundo, como um corpo produtivo que, dia após dia, se formaria pela primeira vez.

Porque é impossível que se purifique as coisas que se oferecem em sacrifício pelo câmbio ficticio, em vista das que se estabelecem livres segundo a medida da natureza real.

O que estamos assistindo dentre os homens, depois de dizer como acima, é uma expiação do PIB feita por causa da fraqueza e inutilidade da ciência econômica, a qual remove o primeiro bem para estabelecer o segundo. Aguardando, dai em diante, até que o mercado financeiro sancione o juízo de valor da moeda nacional, a qual se oferece aos bens como passivo do Estado apenas por não reconhecer o momento – objeto de atividades baseadas na origem temporal – da propriedade privada.

Precisamos entender a ciência econômica como um espaço superior do qual o tempo é o mediador da competição imutavel do câmbio, segundo a gênese da sociedade, em um novo representante planetário da realidade, refletindo as leis exteriores do universo e o efeito nos dias, mais do que o alto dos céus.

Não quero me glorificar por isso, pelo contrário, todas as coisas são descobertas para aquele a quem temos que prestas contas.

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Miguel A.E.Corgosinho disse: 5/11/2009 às 21:04 Elwood, procure se inteirar de avaliações reflexivas do PIB, pelo valor de um novo mundo (real), que estaria um pouco mais adiante no universo, com o espaço do nosso câmbio.

A ele é possivel internar um engendramento simétrico externo (1=1) da propriedade privada, pois não usa artificialmente o Estado como refém.
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Miguel A.E.Corgosinho disse: 5/11/2009 às 19:33 Criei o modelo de câmbio da sociedade industrial, cujo juízo universal determina a adição (investimento) de valores reais, ao invés de oferecer a produção como banquete às bolsas (de falsos valores).

Através desse sistema planetário, como uma base exterior da natureza, o câmbio se torna a grandeza econômica das mudanças de cada país, pois o valor do câmbio nada mais é do que um software desenvolvendo o lugar (A) em rede mundial, que se inclina para a estrutura espacial, em geral (= X); colocando em correlação um meio temporal para a produção de bens sobre a criação natural das moedas e não o contrário.

A finalidade principal deste câmbio é não ficar com o objeto, pela emissão concedida de moedas cientificas.

Muitos países que possuem grandes riquezas naturais e não têm dinheiro sairão da pobreza, pois não se individarão pela própria riqueza – que fundamenta a correlação de moedas precedentes – de criar em si o fundamento do mercado interno.

Falta me apoio político porque estaria contrariando muitos interesses econômicos. O Brasil, por exemplo, deixaria de pagar U$ 500 milhões ao dia ao mercado financeiro).

O comércio exterior seria amplamente aquecido, porquanto a propriedade privada receberá os recursos pelo engendramento da produção, Nisso, o que importa é o país mais necessitado e aquele país que deseja para quem quer exportar seu excedente.

Caso uma universidade ou empresa de software se interesse pela tecnologia digital da moeda estrutural, entre em contato pelo endereço abaixo.

miguelcorgosinho@hotmail.com
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Miguel A.E.Corgosinho disse: 3/11/2009 às 13:00 Não vejo coerência com o que o Bresser disse, se referindo ao Brasil, e o que disseram aqueles que tentam refutar suas declarações, através de pontos de vistas contra ou a favor de Keynes, sobre uma literatura que só se presta a economia dos EUA.

Ora, o que dizer de comentários improcedentes que alguém diz que “o homem pode dominar a teoria econômica” e o outro diz que que o câmbio é imperfeito (trocas) e; portanto, se contradiz a existência de principios básicos para obtermos as finalidades da economia.

Assim, a economia, política e futebol ainda são coisas sem a lógica da realidade, na cabeça dos seus aficcionados.

Agora, se querem globallzar as coisas, vamos avançar no debate para os fatores de poder do câmbio (troca), como uma dadiva objetiva das mudanças de produção – mediante a construção mental de um governo mundial para processo de correlação reflexiva da moeda (sem o ônus do investimento privado), tendo em vista o pressuposto de uma teoria do estado no sentido de medir e, ao mesmo tempo, legitimar a propriedade privada.

Precisamos evoluir a economia para ela ocupar algum espaço…
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Miguel A.E. Corgosinho disse: 31/10/2009 às 13:45 Teste para os sabichões do blog:

Segundo o ex-ministro Mailson da Nobrega, na comissão do senado, o petróleo não tem nenhum valor debaixo do pré-sal. Só o dinheiro externo tem o valor que pode retirá-lo de lá.

Ora, onde se forma o valor do dinheiro vinculado a origem da riqueza?

- No dinheiro
- em um país
- num lugar de controle externo
- em todos acima, menos na ciência

Então, qual o valor teria o dinheiro das reservas (dólar), porquanto fica fechado em cofres, e não podemos retirá-lo para participar do movimento interno da economia?

Já sei: achamos interessante sustentar o imperialismo e seus agentes no mercado financeiro???!!!

Senão por que os nossos economistas insistem em se profissionalizar para endividar o país com titulos públicos ao invés de vincular o valor ao conjunto natural de condições internas da própria riqueza?

Porquanto os problemas da matemática podem, gratuitamente, legitimar as atividades em que o dinheiro seja adicionado pelos números das fases de produção, uma “medida do valor” da sociedade industrial não custaria nada!!!

Ah, não sabem fazer o valor real sem ajuda externa…; hoje estou com “tempo” para doar as idéias da realidade.

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