Carta Aberta aos Profissionais de Educação de São Gonçalo

Carta Aberta aos Profissionais de Educação de São Gonçalo

Caros colegas, sou militante dos movimentos sociais há 20 anos e profissional da educação desde março de 2000, logo me filiando ao SEPE e começando minha militância neste sindicato. No ano de 2002, participei da greve da rede municipal (a minha primeira experiência em uma greve), quando a categoria bravamente conquistou junto com a direção do SEPE-SG o Plano de Carreira Unificado da Educação. Conheci a diretora Sônia Regina em 2003, quando concorremos pela mesma chapa (na época Chapa 2), para a direção colegiada do SEPE. Atuei de 2003 a 2006 como suplente da direção. Em 2006, novamente concorremos à eleição para a direção (Chapa 4). Portanto, sou diretor do SEPE, sem licença sindical, até julho de 2009, na mesma chapa que foi eleita a diretora.

Sobre a suposta agressão que a diretora diz ter sofrido, quero deixar claro que é MENTIRA, e que isso, infelizmente faz parte da estratégia política do grupo majoritário do qual ela faz parte, ou seja, desqualificar todo e qualquer pensamento e posicionamento político diferenciados do seu campo. Não agredi a diretora - aliás, nem respondo por isso na justiça comum - e sempre defendi, nos fóruns do sindicato, uma COMISSÃO DE ÉTICA para a total apuração dos fatos sobre a denúncia, doa a quem doer.

A diretora se coloca como vítima, constrangida e discriminada, querendo que o Poder Judiciário dos governos julgue com urgência a sua denúncia, contudo ela faltou a primeira audiência de conciliação (25/03/2009). Com esta postura, a diretora e o grupo majoritário arrastaram esta questão para o meio do processo eleitoral do sindicato e estão utilizando toda esta situação interna do núcleo para confundir a categoria, fazendo-a acreditar que o grupo do qual faço parte - SEPE na luta pela educação. Contra a Crise e a Privatização (Unir Conlutas e Intersindical) - seria machista e protegeria um suposto agressor de mulheres.

Chamo a sua atenção, caros colegas, para os fatos apresentados e me submeto aos fóruns do movimento e da categoria, pois são esses os fóruns em que eu acredito e defendo. Não responderei a mais nenhuma provocação. Vamos ao debate político e programático, das saídas e soluções para os problemas tanto na Rede Estadual quanto da Rede Municipal, que são também problemas de todos os trabalhadores.
Em defesa de um SEPE de luta, com uma verdadeira democracia dos trabalhadores e independente dos governos.

CHEGA DE CALÚNIAS E DIFAMAÇÕES!
VAMOS A LUTA!


"A educação não pode temer o debate sob pena de ser uma farsa." (Paulo Freire).

Professor Rodrigo Bezerra, diretor do SEPE São Gonçalo.

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