Miguel A.E.Corgosinho disse: 17/09/2009 às 18:31 Uma questão se coloca para a transição de país emergente para civilizado: qual é a idéia de valor?

- Um sistema, em si, o qual faz as diferenças qualitativas dirigir o movimento interno do conjunto social.

- Uma moeda de dominação externa da produção, que ninguem consegue dividir ou calcular.
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Miguel A.E.Corgosinho disse: 16/09/2009 às 14:26 Gentilhomme disse:

“De forma geral, toda formulação teórica parte de que a criação de valor (simplificadamente, de nova riqueza material) resulta do trabalho mas que sua distribuição entre capitalistas, trabalhadores e rentistas é definida segundo, grosso modo, a correlação de forças entre esses grupos.”

Vc deve estar partindo de fundamentos em que a criação de valor de um país é dirigida pelo lado exterior – dos estrangeiros.

Mas, as riquezas podem possuir dois lados: o seu interior (valor) numa perspectiva exterior, com a passagem ao papel oposto em que a natureza é representada dentro de um organismo abstrato – considerando, em si mesma, as distinções originárias da efetuação material pelos números – a disposição simétrica da produção do PIB.

Os rentistas não mais são que intermediarios do capital americano (sem lastro) que ficam com a riqueza.
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Miguel A.E.Corgosinho disse: 14/09/2009 às 17:33 A mídia não tem ideologia para servir a certos fins fora de suas reconstituições.

Vivemos num país em que as pessoas muito vagamente consideram que existe possibilidade de apreender conhecimentos de fundamentos que poderiam ser a estrutura das sociedades. A imprensa julga largamente as questões de habitos que dependem de coesão lógica e acabam ficando com a regra da manipulação; sem uma crítica alternartiva disposta a ser pensante da originalidade.

O que acontece num plano menos elevado é continuarmos a repetir as mesmas articulações que arrastam o capitalismo desde a segunda guerra. O lugar mais longe que chegaremos, em termos de potencial, é aos EUA.

Já que os economistas repudiam a guarda do principio vital do nosso espaço (meio que preencha o valor abstrato do objeto) em favor do que se perde nas ramificações do mercado financeiro, a mídia poderia exigir dos EUA, pelo menos que assumam, de verdade, a centralidade do reino do imperialismo, para se formalizar diretamente a liberação de recursos – para visibilidade das colonias – sem custos de intermediação dos banqueiros.

Isso possibilitaria que o Estado entendesse o controle da economia interna – e, por outro lado, a originalidade alheia confira uma ligação exterior ao pré-sal, ou a que conteúdo for do nosso país – das sansões irresponsaveis que o investimento externo trás.

O que não pode é a ideologia ficar sem ponto de partida e reflexão, quando se apresenta uma porposta real.

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