Miguel A.E. Corgosinho disse: 19/08/2009 às 14:40

A questão do capital externo, por influência da cultura economica, tem determinações para o nosso desenvolvimento que correspondem a fixidez de dividas que se revestem de formas diversas, enquanto o estado não desenvolvido (que não se impoe como doutrina) se mantém no postulado de encontrar um principio superior que o represente e desapareça a sua subordinação de duplicidade, erguida contra si mesmo.
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Miguel A.E. Corgosinho disse: 19/08/2009 às 18:20

Marco Aurélio Barroso disse: "O imperialismo é mais do que um fenômeno. É uma força avassaladora que arrasa tudo que está em seu caminho. Como reconhecê-lo?”

O imperialismo é um processo de unilateralidade que se determina como modelo inter-objetivo, que se elevou a organismo de estado, em unidade mediatizada (dólar), mas nega a existência real dos seus membros no seu ser manifesto, e de uns em relação a origem dos outros, a titulo de força unificadora.do mundo exterior.

Aquilo que aparece exteriormente como sistema, para respectiva organização racional, teve sua interioridade (separação real) negada.

Essa é uma grande genialidade da economia em que a idealidade é negativa até na afirmação das nações…
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Miguel A.E. Corgosinho disse: 19/08/2009 às 12:45

Habemus um país dividido entre o concreto e o que representa o abstrato. É bom lembrar que a Inovação nacional sem a correlação conceitual da matriz monetária deixa de mostrar o atrazo externo de que pertencemos ao mercado financeiro; mas, sem ninguém se dar conta, a moeda digital avança como produto natural de todas as tecnologias, que faz convergir os valores de unidade da própria história.

Hegel 31 – “De um lado há a liberdade, do outro a necessidade. A liberdade é essencialmente um atributo do espírito; a necessidade é a lei da vontade natural. Mantém o intelecto a posição entre as duas, e a liberdade só existe enquanto adversária do seu contrário.”
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Miguel A.E. Corgosinho disse: 11/08/2009 às 10:42

Temos ai uma perspectiva americana de quem sabe que usar a emissão de dinheiro, como continuada solução de todos os males, já não trás resultados concretos ao governo.

O problema está vinculado a própria capacidade das empresas em superar internamente o funcionamento exterior do capitalismo.

“Reagan estava errado: às vezes, o setor privado é o problema e o governo, a solução.”
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Post A Políca externa do Brasileira - Miguel A.E. Corgosinho disse: 31/07/2009 às 11:23

Tem muita gente confundindo as estrategias da política externa da presidência, pelo que lhe é superior no dominio espacial, com o alongamento da representação diplomática, nos aeroportos dos EUA; onde vamos imbarcar para o único meio de conceber a economia; alhos com bugalhos..

Responder

Miguel A.E. Corgosinho disse: 31/07/2009 às 11:30

– Wiktionário: embarcar = imbarcar embargo = embargo embarrilamento = imbarrilamento embarrilar = imbarrilar embeber = imbiber embebimento = imbibimento embebimento = imbibitio;
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Miguel A.E. Corgosinho disse: 3/08/2009 às 11:02

Alguém de posse de conhecimento técnico sabe informar a razão ou por que os economistas tratam a transformação do dinheiro (cria a ação que nos representa na economia) com opiniões subjetivas, e, pelo lado das funções, para fazer o lado objetivo da moeda, ficam omissos?

Uma analogia para isso é o fator do crescimento da moeda pelas funções do mercado interno.
Os economistas apenas preconizam o lado subjetivo das pessoas: para que evitem os impulsos descontrolados nas compras à prazo, que trazem o endividamento – mas isso deriva de uma lógica previsível pelo nível de emprego e renda, em que o crescimento poderia gerar, ao contrário as relações de produção e medida da moeda.

Mas, eles fazem a contradição do fator crescimento com gastos desnecessários dos investimentos externos – que levam ao endividamento externo – dinheiro por dinheiro – como objetividade de transformação da sociedade de um povo.

Os economistas poderiam explicar se os investimentos externos, que geram bilhões de endividamento, são inversões de valores da aplicação objetiva, ou o dinheiro americano que o contribuinte paga aos especuladores – e não circula no mercado interno – é mais social que as nossas relações?
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Miguel A.E.Corgosinho disse: 25/09/2009 às 11:03

Nassif poderia explicar melhor o que significa: “apenas prepara o terreno para um aumento futuro de juros que reduza os déficits comerciais no próximo ano”.

Onde eles querem nos amarrar???!!!

Se for o que está sendo afirmado, investimento externo = déficits, o pré-sal deve ser desistimulado (gera vulnerabilidade externa), ou seja: o juro maior dos investimentos se conformaria com a renúncia do crescimento e o BC, com o juro como fundamento, constitui aquilo que os economistas chamam de centro da meta inflacionária.

Nada a afirmar sobre o centro exterior em que se dilui o suplício do desenvolvimento interno?

Descobre-se dois aspectos nessa relação de valor, em que deveriam responder criminalmente: 1 – Ceder o lugar exterior (puramente técnico, histórico da nação) à partir do endividamento externo, porquanto a medida de desenvolvimento = confisco da produção, 2 – refletir sucessivas especulações sobre a criação da natureza econômica, para a qual, enquanto consciência racional (a origem e a razão que de si possui), o valor do objeto, em que se exterioriza os déficits, advém pelo conhecimento científico do Estado nacional; mas continuam trabalhando de modo negativo e alheio, por intermédio da representação estrangeira.

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Miguel A.E.Corgosinho disse: 8/12/2009 às 16:29

A frase abaixo motivou a reedição do texto a seguir.

“Índia estuda como conter entrada de capital estrangeiro”

Quanto mais caímos na dependência de conhecer a sucessão que constitui a sociedade, tanto mais numerosos são os respectivos organismos de que os economistas precisam como meios auxiliares para constituir um todo das atividades fins, entre si e o mundo exterior.

Acontece, porém, que a origem interna do Estado quer dizer o propósito de uma mesma associação, bem como a liberdade adquire o ciclo exterior da sua realização imediata.

Nessa imediatidade, a produção é uma totalidade disposta em volta de um centro financeiro, o qual aparece como origem de vários fenômenos que a condena a deixar de ser a condição e possibilidade dela, e a contrair relações de submissão em duas dividas separadas (interna e externa).

Depois desta consideração, poderíamos, por exemplo, adotar a separação abstrata, precedente a reintegração da produção e as forças internas – possíveis de reunir um todo ideal no isolamento imediato – para funcionar no extremo limite das finalidades dos movimentos de conteúdo, ao contrário de exteriorizar a forma ridícula da transfiguração do país pela mediocridade da teoria de dividas.

Finalizando, senhores economistas vejam o que diz Hegel, pág. 136, e se o texto serve para vocês: “É assim que a ironia implica aquela negatividade absoluta na qual o sujeito, ao destruir tudo o que tem uma negatividade precisa e unilateral, se refere a si mesmo; como. porém, a destruição a que se entrega não atinge somente, como no cômico, o que é desprovido de valor em si, o que se manifesta como oco e vazio, mas abrange também coisas realizadas e excelentes, a ironia torna-se uma arte de destruição universal e leva, tal qual a veleidade de que há pouco falamos, a uma inconsistência que nada tem de artístico e nenhuma relação possui com o verdadeiro ideal. É que o ideal exige um conteúdo substancial em si, que, pela razão de se apresentar numa forma tirada do exterior, se particulariza, se impõe uma limitação, mas uma limitação tal que tudo que é apenas limitação exterior fica abafado e aniquilado. Graças apenas a esta negação da exterioridade pura e simples, a forma que o ideal reveste aparece, à intenção e à representação, como a manifestação do conteúdo substancial de que acabamos de falar. “

Miguel A.E.Corgosinho disse: 8/12/2009 às 16:45

Para entender a “negatividade absoluta” de Hegel, em uma parabola com o meu texto, substitua as palavras ironia por “teoria”. - e artistico por científico.
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Miguel A.E.Corgosinho disse: 9/12/2009 às 13:45

Precisamos de uma medida de fluxo de capitais x produção.

PS: Ação do estado (heterodoxo – de interesses dos rentistas) é fundamentalmente se submeter ao mercado financeiro, ou seja: o poder de controle pragmático em benefício do crescimento industrial fica excluído.
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Miguel A.E.Corgosinho disse: 10/12/2009 às 14:02

Prestem atenção cabeças de planilha:

“E essas lições não se aprendem na escola.”

A formulação que deu origem a frase acima, com vistas ao “conhecimento que se tem dos movimentos reais da economia”, permite-me creditar ao tempo uma colaboração para os economistas avaliarem o tributo pago por duas estruturas que se colocam ombro a ombro como capital físico e estrutural – as quais estão muito aquém da responsabilidade crítica do conceito de capital, necessário a execuções do trabalho produtivo.

Por que investimentos externos e títulos públicos incidem na formação decrescente da produção?
Em que medida os recursos podem ser captados e comparados a determinações contábeis, na proporção tolerável, em que seriam separáveis como capacitação técnica das fases da sociedade industrial e não pré-requisito dos agregadores globais do crescimento econômico?

Por que a economia se concentra em duas estruturas?

À medida que são despesas para aumentar capacitações produtivas prementes na forma quantitativa de capital físico (vindo de fora), relativo à estrutura da propriedade privada, joga-se luz no problema conceptual de que um bem produzido é, ao mesmo tempo, a migração do resultado-produto que tributa a ineficiência do Estado por não se constituir com a autoridade das distinções técnicas da formação convencional do capital estrutural e se sujeita ao peso demasiado do custo físico (real) do investimento externo.

Nós estamos falando de dois complexos de forças progressivas para o valor da propriedade privada, por discrepância de duas moedas (dólar-real), em dividas.

Por omissão dos economistas, o investimento externo, ao longo do tempo, representa o deslocamento da produção de um lugar para o outro (exportações), mas não aceitaríamos na força bruta, se podemos identificar e medir o valor do dinheiro como ganho interno de uma relação estimada da produção.

A economia está surgindo em um ponto soberano em que a moeda é bancada com a pura formação técnica, como no caso de um valor para o desempenho geral – em que acordamos para a possibilidade importante de uma só estrutura de medida cientifica de fatores econômicos (técnica de crédito recíproco de fundamentos reais); por isso mesmo não pode ser vendida – como investimentos externos – para a propriedade privada ou para o Estado.

Técnica de crédito recíproco (que se tem com os movimentos reais) da propriedade privada = fatores de moeda única = supressão de dividas.para o Estado.

Exemplo de um post do Nassif aqui do blog, em que as exportações podem servir de estepe para esse crescimento econômico se desenvolver:

"30/08/2006 – 14:09

Uma moeda para o Mercosul

Ministros da Fazenda dos países do Mercosul começam a discutir a adoção da moeda única nas compras internas (clique aqui). Não se trata de unificar moedas mas procedimentos comerciais. Há dois caminhos em discussão: as CCRs (Convênios de Crédito Recíproco), onde o risco soberano é bancado pelos governos; ou uma câmara de compensação no âmbito das bolsas de mercadorias, onde o risco será privado.
Autor: luisnassif – Categoria(s): Economia Tags:"

Um pequeno passo dos economistas pode carrear as bolsas de mercadorias (produção) para o segredo pendente do núcleo dos fatores que refletem a unidade adequada ao investimento de qualificação, inerente a mensuração do fluxo de capital x produção.

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