Aracy de Almeida

* 19/8/1914 - Rio de Janeiro (RJ)
+ 20/6/1988 - Rio de Janeiro (RJ)

 

Missão quase impossível fazer um post em homenagem ao centenário de nascimento da grande Aracy de Almeida - O Samba em Pessoa.  Muito já se falou e escreveu sobre ela. Para não me tornar repetitiva vou seguir o roteiro abaixo intercalando muita música, os amigos e casos pitorescos envolvendo a nossa eterna Dama do Encantado.

 

- Como tudo começou

- Fases da Carreira Profissional

- Um pouco da vida pessoal / Amigos / Casos Pitorescos

 

 

 

Dos vários textos que li sobre a vida e obra da homenageada o que mais sintetiza sua trajetória pessoal/artística é, em minha opinião, o do amigo, escritor e grande pesquisador Jairo Severiano. É com base no relato do referido pesquisador e, também, com informações de outras fontes, inclusive do livro “Noel Rosa - uma biografia” que vou subsidiar este post comemorativo aos 100 anos de nascimento de Aracy de Almeida.

 

 

 

 

Como tudo começou... 

 

 

Aracy de Almeida sempre foi fidelíssima ao seu subúrbio carioca do Encantado onde nasceu e morreu. Foi numa Igreja Batista que soltou a voz pela primeira vez, mas não demorou muito, também, a investida na música popular. Nesse caso a ajuda veio por intermédio de um amigo casual, Manoel do Violão, que a apresentou ao Custódio Mesquita, o elo que a levou a Rádio Educadora. Outra ajuda veio do compositor/cantor Roberto Martins que intermediou seu acesso à gravadora Columbia.

 

O programa era cafona, de quinta categoria, e chamava-se ‘Pinóquio’, porque o animador tinha um nariz enorme. Enorme também era o auditório e espalhado nele, umas cinco pessoas. Mesmo assim, entrei firme. Cantei uma marcha de Joubert de Carvalho e um samba gravado por Carmen Miranda - ‘Bom dia, meu amor’ [Joubert de Carvalho/Olegário Mariano]”. (Aracy de Almeida).

 

 

Aracy de Almeida em caricatura de Vilmar “O Pasquim”.

 

Em entrevista ao semanário “O Pasquim” (1969), Aracy diz: “A primeira vez que eu fui cantar foi em 17 de agosto de 1933. Foi a primeira vez que eu vi um microfone. Levaram-me para um programa na Rádio Educadora do Brasil. Eu encontrei Noel [Rosa] naquele dia”. Noel não espera para serem apresentados e diz: “Você tem jeito. Canta bem. Mas que tal aprender uns sambas novos e deixar pra lá o repertório de Carmen Miranda”? 

 

 

Nessa mesma noite em que se conhecem foram à Taberna da Glória, onde a cantoria e a bebedeira dos dois correram frouxas. É o inicio de uma história de amizade/companheirismo, cujos lucros até hoje somos herdeiros.

 

 

 

 

A estreia em disco, gravadora Columbia, ocorreu em janeiro de 1934 com a marcha “Em plena folia”, de Julieta de Carvalho.

 

 

Em plena folia” (Julieta de Oliveira) # Aracy de Almeida / Pixinguinha e sua Orquestra [a voz masculina que se ouve, possivelmente, é de Murilo Caldas, irmão de Sílvio Caldas, não creditado no selo] Disco Columbia (22258-A), 1934.

 

 

 

 

A primeira composição de Noel Rosa gravada por Aracy de Almeida foi “Riso de criança”, também em 1934.

 

 

Riso de criança” [ou “Seu riso de criança”] (Noel Rosa) # Aracy de Almeida, Pixinguinha e Orquestra Columbia. Disco Columbia (8107), 1934.

 

 

 

 

Com dois anos de atuação como cantora Aracy já demonstrava seu estilo pessoal que a caracterizaria por toda vida, ou seja, “timbre anasalado, brevemente tristonho, balanço e divisão perfeita do fraseado sambístico” (Jairo Severiano). Essas características citadas pelo Jairo podem ser constatadas ouvindo-se duas composições do Noel Rosa, diferentes entre si e gravadas pela Aracy. Trata-se de “Cansei de pedir”, um samba corrido, ou seja, direto, de andamento rápido e “Amor de parceria”, um samba recortado, isto é, cheio de ginga.

 

 

 

Cansei de pedir” (Noel Rosa) # Aracy de Almeida e Grupo do Canhoto. Disco Victor (33949-B), 1935.

 

 

 

 

 

Amor de parceria” (Noel Rosa) # Aracy de Almeida e Regional RCA Victor. Disco Victor (33973-B), 1935.

 

 

 

 

 

Fases da carreira profissional 

 

Segundo Jairo Severiano a carreira profissional de Aracy de Almeida pode ser dividia em três fases: “A da jovem cantora, lançadora de sucessos (1934-1949); a da cantora madura, consagrada, que divulgava grandes obras de compositores, especialmente a de Noel Rosa (1950-1967); e a da velha senhora, em que explorando sua veia cômica, tornou-se jurada ranzinza e espirituosa de programas de televisão (1968-1988)”.

 

 

Separei cinco dos seus sucessos da Primeira Fase (1934-1949)

 

 

 

 

Palpite infeliz” (Noel Rosa) # Aracy de Almeida e Conjunto Regional RCA Victor. Disco Victor (34007-A), 1935 (gravação) / 1936 (lançamento).

 

 

 

 

 

 

Tenha pena de mim” (Ciro de Souza / Babaú [Waldemiro José da Rocha]) # Aracy de Almeida. Disco Victor (34299-A), 1937.

 

 

 

 

Camisa amarela” (Ary Barroso) # Aracy de Almeida. Disco Victor (445-A), 1939.

 

 

 

 

Fez bobagem” (Assis Valente) # Aracy de Almeida. Disco Victor (34882-A), 1942.

 

 

 

 

Saia do caminho” (Custódio Mesquita/Evaldo Rui) # Aracy de Almeida. Disco Odeon (12686B), 1946.

 

 

 

 

Aracy de Almeida na Rádio Nacional (19/05/1952). Foto: UH/Folhapress.

 

Segunda Fase (1950-1967)  

 

 

O marco inicial desta segunda fase foi o lançamento, pela gravadora Continental, em dezembro de 1950 de um álbum, em 78 rotações, com Aracy cantando seis sambas de Noel Rosa, um deles “Três apitos” ainda inédito. Seis meses depois, novo álbum com mais seis sambas de Noel.

 

 

Capa de Di Cavalcanti com textos de Lúcio Rangel e Fernando Lobo

 

 

Selecionei para audição

 

 

 

Não tem tradução” [Cinema falado] (Noel Rosa) # Aracy de Almeida. Disco Continental (16319-A), 1950.

 

 

 

 

 

 

 

Almirante e Aracy de Almeida foram, inegavelmente, determinantes para que a obra do Noel Rosa fosse redescoberta.

 

 

 

 

Outro evento importante para a revitalização da obra do Poeta da Vila foi a série de programas radiofônicos produzidos e apresentados por Henrique Foréis Domingues - o popular Almirante, na Rádio Tupi, intitulada “No tempo de Noel Rosa”. Aracy de Almeida participou efetivamente dessa série interpretando doze músicas.

 

 

 

Nesta segunda fase, gravou cerca de trinta discos de 78 rotações e alguns compactos. Aracy lançou sete LPs, incluindo-se neste total as gravações dos shows “O samba pede passagem”, em 1965, e “Sérgio Porto, Aracy de Almeida e Billy Blanco no Zum-Zum”, de 1966.

 

 

 

 

 

Ouça o disco na íntegra

 

 

 

 

 

 

Aracy de Almeida cantando na Bienal do Samba, TV Record (SP), em 1968 e no Programa MPB especial, em 1972.

 

 

 

 

Terceira Fase (1968-1988

 

 

 

 

 

 

 

Em entrevista ao “O Pasquim” (1969), Aracy responde a pergunta: O que você acha do Caetano Veloso?

 

- “Eu amo Caetano Veloso. Aliás, gravei uma música do Caetano e pretendo gravar mais algumas. Depois do Noel Rosa o autor que mais gosto é o Caetano. Se eu pudesse gravaria tudo dele”.

 

 

 

A música mencionada do Caetano, gravada por ela, trata-se de “A voz do morto”, registrada em um compacto simples, em 1968, para a Bienal do Samba de São Paulo. A quem garanta que “A voz do morto” pelo canto de Aracy é do próprio Noel fazendo-se ouvir pela voz dela. Mas ela ainda a cantava no ano seguinte, no show “Que maravilha!”, com Jorge Ben e Paulinho da Viola. Aracy gostava daquela turma nova. E eles a adoravam.

A voz do morto” (Caetano Veloso) # Aracy de Almeida. Disco Compacto Simples (50105-B), 1968

 

 

 

Finalmente, na terceira fase, atuou em vários programas de calouros, como “É proibido colocar cartazes”, “A buzina do Chacrinha” e do “Programa Sílvio Santos”, tendo permanecido neste último até o começo de 1988, quando adoeceu gravemente e faleceu. Foi enterrada em pleno período das Festas Juninas. Milhares de pessoas cantaram “Não me diga adeus”, seu grande sucesso de 1948.

 

 

 

 

Não me diga adeus” (Paquito/ Luiz Soberano/ João Correa da Silva) # Aracy de Almeida. Disco Odeon (12826-B), 1948.

 

 

 

 

 

 

 

 

Aproveitando o impacto da sua morte, em 1988, a gravadora Continental lançou o LP “Aracy de Almeida ao vivo e à vontade”, gravado em 1980 durante uma apresentação no Teatro Lira Paulistana em show produzido pelos roqueiros Teco Terpins (do grupo Joelho de Porco) e Zé Rodrix. Sua voz já não era mais a mesma, erra algumas letras, mas esbanja emoção. Este LP nunca saiu em CD.

 

Ouça o disco na íntegra

 

 

 

 

 

Um pouco da Vida Pessoal /Amigos / Casos Pitorescos

 

Aracy de Almeida, durante quase toda sua trajetória de vida, foi uma mulher livre e desimpedida sempre agindo sem se preocupar com a opinião dos outros, a exemplo dos seus dois casamentos: Um na juventude, com o jogador de futebol Rey (José Fontana) e o outro na maturidade com um oficial do Exército.

 

Com seu jeitão displicente e relaxado, franqueza afiada, vocabulário de gírias e repleto de palavrões, ela sempre ocultou do grande público a outra face de sua personalidade: Uma pessoa que cultivava a amizade de poetas e pintores, como Vinicius de Moraes, Fernando Lobo, Antônio Maria, Lúcio Rangel, Paulo Mendes Campos, Di Cavalcanti e Clóvis Graciano; que recitava Augusto dos Anjos; que colecionava quadros, pratarias e móveis antigos; que adorava presentear os amigos; que ouvia Debussy, Mozart, Bach e Beethoven.

 

 

 

Antônio Maria e Vinicius de Moraes eram fãs de Aracy de Almeida. Ambos sensíveis às coisas do amor achavam irresistível sua voz sofrida, daquela mesma tristeza que seduziu Noel Rosa. Foi para ela que eles deram a primeira composição que fizeram juntos.

 

Quando tu passas por mim” (Vinicius de Moraes/Antônio Maria) # Aracy de Almeida. Disco Continental (16829-A), 1953.

 

 

 

 

Alguns Casos Pitorescos 

 

 

- Uma historinha que envolve o goleiro Rey, com quem Aracy foi casada. Ele certo dia em casa começou a encerar o chão para se exercitar. Aracy estava fora quando batem à porta. Ele atendeu e deparou com o incansável David Nasser, que queria mostrar uma música para a cantora. O jogador, que foi também goleiro da seleção, disse que se o compositor encerasse toda a casa, Aracy gravaria a música. Nasser empunhou o vassourão e, em duas horas, o chão brilhava. Quando chegou a casa, Aracy se surpreendeu com o belo trabalho. Rey contou a história, defendeu Nasser, e Aracy gravou "Com razão ou sem razão". (Revista Piauí/Edição 8/maio 2007).

 

 

Com razão ou sem razão” (David Nasser/Ari de Almeida) # Aracy de Almeida. Disco Victor (34658-A), 1940.

 

 

 

 

 

- A chegada de Sérgio Cabral, jornalista, pesquisador, compositor e belíssima figura humana é saudada diante da multidão pela personagem principal da festa, Aracy.

Sérgio desejou ardentemente que um buraco se abrisse e engolisse os dois, ela a sua jovem acompanhante Magali, que recém desposada, era mergulhada num encabulamento que se evidenciou em sua face, que ganhou o rubor mais rubro, vermelho, sanguíneo e dos vinhos ainda jovens, ao ouvir a pergunta de Araca:

- “Como é, Sérgio Cabral? Tens copulado muito?”. (Do livro Araca - Arquiduquesa do Encantado, de Hermínio).

 

 

 

 

 

- No seu livro de memórias, o compositor Pedro Caetano diz que, quando Aracy gravou "Engomadinho" (c/Claudionor Cruz, em 1942), um de seus grandes sucessos, ela vinha de uma briga com o namorado. Durante um ensaio, quando Aracy chegou no pedaço da canção que diz: "O rei do meu amor", jogou o papel onde estava escrita a letra para o alto, parou de cantar e gritou: "Não gravo mais essa merda. Não quero dar cartaz àquele pilantra. Ou muda tudo agora, ou até amanhã". Pedro Caetano teve que reformular o final da letra. A emenda saiu, no caso, melhor do que o soneto: "A chave que abriu a liberdade para o meu coração cheio de dor está na voz e na simplicidade deste seresteiro que é o meu amor". (Revista Piauí/Edição 8/2007).

 

 

- O compositor Pedro Caetano relata outras pérolas da Aracy. Foi uma tremenda bronca que ela deu num cara que, depois de um show numa noite fria de Teresópolis, foi procurá-la no hotel querendo se esquentar nela. Coitado, não sabia que ia descer a escada sem precisar dos degraus.

 

- Outra foi quando um dia telefonei para a gravadora Odeon e ela lá estava dando uma canja à recepcionista. Foi só conhecer minha voz e logo perguntou: “O que você quer seu veado?” Lavei aquele choque, fiquei assim, sem saber o que era aquilo e quando ela percebeu o meu desapontamento, emendou: “É Aracy, seu puto”. Aí deu pra entender que era ela, porque era assim mesmo que Aracy tratava os colegas cantores e compositores com quem mantinha mais intimidade. (4º e 5º do livro de Pedro Caetano - “54 Anos de MPB - O que fiz, o que li’).

 

 

Araca: A Arquiduquesa recebe o amigo em sua casa, no bairro do Encantado.

 

 

Hermínio Bello de Carvalho frequentava a casa da Aracy no bairro do Encantado, onde ela vivia cercada por cachorros e quadros dos seus amigos Heitor dos Prazeres, Di Cavalcanti e tantos outros. Ele a tratava por Araca e acrescentava ao apelido os títulos de “Arquiduquesa do Encantado” e “Rainha dos Parangolés.

 

- Certa vez, ela ligou pedindo ao amigo que arranjasse um violonista para participarem de uma reunião na casa da famosa estilista Maria Augusta. O escalado foi Nicanor Teixeira. Eles foram os primeiros a chegar e logo se deram conta que era festa chique. No auge da festa, ao som do violão do Nicanor, Aracy cantou sambas de Noel Rosa, arrebatando a plateia.

Aracy retribuiu com uma pergunta desconcertante o abraço de um industrial de São Paulo conhecido seu, que veio lhe cumprimentar acompanhado da nova mulher: “Quer dizer que estás como ‘mina’ nova no pedaço?”. O casal não se abalou e a moça ainda tentou ser gentil: “Ah, dona Aracy, a senhora não imagina quanta honra é conhecê-la pessoalmente. Como tem passado?” A resposta veio no melhor estilo Araca: “Ah, minha filha, eu ando muito fodida!”.

 

- Hermínio relata que estar junto de Aracy era garantia de uma noite movimentada e cheia de surpresas. Quando a dupla entrava em algum bar, geralmente a plateia pedia  em coro: “Canta! Canta! Canta!”. Geralmente Aracy mandava todos à merda e se escafedia do lugar, resmungando que “quem canta de graça é galo”. Outras vezes quando estava de bons bofes, retribuía o carinho do púbico, subindo ao palco e mandando ver Noel Rosa à sua maneira:

 

O ovário vem caindo, vai molhar o seu tetéu,

E também vão surgindo mais estrelas lá no céu.

Tenho passado tão mal, ando limpando minha bunda com jornal.

 

Meu cortinado é um vasto céu de anil.

E o despertador um guarda civil.

E vão prasputaqueospariu!

 

(Os casos acima - 6º e 7º são do livro “Timoneiro”, de Alexandre Pavan).

 

 

 

 

8º - Do livro ABC do Sérgio Cabral.

 

 

 

 

 

 

 

Pesquisando nesses últimos dias para a montagem desta homenagem aos 100 anos de Aracy de Almeida chego à conclusão que ela foi um ser humano/intérprete à frente do seu tempo. A impressão que fica é que ela pressentia tudo que derivou do movimento modernista de 1922, quando gravou as composições inovadoras de Noel Rosa, e também de Custódio Mesquita, Ary Barroso, Wilson Baptista e tantos outros e fecharia o ciclo, décadas depois, com Caetano Veloso.

 

Aracy de Almeida é um mito, uma presença sempre marcante. Não uma presença de passagem, mas uma presença permanente por força da sua atuação pura e autêntica. Que a chama do seu legado continue a iluminar as novas trilhas da Música Popular Brasileira.

 

 

Arte da foto: Elson Rezende de Mello / Ideia: Luciano Hortencio

 

 

Homenagens pelo Centenário de Aracy de Almeida

 

Até agora, pesquisando na internet, pouca coisa encontrei relacionada às comemorações do Centenário de Aracy de Almeida. Acredito e tenho fé que elas acontecerão por todo este ano de 2014.

 

Nas referidas pesquisas encontrei alguns shows que foram/serão realizados em homenagem a Aracy de Almeida. Confiram:

 

Show Aracy na voz de Dona Inah.

 

Show Aracy de Almeida - A Rainha dos Parangolés

 

Show “Salve, Aracy!”

 

 

Excelente Notícia: A Ancine acaba de aprovar o orçamento para a realização do documentário “Sem Mumunhas” sobre a cantora Aracy de Almeida, objetivando desconstruir a imagem de jurada mal humorada e mostrar a artista que teve papel importante na consolidação da música e da identidade brasileiras.

 

 

 

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Fontes:

 

LIVROS e JORNAIS

 

1- ABC do Sérgio Cabral - Um desfile de craques da MPB. – Rio de Janeiro: Codecri, 1979.

2- A História do Samba. Fascículos publicados pela Ed. Globo, 1997-1978.

3- A Música Brasileira deste Século por seus Autores e Intérpretes, Vol: 4 / J.C. Pelão Botezelli e Arley Pereira. - São Paulo: SESC, 2000.

4- Araca – Arquiduquesa do Encantado. Rio de Janeiro: Folha Seca 2004.

5- Aracy de Almeida. Entrevista publicada no semanário O Pasquim - Nº 23/ 27/11 a 02/12/1069/Páginas 11 a 13.

6- Aracy de Almeida - mulher do futuro. Revista Piauí. Edição nº8 / 2007.

7- 54 Anos de Música Popular Brasileira - o que fiz, o que vi. Pedro Caetano. Prefácio de José Ramos Tinhorão. – Rio de Janeiro: Ed. Palhas, 2ª edição ilustrada e ampliada, 1988.

8- Dicionário Houaiss Ilustrado (da) Música Popular Brasileira. Supervisão geral; Ricardo Cravo Albin. - Rio de Laneiro: Paracatu, 2006.

9- Noel Rosa: uma biografia. João Máximo e Carlos Didier. - Brasília: Editora Universidade de Brasília: Linha Gráfica Editora, 1990.

10- Noel pela Primeira Vez - Discografia completa, de Omar Jubran. – FUNARTE, 2000.

11- Tem mais samba: das raízes à eletrônica. Tárik de Souza. São Paulo: Ed. 34, 2003.

12- Timoneiro - Perfil biográfico de Hermínio Bello de Cravalho, de Alexandre Pavan. - Rio de Janeiro: Casa da Palavra. 2006.

13- Uma história da música popular brasileira - Das origens à modernidade, de Jairo Severiano. – São Paulo: Ed. 34, 2008.

 

SITES / OUTRAS

 

- Dicionário Cravo Albim da MPB (verbete Aracy de Almeida)

- Discos do Brasil

- Fotos: Acervo pessoal e da Internet

- IMS (Instituto Moreira Salles)

- YouTube (Vídeos de vários canais)

- # Radinha (Áudios)

- Vários sites na internet sobre shows em homenagem a cantora

 

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Comentário de lucianohortencio em 19 agosto 2014 às 8:59

Querida amiga Laura!

Parabéns pelo excelente Post e obrigado por ter inserido vídeos do canal luciano hortencio.

O nome do artista da ilustração é Elson e, em realidade, a idéia e arte são dele. Apenas fiz o pedido e mandei as fotos... Abração do luciano

Comentário de lucianohortencio em 19 agosto 2014 às 9:01

Comentário de lucianohortencio em 19 agosto 2014 às 9:01

Comentário de lucianohortencio em 19 agosto 2014 às 9:02

Comentário de lucianohortencio em 19 agosto 2014 às 9:02

Comentário de lucianohortencio em 19 agosto 2014 às 9:05

Agora a ilustração para ser posta como foto de capa do facebook, já com o cantinho certo onde fica a foto de perfil do usuário, para não atrapalhar... VIVA ARACY DE ALMEIDA!

Comentário de Laura Macedo em 19 agosto 2014 às 15:43

Amigo Luciano,

Grata por prestigiar o nosso Post em Homenagem ao Centenário da grande Aracy de Almeida.

Das garimpagens que fiz uma das que me deixou feliz foi a notícia sobre o "Documentário Sem Mumunhas" sobre a nossa querida Araca. Vamos aguardar.

 

Ela adorava os animais. Viva Aracy de Almeida!!

Grande abraço.

Comentário de Gregório Macedo em 20 agosto 2014 às 4:24

Querida,

Estou longe de concluir a geral nesta senhora homenagem à Dama do Encantado, mas fiz questão de vir aqui desde logo para registrar: não foi apenas a grande imprensa que ignorou o centenário de Aracy; a indústria fonográfica também deixou passar a data em brancas nuvens, conforme se pode ver aqui:

http://www.blognotasmusicais.com.br/2014/08/industria-do-disco-igno...

Uma pena.

Beijos.

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