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Babel - Cildo Meireles

O pão nosso de cada mês (Tom Zé) # Tom Zé

Cultura Lira Paulistana (Itamar Assumpção) # Itamar Assumpção

Pré Pós Tudo Bossa Band (Lenine - Zélia Duncan) # Zélia Duncan

Abobrinhas, não (Alice Ruiz - Itamar Assumpção) # Itamar Assumpção

BLABLABLÁBLABLABLÁBLABLABLÁBLABLABLÁBLABLABLÁBLABL


TITITITITITITITITITITITITITITITITITITITITITITITITITITITITITITI

TROLOLÓTROLOLÓTROLOLÓTROLOLÓTROLOLÓTROLOLÓTROLO

NHENNHENNHÉMNHENNHENNHÉMNHENNHENNHÉNNHENNHENN

LEROLEROLEROLEROLEROLEROLEROLEROLEROLEROLEROLERO

ZZZZZZZZZZZAAFFFARGHHGRRRRRBANGZIIILLPSSSSIU

O silêncio (Arnaldo Antunes - Carlinhos Brown) # Arnaldo Antunes e Tadeu Jungle (videoclip)

Dias dias dias (Augusto de Campos - Caetano Veloso) # Caetano Veloso

Tudo está dito (Augusto de Campos - Arrigo Barnabé) # Eliete Negreiros, Arrigo Barnabé e Dino Vicente

Parangolé Pamplona (Adriana Calcanhoto) # Adriana Calcanhoto

Torre de Babel:

http://manuthinkerfree.blogspot.com.br/2012/05/torre-de-babel.html

Música:

The hips of tradition # Tom Zé

Preto Brás # Itamar Assumpção

Pré Pós Tudo Bossa Band # Zélia Duncan

O Silêncio # Arnaldo Antunes

Verbivocovisual - a poesia concreta em música # Vários artistas

Marítimo # Adriana Calcanhotto

Exibições: 248

Comentário de deisa chamahum chaves em 24 julho 2013 às 2:11

Maravilhoso, Cafu! Pensando no motorista de táxi e a Torre dele.

 

Comentário de Stella Maris em 24 julho 2013 às 11:55

BRAVO!!!!!!

Comentário de Cafu em 24 julho 2013 às 12:39

Deisa,

O coitado não consegue distinguir coisa de símbolo e padece dos efeitos da literalidade. Babel em hebraico quer dizer confusão e ele é a encarnação viva dela. O irônico é que bastaria olhar para si mesmo para encontrá-la. A obsessão por procurar a linguagem adâmica, original – a Babel ancestral, supostamente concreta e real – e o sofrimento derivado dessa impossibilidade, seria uma busca do paraíso perdido (a simbiose intrauterina)? O reencontro com a mãe (“a voz primeira”)? Ter uma conversa direta com Deus? Sabe-se lá.

Mãe (Ceumar) # Ceumar

Ao fazer o poema, pensei mais na sobrevivência da arte e da criação no nosso contexto de massificação, miséria estética e dominação cultural. No princípio era o Verbo e o Verbo virou verborragia e estamos sufocados e adoecidos por ela. É um saco! Como sair da Matrix? Como chover nesse piquenique? Talvez falte um verso no poema:

PLIMPLIMPLIMPLIMPLIMPLIMPLIMPLIMPLIMPLIMPLIMPLIMPLIMPLIMPLIMPLIMPLIMPLIMPLIMPLIMPLIMPLI

Não é uma rima, e muito menos uma solução. Apenas mais uma constatação. Beijos.

Comentário de Cafu em 24 julho 2013 às 12:42

Gracias, Stellita. Estou mais pra BRAVA!!!!!! Rsrsrs.

Beijos.

Comentário de Cafu em 1 setembro 2013 às 16:39

Resumo da ópera:

Fallindesigh Studio

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