A DESNACIONALIZAÇÃO GENERALIZADA

A DESNACIONALIZAÇÃO E AS PRIVATIZAÇÕES NO BRASIL.

 

Vamos denunciar, aqui, os abusos que ocorrem em cada estado.

A Telebrás, assim como as concessionárias de energia não deveriam ter sido privatizadas.

Eram empresas bem estruturadas, porém, se alguma ineficiência aconteceu foi premeditada por aqueles que planejavam entregá-las, de mão beijada, às multinacionais e aos fundos de pensão. Que se permitisse a concorrência, tudo bem.

As tarifas foram contidas e logo após às privatizações os preços dispararam.

Quem tinha suas pequenas ações constatou que foram evaporadas de um dia para o outro.

Logo em seguida tudo funcionava, num passe de mágica, com, praticamente, a mesma infraestrutura.

Até a Embratel, empresa que investia em pesquisa e desenvolvimento, foi entregue.

Deixaram que as empresas de telefonia móvel entrassem no mercado, sem pensar na regulamentação.
Entraram, mas como? Detesto usar celular, pela qualidade do sinal. Eles são assim no país de origem?

Nunca vi tanta queda de energia, tanta falha, depois dessas privatizações! Não estou falando dos apagões suspeitos, em nível de transmissão. Falo dos apagões locais pela falta de investimento e manutenção das distribuidoras.
Se tudo isso acontece, é porque estão usando a infraestrutura que existia! Há pouco investimento!
Demitiram quase 50% dos seus quadros e contrataram terceirizados com baixos salários que trabalham sem qualquer estímulo, piorando a situação.

Estão lembrados daquele grande incêndio que ocorreu na Oi e deixou grande parte de Salvador sem telefone fixo? Desleixe total na manutenção! Isso, digo com segurança, não ocorreria antes da privatização. As baterias; chumbo-ácido, do tipo industrial, caríssimas, sem manutenção adequada; têm seus polos corroídos pela sulfatação e, se o desleixe for grande, há rompimento, causando centelhamento e explosão devido ao hidrogênio acumulado no seu interior, principalmente quando há resíduos nas válvulas de segurança, dificultando o escape desses gases.

A exploração da terceirização, com baixíssimos salários, nível técnico insuficiente e a consequente desmotivação demonstra, a todo momento, que estamos num buraco sem saída.

Quantos de nós estamos sofrendo, quando procuramos uma empresa de telefonia? Quanto minutos, horas, você fica pendurado num call-center esperando resolver algo?

As empresas sabem que somos reféns, que só podemos trocar seis por meia dúzia. São prepotentes com os usuários. Ganham bilhões e desprezam seus clientes. Num mundo de tanto lucro, a concorrência é uma mentirinha. Estamos num mundo do vale tudo!

Tem que existir regulamentação governamental! O governo existe para intervir e acabar com tanto abuso!
Acabar, já, essa exploração de call-center. Explora o funcionário e castiga o usuário.

Ponto importante:
As telefônicas devem fazer seus contratos por escrito, em escritórios locais. Receber e protocolar as reclamações por escrito.

Vamos exigir o fim desses contratos unilaterais, virtuais, que favorece o abuso.


Hoje, estamos vivendo no mundo da arbitrariedade, onde, tudo fazem certos e cientes da impunidade!

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