Nada mais chique que o Chico.

 

            Carioca da gema, cria da elite brasileira, com um detalhe: a elite intelectual. A elite que pensa. A elite que disse não para a ditadura militar sem se dobrar a força. A elite independente e soberana que ama o Brasil.

 

            Esse é simplesmente “o Chico”. Nem é preciso dizer o resto, o Buarque de Holanda, que nos remete ao “Dicionário da Língua Brasileira”, para sabermos o nome das coisas de norte a sul desse gigante. O Chico é o Chico e ponto final.

 

            O Chico é o chique que se juntou a Gonzagão e Dominguinhos para dizer: “Olha que isso aqui ta muito bom. Isso aqui ta bom demais. Olha, quem ta fora quer
entrar, Mas quem ta dentro não sai”. E esse é o recado para aquela elite que usa o País apenas para satisfazer sua fome de juntar dinheiro, a custa do sacrifício do nosso povo, e mandar para um “mundo cofre” lá fora.

 

            A elite que enfia a bandeira brasileira no “fuleco” diante das câmeras, em dia de festa mundial, mostrando ao Planeta que os seus valores estão exatamente ali e o que sai dali não serve para mais absolutamente nada.

 

            O Brasil se orgulha do Chico e sua elite, composta por todos aqueles cuja bagagem intelectual e condição social privilegiadas, não foram suficientes para passar a borracha na brasilidade, e nem poderia ser diferente. Uma cabeça inteligente só poderia eleger o nosso País como o melhor do mundo para se viver.

 

            E dessa “Elite Brasileira”, que nos orgulha, faz parte o neurocientista Miguel Nicolellis, paulistano revelado ao mundo nos Estados Unidos, pela sua grandeza nos meios científicos, cujo projeto que “chutou a bola da Copa” e não foi mostrado ao Planeta pela outra elite, preferiu desenvolver no Nordeste Brasileiro, sem complexo de vira lata.

 

            O Chico, enquanto chique, mostra aos brasileiros que tentam ser, que a receita é a simplicidade, sem abrir mão do raciocínio, que todo mundo tem, mas pouca gente usa. E deixa muito claro que, para ser elegante e intelectual, não é preciso pisar em cima de ninguém, basta ter a coragem de ser coerente e verdadeiro. Afinal, já dizia o Cristo, que “a verdade nos libertará”.

 

            O Chico é um exemplo a ser seguido. Até tricolor ele é...

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Comentário de Antonio Edson Belther em 15 junho 2014 às 16:27

O Chico é o Chico, nata da sociedade brasileira, pois há nele uma particularidade que encanta, ele pensa, e não sofre enxaqueca quando lê um livro de 500 páginas. pois a elite econômica infelizmente mostrou ao mundo exatamente a que veio quando invadiu o Brasil há quinhentos anos atrás.

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