Comentário ao post "Cotistas se dão bem na sua maior prova: a carreira"

Os contrários as cotas, são por puro preconceito, e não possuem argumentos para serem do contra. (Gilson As)

Caro Gilson As, esta sua estocada naqueles que são a favor das cotas sociais no lugar das raciais não faz o menor sentido. Eu sou a favor das cotas raciais mas jamais vou cometer o disparate de afirmar que quem é contra as cotas raciais é preconceituoso. Claro que há retrógrados e preconceituosos, estou me referindo ao DEM que, ao serem contra as cotas raciais, estão sendo contra também as cotas sociais, até mesmo porque, na prática, foram isso, o que não é o caso do Nassif. No mínimo é uma grande injustiça esta sua afirmação. Mais uma vez afirmo que, quem defende as cotas sociais no lugar das raciais, como é o caso do Nassif,  tem que ser muito didático para não ser visto como preconceituoso ou contrário a emancipação social dos negros,  eis a prova disso: o seu comentário. Gilson, até parece que você não acompanha este coletivo, pois se o acompanhasse atentamente estaria ciente do espaço dado à luta dos negros contra o preconceito e em defesa da sua cultura. No Brasilianas.org o Nassif seguiu a mesma linha de dar espaço para a luta dos negros, levando para os debates os defensores das cotas sociais e raciais também.  A propósito, aqui alguns links publicados no blog:

O racismo não cordial do brasileiro

http://www.advivo.com.br/blog/luisnassif/o-racismo-nao-cordial-do-b...

A repercusssão do caso Nono Paolo
http://www.advivo.com.br/blog/luisnassif/a-repercussao-do-caso-nonn...

A internet na idade do crescimento

http://www.ocafezinho.com/2012/01/08/internet-na-idade-de-crescimento/

A pouca solidariedade dos discriminados

http://www.advivo.com.br/blog/luisnassif/a-pouca-solidariedade-dos-...

Preso há 2 meses sem provas

http://www.advivo.com.br/blog/luisnassif/preso-ha-dois-meses-sem-pr...

A esquerda e a militância na internet

http://www.advivo.com.br/blog/luisnassif/a-esquerda-e-a-militancia-...

Politicamente correto: Samba do afro-descendente desprovido de pensamento lógico

http://www.advivo.com.br/blog/andre-luiz/politicamente-correto-samb...

A música afro no Brasil

http://www.advivo.com.br/blog/luisnassif/os-rumos-da-musica-afro-no...

A música africana da Bahia

http://www.advivo.com.br/blog/luisnassif/a-musica-africana-da-bahia

Ella Fitzgerald e Nat King Cole em 1949

http://www.advivo.com.br/blog/luisnassif/ella-fitzgerald-e-nat-king...

Album "O Canto dos Escravos"

http://www.advivo.com.br/blog/luisnassif/album-o-canto-dos-escravos

Vou aproveitar a deixa para expor o conteúdo deste link. Gilson As, será que somos mesmo preconceituos? E você? Aonde você guarda seu preconceito. Eu digo nós porque isto aqui é uma comunidade e, como tal, me senti atingido por seu comentário

Album "O Canto dos Escravos"

Autor: Luciano Hortêncio no Portal Luis NassifPor José Carlos Lima

"Álbum O Canto dos Escravos, LP prensado em 1982, contendo cantos ancestrais dos negros benguelas, de São João da Chapada, Diamantina, Minas Gerais. Cantos dos Escravos, 5 com a Clementina, 5 com o Geraldo Filme e 4 com Tia Doca. Todos os vídeos estão com as respectivas letras no dialeto falado pelos escravos benguelas que habitavam a região de Diamantina, em minas Gerais." (Luciano Hortêncio)

Clementina de Jesus: Canto I (Canto dos Escravos)

http://blogln.ning.com/video/clementina-de-jesus-canto-i-canto-dos-...

Clementina de Jesus: Canto II (Canto dos Escravos)

http://blogln.ning.com/video/clementina-de-jesus-canto-ii-canto-dos...

Geraldo Filme: Canto III (Canto dos Escravos)

http://blogln.ning.com/video/geraldo-filme-canto-iii-canto-dos-escr...

Tia Doca: Canto IV (Canto dos Escravos)

http://blogln.ning.com/video/tia-doca-canto-iv-canto-dos-escravos

Clementina de Jesus: Canto V (Canto dos Escravos)

http://blogln.ning.com/video/clementina-de-jesus-canto-v-canto-dos-...

Geraldo Filme: Canto VI (Canto dos Escravos)

http://blogln.ning.com/video/geraldo-filme-canto-vi-canto-dos-escravos

Tia Doca: Canto VII (Canto dos Escravos)

http://blogln.ning.com/video/tia-doca-canto-vii-canto-dos-escravos

Clementina de Jesus: Canto VIII (Canto dos Escravos)

Geraldo Filme: Canto IX(Canto dos Escravos)

http://blogln.ning.com/video/geraldo-filme-canto-ix-canto-dos-escravos

http://blogln.ning.com/video/clementina-de-jesus-canto-viii-canto-d...

Tia Doca: Canto X (Canto dos Escravos)

http://blogln.ning.com/video/tia-doca-canto-x-canto-dos-escravos

Geraldo Filme: Canto XI (Canto dos Escravos)

http://blogln.ning.com/video/geraldo-filme-canto-xi-1

Clementina de Jesus: Canto XII (Canto dos Escravos)

http://blogln.ning.com/video/clementina-de-jesus-canto-xii-canto-do...

Tia Doca: Canto XIII (Canto dos Escravos)

http://blogln.ning.com/video/tia-doca-canto-xiii-canto-dos-escravos

Geraldo Filme: Canto XIV (Canto dos escravos)

http://blogln.ning.com/video/geraldo-filme-canto-xiv-canto-dos-escr...

FONTE: http://blogln.ning.com/profile/LucianoSHortenciodeMedeiros

Para o Sete Encruzilhadas

http://www.advivo.com.br/blog/luisnassif/para-o-sete-encruzilhadas

Saindo do campo da música, vamos agora à literatura

Resposta a Ferreira Gullar: O leninismo literário

http://www.advivo.com.br/blog/luisnassif/resposta-a-ferreira-gullar...

Traços da África

http://www.advivo.com.br/blog/luisnassif/tracos-da-africa

O samba e a brasilidade, por Pedro Bustamente Teixeira

http://www.advivo.com.br/blog/luisnassif/o-samba-e-a-brasilidade-po...

Caro amigo Gilson As, me desculpa mas seu comentário me surtou, perdi os freios

http://www.advivo.com.br/blog/luisnassif/a-acao-afirmativa-no-itama...

Um elogio AO ERRO (Entre aspas)

http://www.advivo.com.br/blog/gilberto-cruvinel/um-elogio-ao-erro-e...

A loirinha filha de pais negros

http://www.advivo.com.br/blog/luisnassif/a-loirinha-filha-de-pais-n...

Pedaços de Suzane Richtofen

http://www.advivo.com.br/blog/luisnassif/pedacos-de-suzane

Lembretes:

1- Eu te perdo, ops, eu quis dizer eu te perdôo ou compreendo para não te perder, compreendo

2-Procurar o texto no qual Ferreira Gullar nega a influência afro na literatura brasileira, isto porque, segundo ele(Gullar), a cultura oral afro não conta na hora de se considerar a influência da África na cultura brasileira. Falta mimesis ao Gullar, também pudera, o poeta  tem que agradar a Grande Mídia do Ali Kamel "Não Somos Racistas"

Vamos à fotografia

O racismo no Brasil: A história de uma foto

http://advivo.com.br/blog/implacavel/racismo-no-brasil-a-historia-d...

O ovo da serpente da linguagem racialista

http://www.advivo.com.br/blog/luisnassif/o-ovo-da-serpente-da-lingu...

Segredos da África

http://www.advivo.com.br/blog/jose-carlos-lima/segredos-da-africa

Achei o Ferreira Gullar

FERREIRA GULLAR

Preconceito cultural
Cruz e Souza e Machado de Assis foram herdeiros de tendências europeias; não se pode afirmar que faziam 'literatura negra'

De alguns anos para cá, passou-se a falar em literatura negra brasileira para definir uma literatura escrita por negros ou mulatos. Tenho dúvidas da pertinência de uma tal designação. E me lembrei de que, no campo das artes plásticas, em começos do século 20, falava-se de escultura negra, mas, creio eu, de maneira apropriada.

Naquele momento, a arte europeia questionava o caráter imitativo da linguagem plástica e descobria que as formas têm expressão autônoma, independentemente do que representem, ou seja, não é necessário que uma escultura imite um corpo de mulher para ter expressão estética, para ser arte.

As esculturas africanas, trazidas para a Europa pelos antropólogos, eram tão "modernas" quanto as dos artistas europeus de vanguarda, já que fugiam a qualquer imitação anatômica. Foram chamadas de arte negra não apenas porque as pessoas que as faziam eram da raça negra e, sim, porque constituíam uma expressão própria a sua cultura.

Não é o caso da literatura. A contribuição do negro à cultura brasileira é inestimável, a tal ponto que falar de contribuição é pouco, uma vez que ela é constitutiva dessa cultura.

O Brasil não seria o país que o mundo conhece -e que nós amamos- sem a música que tem, sem a dança que tem, criada em grande parte pelos negros.

Ninguém hoje pode imaginar este país sem os desfiles de escolas de samba, sem a dança de suas passistas, o ritmo de sua bateria, a beleza e euforia que fascinam o mundo inteiro.

Uma parte dessas manifestações artísticas é também dos brancos, mas constituem, no seu conjunto, uma expressão nova no mundo, nascida da fusão dos muitos elementos de nossa civilização mestiça.

Certamente, os estudiosos reconhecem que, sem o negro e sua criatividade, seu modo próprio de encarar a vida e mudá-la em festa e beleza, não seríamos quem somos. Mas teria sentido, agora, pretender separar, no samba, na dança, no Carnaval, o que é negro do que não é? E já imaginou se, diante disso, surgissem outros para definir, em nosso samba, o que é branco e o que é negro?

E, em função disso, se iniciasse uma disputa para saber quem mais contribuiu, se Pixinguinha ou Tom Jobim, se Ataulfo Alves ou Noel Rosa, se Cartola ou Chico Buarque?

Felizmente, isso não vai acontecer, mesmo porque, nesse terreno, ninguém se preocupa em distinguir música negra de música branca. O que há é música brasileira.

Mas, infelizmente, na literatura, essa descriminação começa a surgir. Não acredito que vá muito longe, uma vez que é destituída de fundamento, mas, de qualquer maneira, contribuirá para criar confusão.

Falar de literatura brasileira negra não tem cabimento. Os negros, que para cá vieram na condição de escravos, não tinham literatura, já que essa manifestação não fazia parte de sua cultura.

Consequentemente, foi aqui que tomaram conhecimento dela e, com os anos, passaram a cultivá-la.

Se é verdade que, nas condições daquele Brasil atrasado de então, a vasta maioria dos escravos nem sequer aprendia a ler -e não só eles, como também quase o povo todo-, com o passar dos séculos e as mudanças na sociedade brasileira, alguns de seus descendentes, não apenas aprenderam a ler como também se tornaram grandes escritores, tal é o caso de Cruz e Souza, Machado de Assis e Lima Barreto, para ficarmos nos mais célebres.

Cruz e Souza era negro; Machado de Assis, mulato, mas tanto um quanto outro foram herdeiros de tendências literárias europeias, fazendo delas veículo de seu modo particular de sentir e expressar a vida. Não se pode, portanto, afirmar que faziam "literatura negra" por terem negra ou parda a cor da pele.

Pode ser que os que falam em literatura negra pretendam valorizar a contribuição do negro à literatura brasileira. A intenção é boa, mas causa estranheza, já que o Brasil inteiro reconhece Machado de Assis como o maior escritor brasileiro de todos os tempos, Pelé como um gênio do futebol e Pixinguinha, um gênio da música.

Contra toda evidência, afirmam que só quando se formar no Brasil um grande público afrodescendente os escritores negros serão reconhecidos, como se só quem é negro tivesse isenção para gostar de literatura escrita por negros. Dizer isso ou é tolice ou má-fé.

http://www1.folha.uol.com.br/fsp/ilustrada/12790-preconceito-cultur...

Respostas ao Gullar:

Negros ou urubus? Ferreira Gullar defende que a intelectualidade é exclusivamente branca!

http://www.pragmatismopolitico.com.br/2011/12/negros-ou-urubus-ferr...

Uma busca no Google

Desdobramentos do preconceito cultural de Ferreira Gullar

http://leliagonzalez-informa.blogspot.com/2011/12/desdobramentos-do...

Comentário ao post "Os órfãos do poeta Ferreira Gullar"

http://blogln.ning.com/profiles/blogs/coment-rio-ao-post-os-rf-os-d...

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E agora? O que fazer com este conteúdo.

Tirar uma conclusão:

Como se vê na foto postada neste comentário, os negros são duplamente discrimados e excluídos: Por serem pobres e por serem negros. As estatísticas confirmam isso, basta olhar a população dos presídios: Quem está lá senão, em sua maioria, os negros? Por isso sou a favor das cotas raciais, pelo menos por um tempo, até que este fosso social diminua, o que ocorrerá se aprofundadas  políticas tais como reforma agrária, distribuição de renda(taxação das grandes fortunas, CPMF...), empregos, etc.  É bem provável que muitos dos negros e negras que hoje entram no mercado de trabalho exercendo atividades até pouco tempo atrás inimagináveis, como por exemplo odontologia e medicina, não teria chegado a este pontamar caso tivessem que disputar as vagas com brancos pobres, caso tivesse sido adotado, para a inclusão dos mesmos, a cota social. Mesmo assim respeito e muito aqueles que defendem as cotas sociais enquanto política de inclusão mais abrangente ao contemplar, também, os brancos pobres. Temos que ter o maior cuidado para não cometermos esta injustiça que você cometeu ao dar a entender ser racista ou preconceito ou regressista(conservador) quem defende as cotas sociais no lugar das raciais. É verdade que, na prática eixtem aqueles que, ao serem contra as cotas raciais é porque são, também, contra as cotas sociais ou qualquer outra política de inclusão, como o é o caso do partido Democratas (DEM). No entanto, não é este o caso de todos aqueles que defendem as cotas sociais no lugar das raciais. Não é este o caso do Nassif, não é mesmo Gilson As. Grande abraço,

FONTE: http://www.advivo.com.br/blog/luisnassif/cotistas-se-dao-bem-na-sua...

Atualização - 21/01/12

Por Esquiber, no Luis Nassif Online

Da CartaCapital

A serviço da treva

Por Mino Carta

Âncora do Jornal Nacional da Globo, William Bonner espera ser assistido por um cidadão o mais possível parecido com Homer Simpson, aquele beócio americano. Arrisco-me a crer que Pedro Bial, âncora do Big Brother, espere a audiência da classe média nativa. Ou por outra, ele apostaria desabridamente no Brasil, ao contrário do colega do JN. Se assim for, receio que não se engane.

É que a Globo procura. Achou Daniel, que tem o mérito de ser contra as cotas. Foto: Frederico Rozário/TV Globo

Houve nos últimos tempos progressos em termos de inclusão social de sorte a sugerir aos sedentos por frases feitas o surgimento de uma “nova classe média”. Não ouso aconselhar-me com meus carentes botões a respeito da validade dos critérios pelos quais alguém saído da pobreza se torna pequeno burguês. Tanto eles quanto eu sabemos que para atingir certos níveis no Brasil de hoje basta alcançar uma renda familiar de cerca de 3 mil reais, ou possuir celular e microcomputador.

Tampouco pergunto aos botões o que há de “médio” neste gênero de situações econômicas entre quem ganha salário mínimo, e até menos, e, digamos, os donos de apartamentos de mil metros quadrados de construção, e mais ainda. Poupo-os e poupo-me. Que venha a inclusão, e que se aprofunde, mas est modus in rebus. Se, de um lado, o desequilíbrio social ainda é espantoso, do outro cabe discutir o que significa exatamente figurar nesta ou naquela classe. Quer dizer, que implicações acarreta, ou deveria acarretar.

Aí está uma das peculiaridades do País, a par do egoísmo feroz da chamada elite, da ausência de um verdadeiro Estado de Bem-Estar Social etc. etc. Insisto em um tema recorrente neste espaço, o fato de que os efeitos da revolução burguesa de 1789 não transpuseram a barreira dos Pireneus e não chegaram até nós. E não chegou à percepção de consequências de outros momentos históricos também importantes. Por exemplo. Alastrou-se a crença no irremediável fracasso do dito socialismo real. Ocorre, porém, que a presença do império soviético condicionou o mundo décadas a fio, fortaleceu a esquerda ocidental e gerou mudanças profundas e benéficas, sublinho benéficas, em matéria de inclusão social. No período, muitos anéis desprenderam-se de inúmeros dedos graúdos.

A ampliação da nossa “classe média”, ou seja, a razoável multiplicação dos consumidores, é benfazeja do ponto de vista estritamente econômico, mas cultural não é, pelo menos por enquanto, ao contrário do que se deu nos países europeus e nos Estados Unidos depois da Revolução Francesa. De vários ângulos, ainda estacionamos na Idade Média e não nos faltam os castelões e os servos da gleba, e quem se julga cidadão acredita nos editoriais dos jornalões, nas invenções de Veja, no noticiário do Jornal Nacional. Ah, sim, muitos assistem aoBig Brother.

Estes não sabem da sua própria terra e dos seus patrícios, neste país de uma classe média que não está no meio e passivamente digere versões e encenações midiáticas. Desde as colunas sociais há mais de um século extintas pela imprensa do mundo contemporâneo até programas como Mulheres Ricas, da TV Bandeirantes. Ali as damas protagonistas substituíram a Coca e o Guaraná pelo champanhe Cristal. Quanto ao Big Brother, é de fonte excelente a informação de que a produção queria um “negro bem-sucedido”, crítico das cotas previstas pelas políticas de ação afirmativa contra o racismo. Submetido no ar a uma veloz sabatina no dia da estreia, Daniel Echaniz, o negro desejado, declarou-se contrário às cotas e ganhou as palmas febris dos parceiros brancos e do âncora Pedro Bial.

A Globo, em todas as suas manifestações, condena as cotas e não hesita em estender sua oposição às telenovelas e até ao Big Brother. E não é que este Daniel, talvez negro da alma branca, é expulso do programa do nosso inefável Bial? Por não ter cumprido algum procedimento-padrão, como a emissora comunica, de fato acusado de estuprar supostamente uma colega de aventura global, como a concorrência divulga. Há quem se preocupe com a legislação que no Brasil contempla o específico tema do estupro. Convém, contudo, atentar também para outro aspecto.

A questão das cotas é coisa séria, e quem gostaria de saber mais a respeito, inteire-se com proveito dos trabalhos da GEMAA, coordenados pelo professor João Feres Jr., da Universidade do Estado do Rio de Janeiro: o site deste Grupo de Estudos oferece conteúdo sobre políticas de ação afirmativa contra o racismo. Seria lamentável se Daniel tivesse cometido o crime hediondo. Ainda assim, o programa é altamente representativo do nível cultural da velha e da nova classe média, e nem se fale dos nababos. Já a organização do nosso colega Roberto Marinho e seu Grande Irmão não são menos representativos de uma mídia a serviço da treva. 

http://www.advivo.com.br/blog/luisnassif/a-servico-da-treva-por-min...

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