CÓDIGO FLORESTAL DA TRAGÉDIA: RURALISTAS ESTÃO QUIETINHOS DEPOIS DO DESLIZAMENTO NO RIO DE JANEIRO

Do Blog Educação Política

Quem ainda não falou nada sobre a tragédia no Rio de Janeiro foram os ruralistas, que defendem a ocupação no topo de morros, na beira dos rios e em qualquer lugar que exista e se possa lucrar.


A bancada ruralista, uma das maiores do Congresso Nacional, foi durante os últimos anos a ferrenha defensora da revisão do Código Florestal no sentido de diminuir a proteção ambiental.

As grandes empresas de comunicação poderiam ouvir a senadora Kátia Abreu (DEM), líder dos ruralistas, para que ela comentasse sobre a plantação em morros e margens de rios e também sobre a tragédia no Rio.

A tragédia do Rio de Janeiro mostra que é preciso rever as alterações no projeto de código florestal que está no Congresso Nacional e aumentar as garantias ambientais, principalmente às margens de rios e nos topos de morros. (Glauco Cortez)

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Comentário de Nonato Pereira em 17 janeiro 2011 às 17:47
Diante dessas tragédias, sem perplexidade, a questão da terra não é lembrada. Há o discurso do aquecimento global como o tique-taque do relógio, há a culpa pra todo lado. Ninguém fala, porém, da questão fundiária, da grilagem e da exploração imobiliária gananciosa e criminosas. As encostas, os charcos e outros degradados são os espaços que restaram aos pobres. Soma-se  a isso os governos dos ricos que durante centenas de anos nada fez por um ordenamento urbano conseqüênte, muito pelo contrário, eram comprometidos com as práticas mais condenáveis. E agora? De quem é a culpa?
Comentário de Nonato Pereira em 17 janeiro 2011 às 17:52
Errata: onde se lê nada fez, leia-se: nada fizeram. Peço-lhes desculpas.

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