Como a 'Era Lula' criou o 'Rockefeller' brasileiro?

O Sabiá laranjeira e o X da questão: A grande "tacada" de mestre e o enigma:

“Com efeito um dia de manhã, estando a passear na chácara, pendurou-me uma ideia no trapézio que eu tinha no cérebro. Uma vez pendurada, entrou a bracejar, a pernear, a fazer as mais arrojadas cabriolas de volatim, que é possível crer. Eu deixei-me estar a contemplá-la. Súbito, deu um grande salto, estendeu os braços e as pernas, até tomar a forma de um X: decifra-me ou devoro-te.” 

Memórias póstumas de Brás Cuba, Cap. II, 1880.

apud Raymundo Faoro, 2001: Machado de Assis: A Pirâmide e o Trapézio, p:ix. 

Um diálogo fictício, mas provável, em algum lugar do passado recente na linha do horizonte:

Eliezer: -Meu filho, os tempos são outros, o tempo de "gold" creio que já passou, agora os sinais de "Inside Job" , "The Insider",..., vindo das profundezas são de "black gold".

Eike: - Ôôô "meupaipai", ôôô "meupaipai"

Eliezer: - O Brasil nessa fragilidade de governança, nessa onda de guerra política do "mensalão", as idéias de criar novos players globais, é o momento de nossa grande "tacada" nas profundezas, você deve, entre outras, apoiar o Bolsa família do governo e "follow my way".

Eike: -Ééé "meupaipai", ééé "meupaipai".

As histórias no tempo: O INDIANO E EIKE BATISTA

Uma idéia, depois de lançada no ar, pertence a todos, e quem tem o poder de amplificá-la, geralmente acaba ficando com os louros, “papagaio come milho piriquito leva fama”. Uma história de mais de seis anos, vem a baila, volta a dar a luz da graça meses atrás. Em março de 2006, meu amigo ouviu de um engenheiro indiano, que morava a um bom tempo nos EUA, disse o indiano, “o Brasil nessas próximas duas décadas, será como os EUA nos anos sessenta e setenta para desenvolvimento”. Acompanhavamos as noticias da “terra brasilis”, estavamos em plena balburdia da reeleição e do vulgo “mensalão”. Fui absolutamente pessimista, disse ao meu amigo, “cara, esse indiano da viajando”. Fui para casa após o expediente, e as palavras do indiano a torturar-me a pestana, não saiam da mente ao colocar a cabeça no travesseiro, comecei a refletir entre o que ouvi sobre as palavras do indiano e a minha posição pessimista. Levei dias, mas veio o peso da consciência, pois o indiano era um engenheiro que tinha uma visão do Brasil, eu era um engenheiro que não tinha uma visão da Índia. Portanto o cara poderia (e era) mais preparado do que eu no assunto, os dias e as noites foram longas, não dormi naquela noite e os meus dentes doem até hoje. Meses atrás, quarto trimestre de 2011, ouvi as mesmas palavras do indiano, amplificada pelo empresário Eike Batista, como diria Nelson Rodrigues, “A vida como ela é”

Eike Batista costuma dizer que pensa em 360 graus, mas seu pai, creio que Eliezer Batista, pensa global e em volume esférico (V = pi * 4/3 r^3).

E la nave va

Quem viver verá!

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Comentário de Oswaldo Conti-Bosso em 20 maio 2012 às 16:38

Blog do Fernando Nogueira da Costa

Origem das Fortunas dos Bilionários Brasileiros

Maio 20th, 2012

Prezado Fernando,

Por falar em bilionários, confesso-lhe, venho indagando a mim mesmo, a pergunta abaixo, faz algum tempo, com a leitura de outros, como Ildo Sauer e Giorgio Romano Schutte, "Os Cabeças de Planilhas", etc.
É de colocar no chinelo os "encilhamentos" do Brasil, para citar dois, no século XIX com Rui Barbosa e o nascimento da República (ainda "inacabada") e do século XX com FHC. Aparentemente agora temos o do século XXI.

Ano passado, maio ou junho, fiz uma pergunta ao pensador e ex-PT, Paulo Eduardo Arantes, em um debate na FFLCH, coordenado pelo sempre cordial, André Singer, em sua apresentação, mais ou menos na linha "Como anda o desmanche no mundo", indaguei-lhe: Somos esquerda ou zero a esquerda? (Ele virou um dragão Chinês).

O Gaucho, Leonel Brizola, pouco antes de sua viajem derradeira, admitiu quase meio século depois, mas admitiu, que a Esquerda chegou no poder com Jango de graça, nos anos 60´s, e não sabia o que fazer. Uma reflexão muito forte.
A esquerda "social democrata" chegou ao poder novamente, com Lula, e hoje confesso que não saberia dimensionar seu tamanho, se mais próximo de Vargas e JK ou FHC. É certamente um "mito" vivo, e creio entre os três primeiros, mas os historiadores e a historiografia o farão.

Me vem a mente o bilhete do Sergio Mota, também antes de sua viajem derradeira, ao seu amigo Presidente, FHC já em plena campanha para reeleito, na qual sabemos (e sabemos como), Sergio Mota foi o coordenador da aprovação da emenda da eleição: "Não se apequene". Ou seja, a mensagem era favas contadas, pois "Inês era morta".
O que salta aos olhos em mim hoje, como foi grande (gigante) Getúlio Vargas.
Como disse Wanderley Guilherme dos Santos em março de 2011, o Brasil está vivendo uma "Nova era Vargas", e vejo que a elite paulista ainda não digeriu a primeira era Vargas.


Como a 'Era Lula' criou o 'Rockefeller' brasileiro?
O Sabiá laranjeira e o X da questão: A grande "tacada" de 'Mestre' e o 'enigma':
“Com efeito um dia de manhã, estando a passear na chácara, pendurou-me uma ideia no trapézio que eu tinha no cérebro. Uma vez pendurada, entrou a bracejar, a pernear, a fazer as mais arrojadas cabriolas de volatim, que é possível crer. Eu deixei-me estar a contemplá-la. Súbito, deu um grande salto, estendeu os braços e as pernas, até tomar a forma de um X: decifra-me ou devoro-te.”
Memórias póstumas de Brás Cuba, Cap. II, 1880.
apud Raymundo Faoro, 1974: Machado de Assis: A Pirâmide e o Trapézio, p:ix.

Um diálogo fictício, mas provável, em algum lugar do passado recente na linha do horizonte:
Eliezer: -Meu filho, os tempos são outros, o tempo de "gold" creio que já passou, agora os sinais de "Inside Job" , "The Insider",..., vindo das profundezas são de "black gold".
Eike: - Ô ô ô "meupapai", ô ô ô "meupaipai"
Eliezer: - O Brasil nessa fragilidade de governança, nessa onda de guerra política do "mensalão", as idéias de criar novos players globais, é o momento de nossa grande "tacada" nas profundezas, você deve, entre outras, apoiar o Bolsa família do governo e "follow my way".
Eike: -É é é "meupaipai", é é é "meupaipai".

E la nave va
Quem viver verá!

http://www.luisnassif.com/profiles/blogs/como-a-era-lula-creio-o-ro...

Sds,

Comentário de Oswaldo Conti-Bosso em 20 maio 2012 às 23:16

Prezado Conti-Bosso,
muito bom seu comentário!
Queremos imaginar como os historiadores do futuro decifrarão nossa era, se nos mesmos não conseguimos. Mas o “distanciamento histórico”, a imparcialidade (?) de gerações posteriores, “a fácil sabedoria ex-post”, enfim, confiemos que “os engenheiros de obra-feita” saberão faze-lo.
Enquanto isso não acontece, nos vamos levantando hipóteses para serem confirmadas ou falseadas. Assim caminha a humanidade, lado a lado com a ciência, não é?
Minha última hipótese com a qual estou “cismado”: a centralidade do Estado nacional, para dar o salto na história recente de país esquecido para país emergente, permitiu ele próprio criar “os vencedores”, ou seja, a burguesia nacional!
Eliezer disse (ou não disse), mas o próprio filho germano-tupiniquim enxergou em sua carreira de estadista, criador da Vale e desbravador do Brasil, a possibilidade de exportar o sub-solo brasileiro, inclusive em águas profundas:
- Grandes servidores públicos mal-pagos estão dispostos a colocar toda sua sabedoria pesquisada com dinheiro público a serviço de lucros privados: contrate-os!
- Dito e feito! Sem erro, farei o “dever de casa”, papai, criarei o meu capitalismo!

CAPITALISMO IDEAL – Você tem duas vacas. Vende uma e compra um touro. Eles se multiplicam, e a economia cresce. Você vende o rebanho e aposenta-se, rico!

CAPITALISMO AMERICANO – Você tem duas vacas. Vende uma e força a outra a produzir o leite de quatro vacas. Fica surpreso quando ela morre.

CAPITALISMO JAPONÊS – Você tem duas vacas. Redesenha-as para que tenham um décimo do tamanho de uma vaca Normal e Produzam 20 vezes mais leite. Depois cria desenhinhos de vacas chamados Vaquimon e os vende para o mundo inteiro.

CAPITALISMO BRITÂNICO – Você tem duas vacas. As duas são loucas.

CAPITALISMO HOLANDÊS Você tem duas vacas. Elas vivem juntas, não gostam de touros mas tudo bem.

CAPITALISMO ALEMÃO – Você tem duas vacas. Elas produzem leite regularmente, segundo padrões de qualidade, quantidade e horário previamente estabelecido, de forma precisa e lucrativa. Mas o que você queria mesmo era criar porcos.

CAPITALISMO RUSSO – Você tem duas vacas. Conta-as e vê que tem 5 vacas. Conta de novo e vê que tem 42 vacas. Conta de novo e vê que tem 12 vacas. Você pára de contar e abre outra garrafa de vodca.

CAPITALISMO SUÍÇO – Você tem 500 vacas, mas nenhuma é sua. Você cobra para guardar a vaca dos outros.

CAPITALISMO ESPANHOL – Você tem muito orgulho de ter duas vacas.

CAPITALISMO PORTUGUÊS – Você tem duas vacas. E reclama porque seu rebanho não cresce…

CAPITALISMO HINDU – Você tem duas vacas. E ai de quem tocar nelas.

CAPITALISMO ARGENTINO – Você tem duas vacas. Você se esforça para ensinar as vacas a mugirem em inglês… As vacas morrem. Você entrega a carne delas para o churrasco de fim de ano ao FMI.

CAPITALISMO BRASILEIRO – Você tem duas vacas. Uma delas é roubada. O governo cria a CCPV – Contribuição Compulsória pela Posse de Vaca. Um fiscal vem e lhe autua, porque embora você tenha recolhido corretamente a CCPV, o valor era pelo número de vacas presumidas e não pelo de vacas reais. A Receita Federal, por meio de dados também presumidos do seu consumo: Leite, queijo, sapatos de couro, botões, presume que você tenha 200 vacas. E para se livrar da encrenca, você dá a vaca restante para o fiscal deixar por isso mesmo…

CAPITALISMO EIKE BATISTA – Você não tem nenhuma vaca. Vende para um fundo de pensão americano 30% da Centennial Cow LLC por US$1 bilhão de dólares, e compra 1 milhão de vacas por R$ 1.000 reais cada. Você contrata a melhor equipe de engenharia genética do país por US$ 5 milhões de dólares por ano, e estima que os netos das vacas valerão R$ 8.000 cada. Faz um business plan no PowerPoint e vende 20% da COWX no maior IPO da história, por US$10 bilhões. No final, você tem 56% da COWX, empresa que vale R$ 80 bilhões na Bovespa, já com a promessa de liderar a consolidação do mercado global de carne. Aparece entre os top 50 da Fortune e… avisa ao Bill Gates que está chegando!

att.

http://fernandonogueiracosta.wordpress.com/2012/05/20/origem-das-fo...

Comentário de Oswaldo Conti-Bosso em 4 junho 2012 às 21:58

Brasil: Desenvolvimento do Desenvolvimentismo

Caros geonautas,

Para os interessados em saber sobre as vertentes do pensamento econômico brasileiro do último meio século, ou pouco mais, de direita, esquerda ou independentes, até os debates atuais, esse texto do Fernando N. da Costa, trás uma abordagem muito interessante, de forma simples e resumida sobre os principais personagens das correntes que se formou no período e as revistas de economia, ISEB, ..., como Celso Furtado, Ignácio Rangel, Maria Conceição Tavares, Antônio Barros de Castro, Luiz  Gonzaga Belluzzo, João Manuel Cardoso de Mello, CEPAL (Raúl Prebisch, ...), ....., inclusive os conservadores de antes, até a "casa da garça".
Por exemplo, ajuda a entender o que é buraco pequeno, tipo "buraco de queijo mineiro", e buraco grande, tipo, "buraco de queijo suíço", e como faz falta ao país um projeto de desenvolvimento para a nação. A pergunta que formulei a alguns dias: Como a 'Era Lula' criou o 'Rockefeller' brasileiro?,não é, claramente, barbeiragem tipo "buraco de queijo mineiro", e sim, "buraco de queijo suíço", além da brilhante visão e mente de Eliezer Batista, e como se diz, do "enigma" Eike.
Pincei do texto algumas partes, como:
“A economia hoje virou uma batalha ideológica que, primeiro, envolve as relações de Poder. A Economia não é um saber qualquer, é um saber muito relacionado com o Poder, com a constituição de certas convicções que são importantes para a reprodução do sistema. Se você começa a pensar ao contrário do sistema, torna-se uma pessoa perigosíssima”. (Belluzzo, Luiz Gonzaga. Cadernos do Desenvolvimento. CICEF. Rio de Janeiro, v.6 n.9, jul.-dez.. 2011, p. 441).
Comentário de Oswaldo Conti-Bosso em 15 junho 2012 às 15:56

Publicado em 14/06/2012

PRESIDENTE DA PETROBRAS GARANTE QUE PREÇO DA GASOLINA NÃO VAI SUBIR

Funcionária de carreira, com 34 anos de Petrobras, Graça Foster é a primeira mulher a dirigir uma das grandes empresas [...]

Funcionária de carreira, com 34 anos de Petrobras, Graça Foster é a primeira mulher a dirigir uma das grandes empresas de petróleo em todo o mundo e revela, em entrevista exclusivo a Paulo Henrique Amorim, no Entrevista Record desta segunda (11), detalhes do crescimento do mercado de combustíveis e porque recomenda a investidores as ações da empresa que dirige. Assista! 

Comentário de Oswaldo Conti-Bosso em 1 julho 2012 às 4:05

América do Sul recupera ideias de Eliezer

Coluna Econômica - 16/09/11

No final do governo Collor, a Secretaria de Assuntos Estratégicos foi entregue a Eliezer Baptista, o mítico fundador da Companhia Vale do Rio Doce. Em pouco tempo ele preparou um amplo trabalho sobre os “Eixos de Desenvolvimento”, pensando na integração do continente.

Não se tratava meramente da infraestrutura, mas de criar regiões de desenvolvimento em sete áreas do continente. Tornou-se a Bíblia do planejamento regional.

Após a queda de Collor, o trabalho ficou perdido em alguma gaveta do Palácio.

Depois, recuperado no início do governo Fernando Henrique Cardoso, integrou o Plano Plurianual (PPA) 1996-1999 e os programas Brasil em Ação e Avança Brasil.

***

Para dar consistência continental, em 2000 foi criada a IIRSA (Iniciativa para a Integração da Infraestrutura Regional Sul-Americana), durante a primeira reunião de presidentes dos 12 países do continente, em Brasilia.

A ideia era que os investimentos e financiamentos fossem comandados por três bancos de desenvolvimento da região, o BID (Banco Interamericano de Desenvolvimento), o CAF (Cooperação Andina de Fomento) e o BNDES (Banco Nacional do Desenvolvimento Econômico e Social).

***

A crise fiscal do continente, mais a falta de prioridades de FHC para o Avança Brasil acabaram reduzindo a eficácia.

Especialmente, perderam-se duas das mais importantes visões trazidas por Eliezer: a ideia de eixos de desenvolvimento (em lugar de meros corredores de exportação) e a preocupação com o desenvolvimento sustentável.

***

O IIRSA deixou um bom legado, uma carteira de 519 projetos, metodologia conjunta de trabalho para os técnicos dos 12 países falarem a mesma linguagem, princípios claros para análise de projetos, permitindo aos técnicos nacionais conversar no âmbito multilateral.

Mas pecou por alguns erros de origem

O primeiro, o de ser uma instância eminentemente técnica. Por exemplo, um corredor ferroviário entre vários países exige uma mobilização política relevante.

***

 O segundo problema é que, apesar de ter nascido com suporte de três grandes bancos regionais, não trouxe solução para a questão do financiamento das obras. Os bancos ajudaram na elaboração dos projetos mas não na viabilização financeira. Por exemplo, uma rodovia transoceânica Brasil-Peru, para ser financiada teria que obedecer aos critérios bancários convencionais. Tornava-se inviável.

***

A terceira crítica foi que, devido à ascensão de novos governos que chegaram ao poder, criou-se a desconfiança de que seriam construídos apenas corredores de exportação capazes de escoar matéria prima mas sem trazer desenvolvimento.

***

A saída encontrada foi transformar a IIRSA em um Conselho de Infraestrutura da UNASUL, a união dos países sul-americanos. Assim, atuará como resposta vertical à falta de respaldo político para as obras. E como resposta horizontal, ajudando na sinergia com os demais conselhos, como o de Economia e Finanças, o de Relações Exteriores e o Banco do Sul.

***

Em novembro será apresentado o Programa de Ação Estratégica, para o período 2012/2023 racionalizando os projetos prioritários, agrupados em 30 projetos estruturantes. Tudo dentro do espírito original imaginado por Eliezer.

SIEPAC: Projeto de Integração Energética Latina

Caros navegantes,

Gostaria de adicionar ao post do Nassif, América do Sul recupera ideias de Eliezer , outro post,SIEPAC: Projeto de Integração Energética Latina, um exemplo do aprendizado nos projetos da integração energética da América Latina, como esse, que tem décadas, desde o início (1987), muitas histórias, problemas, e no caso, aprendizado duro: 

Projeto SIEPAC – Centroamérica

(Um prevê resumo de parte das apresentações do represente do BID, Arnaldo Vieira de Carvalho e da CIER, José Vicente Camargo Hernandez, referentes ao projeto SIEPAC no II Seminário Intern. de Interconexões- FIESP).

O que é o SIEPAC?

É um projeto de integração, entre seis países da América central, através da interconexão elétrica e a criação de um mercado elétrico regional. Os estudos se iniciaram em 1987 e o inicio de operação está previsto para Dezembro de 2011.

Linha do SIEPAC

Fonte: CIER

Nós de interligação da Rede SIEPAC:

Fonte: CIER

Como se pode observar o projeto é complexo, mais de duas décadas para início das operações (24 anos). Do início dos estudos do  projeto em 1987, com o BID se integrando ao mesmo em 1992,  em 1997 o BID aprova projeto de financiamento (BID participa com 51% na infra-estrutura).

Após aprovação financeira (1997), 10 anos após o início dos estudos (1987), o cronograma de execução do projeto era para seis anos, porém demorou mais 14 anos, no período houve 18 governos diferentes na região, para contornar essas dificuldades políticas, foi criado um instituição supranacional (MER) e instituições regionais, com a aprovação dos seis países envolvidos no SIEPAC, ou seja, os países, na prática, abriram mão do direito e da soberania de legislar sobre a rede elétrica em seu país, um comparação a grosso modo, como a implantação da moeda européia (EURO) nos países da comunidade européia.

Mercado Elétrico Regional da América Central: O MER é um sétimo mercado, sobre os seis mercados nacionais existentes, com regulação regional, no qual os agentes realizam transações internacionais de energia elétrica na região centro americana. Com administração técnica e comercial com regulamento próprio (RMER).

Esse projeto, certamente será sempre uma referência para os demais projetos em andamento na região, devido os problemas encontrados durante o processo de implantação, o aprendizado e as soluções deliberadas entre os países envolvidos no SIEPAC, que são em sua maioria, países de porte pequeno, em relação ao tamanho e consumo total de energia, se comparado com o Brasil, por exemplo.

Sds,

 

 

 

 

Engenharia de idéias e laços sociais: “A vida é o que acontece com você, enquanto você está muito ocupado fazendo outros planos”.

Comentário de Oswaldo Conti-Bosso em 1 julho 2012 às 4:07

Época Negócios compra briga com Eike Batista

De jura

Nem Eike aguenta o PIG

Eike contesta matéria e abre "guerra" contra revista

Do Terra

"Começou a guerra da EBX contra Revista Época Negócios, só isso!". O sétimo homem mais rico do mundo segundo a revista Forbes, Eike Batista, está em guerra com a imprensa. Desde a última quinta-feira, o empresário tem postado mensagens em seu perfil na rede social Twitter rebatendo uma matéria sobre seu grupo, EBX, que faz parte da última edição da revista Época Negócios.

A reportagem fala sobre o grupo de Eike, seus métodos de gestão e desafios que tem pela frente. O principal, segundo a revista, será começar a mostrar resultados a partir deste ano. "Eike sabe que a paciência dos investidores tem limite. E o limite é este ano", diz a Época Negócios. As respostas à matéria começaram na última quinta. "Época Negócios dessa semana me pergunta se vou entregar... Entrego há 30 anos e vou entregar muito mais", afirmou Eike em seu perfil no Twitter.

O empresário seguiu: "Onde está a transparência dos que criticam, mas se escondem no anonimato?", questiona Eike. Na matéria de Época Negócios, a maior parte dos questionamentos sobre se as empresas de Eike vão dar certo são feitas por pessoas que não foram identificadas. "Críticas abertas, é difícil encontrar. Mas desligue o gravador e você ouvirá nomes de peso, entre banqueiros e investidores, divagando sobre as 'fragilidades' do seu modelo de negócios", escreve a revista.

Neste final de semana, as críticas à revista voltaram, mais uma vez via Twitter. "E ai, Época Negócios, quando vocês vão entregar uma matéria condizente com as informações reais?" ou "Favor não procurar mais o Grupo EBX que adora e preza jornalismo isento e transparente", escreveu Eike.

Por meio do perfil da revista no Twitter, a publicação passou a responder os questionamentos de Eike. "A pergunta estampada na capa da revista é, atualmente, o grande questionamento do mercado", postou o perfil da Época Negócios. "A reportagem isenta explica, detalhadamente, o que o grupo EBX já entregou, o que falta entregar e como pretende entregar", afirmou a publicação.

Eike continuou com as críticas, em respostas a seus seguidores no Twitter. "Nós os respeitamos quando abrimos nossa casa com transparência eles não fizeram o mesmo! Simples, nunca mais! Eike". "Se achavam que escrever não tem consequências! Erram! Eike".

Época Negócios postou que "Agradecemos o acesso ao grupo EBX. As portas de Época Negócios estarão sempre abertas a @eikebatista, um dos maiores empresários do Brasil", mas Eike continuou com as críticas.

Dentre os demais posts sobre o tema, ainda neste final de semana, Eike escreveu: "Tenho o dever de não deixar esse tipo de jornalismo destrutivo e jocoso prosperar!" ou "A revista Época Negócios jamais terá acesso às companhias do Grupo EBX". O empresário também criticou a falta de opiniões divergentes na matéria. "Onde está o contraponto de ouvir banqueiros que apoiam o grupo e não compartilham dessa opinião?"

Um dos últimos do empresário sobre o assunto foi "Essa matéria da Época Negócios feriu minha honra e meu orgulho e por osmose a todos que trabalham no Grupo EBX! Eike". A editora Globo, que publica aÉpoca Negócios, afirmou que "sobre a reportagem de capa da revista Época Negócios de março, a publicação afrma que a matéria está absolutamente isenta e equilibrada. A revista ouviu todos os lados do mercado, como determina o bom jornalismo, prática da editora Globo há 60 anos".

"Começou a guerra da EBX contra Revista Época Negócios, só isso!". O sétimo homem mais rico do mundo segundo a revista Forbes, Eike Batista, está em guerra com a imprensa. Desde a última quinta-feira, o empresário tem postado mensagens em seu perfil na rede social Twitter rebatendo uma matéria sobre seu grupo, EBX, que faz parte da última edição da revista Época Negócios.A reportagem fala sobre o grupo de Eike, seus métodos de gestão e desafios que tem pela frente. O principal, segundo a revista, será começar a mostrar resultados a partir deste ano. "Eike sabe que a paciência dos investidores tem limite. E o limite é este ano", diz a Época Negócios.As respostas à matéria começaram na última quinta. "Época Negócios dessa semana me pergunta se vou entregar... Entrego há 30 anos e vou entregar muito mais", afirmou Eike em seu perfil no Twitter. O empresário seguiu: "Onde está a transparência dos que criticam, mas se escondem no anonimato?", questiona Eike. Na matéria de Época Negócios, a maior parte dos questionamentos sobre se as empresas de Eike vão dar certo são feitas por pessoas que não foram identificadas. "Críticas abertas, é difícil encontrar. Mas desligue o gravador e você ouvirá nomes de peso, entre banqueiros e investidores, divagando sobre as 'fragilidades' do seu modelo de negócios", escreve a revista.Neste final de semana, as críticas à revista voltaram, mais uma vez via Twitter. "E ai, Época Negócios, quando vocês vão entregar uma matéria condizente com as informações reais?" ou "Favor não procurar mais o Grupo EBX que adora e preza jornalismo isento e transparente", escreveu Eike.Por meio do perfil da revista no Twitter, a publicação passou a responder os questionamentos de Eike. "A pergunta estampada na capa da revista é, atualmente, o grande questionamento do mercado", postou o perfil daÉpoca Negócios. "A reportagem isenta explica, detalhadamente, o que o grupo EBX já entregou, o que falta entregar e como pretende entregar", afirmou a publicação.Eike continuou com as críticas, em respostas a seus seguidores no Twitter. "Nós os respeitamos quando abrimos nossa casa com transparência eles não fizeram o mesmo! Simples, nunca mais! Eike". "Se achavam que escrever não tem consequências! Erram! Eike".A Época Negócios postou que "Agradecemos o acesso ao grupo EBX. As portas de Época Negócios estarão sempre abertas a @eikebatista, um dos maiores empresários do Brasil", mas Eike continuou com as críticas.Dentre os demais posts sobre o tema, ainda neste final de semana, Eike escreveu: "Tenho o dever de não deixar esse tipo de jornalismo destrutivo e jocoso prosperar!" ou "A revista Época Negócios jamais terá acesso às companhias do Grupo EBX". O empresário também criticou a falta de opiniões divergentes na matéria. "Onde está o contraponto de ouvir banqueiros que apoiam o grupo e não compartilham dessa opinião?"Um dos últimos do empresário sobre o assunto foi "Essa matéria da Época Negócios feriu minha honra e meu orgulho e por osmose a todos que trabalham no Grupo EBX! Eike". A editora Globo, que publica a Época Negócios, afirmou que "sobre a reportagem de capa da revista Época Negócios de março, a publicação afrma que a matéria está absolutamente isenta e equilibrada. A revista ouviu todos os lados do mercado, como determina o bom jornalismo, prática da editora Globo há 60 anos".

Comentário de Oswaldo Conti-Bosso em 30 agosto 2012 às 14:01

Contra Corrente especial 58 anos sem Getúlio

Publicado em 27/08/2012 por tvcomdf

Comentário de Oswaldo Conti-Bosso em 17 janeiro 2013 às 15:07

Viomundo:

Perry Anderson e o balanço do lulismo: mais duradouro que o New Deal?

publicado em 16 de janeiro de 2013 às 1:38

Viomundo

Ildo Sauer: “O ato mais entreguista da história”

publicado em 18 de janeiro de 2012 às 19:13

O ato mais entreguista da história foi o leilão de petróleo para Eike

reprodução da revista da Associação dos Docentes da Universidade de São Paulo (ADUSP), número de outubro de 2011, sugerido pelo leitor ES Fernandes

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