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Como acabei com o abastecimento de água por carros pipas nas comunidades rurais de Bom Lugar II, Palheiro IV e recentemente Baixa dos Galegos no ASSU RN

Parte 1 Abastecimento de agua Potável em Bom Lugar II

No inicio do segundo mandato consecutivo do governo do prefeito Ronaldo da Fonseca Soares que já governou o ASSÚ RN por 3 vezes fui designado juntamente com Cleudon da Mata da FUNASA pelo gerente de produção Nuilson Pinto de Medeiros para fazer um diagnóstico das comunidades rurais abastecidas por carros pipas no meu municipio ASSÙ RN. Fui com o motorista agora vereador João Paulo para porção sul do municipio na localidade de Bom Lugar II. O que observei e presenciei dos assentados foi reclamação contra o prefeito de então Ronaldo da Fonseca irmão do meu cunhado Lourinaldo Soares que também foi prefeito do ASSU RN. Como geólogo e diretor do Departamento de Agricultura observei in loco foi que dezenas de residencias já possuia infra estrutura de energia eletrica e um poço seco no centro da comunidade. Disse a uma senhora que se encontrava exaltada colocanto toda culpa da situação de escasses de agua potável no local ao prefeito de então. Defendi minha secretaria e o prefeito dizendo: Minha senhora a culpa aqui não é do governo municipal e sim do INCRA que constroe as casa, coloca energia eletrica e depois é que vem fazer o poço. Era para para ser o contrario ou seja se fazer o poço observar sua capacidade de fornecer agua potável e depois se fazer as casas e se colocar a energia elétrica. Perguntei mais: Quem foi que locou este poço. Eles me disseram quem foi o geólogo que por questão de ética profissional não vou dizer o nome. Exclamei; este poço está mal locado não era para ser aqui em cima não. Ele está proximo ao limite ou borda da bacia potiguar e deve sim ser perfurado mais ao norte. Quando o geólogo vier outra vez aqui diga ele que estou defendendo esta concepção. Chamei um colono por nome de Francisco Fagundes e fui visitar a porção mais afastada da borda da bacia potiguar e observei vários baixios corresponde a pequenos riachos intermitentes sem agua corrente no local e disse ao colono que o poço deveria ser feito dentro do proprio riacho pois já havia assimilado pelo professor Geraldo Melo PHd em Hidrogeologia que a maioria dos riachos do semi-árido estava encaixados, encravados em falhas ou fraturas geológicas do embamento cristalino. Dito e feito. O geólogo veio e locou e perfurou o poço em um talveque de um riacho na qual deu água de boa qualidade e a vazão foi satisfatória para a demanda da população. O geólogo escolheu o baixio mas longe de todos em relação a localidade de Bom Lugar II, antigamente denominada de Lombo vermelho segundo um morador de idade avançada.

Tendo em vista que o mais novo poço ficava mais próximo ao outro assentamento Bom lugar III também no municipio do ASSU RN na qual o poço de lá logrou êxito com vazão razoavel o poço foi relocado ali.

Mais um erro do Incra que denunciei na época de então. Foi colocar um catavento em lugar que não existia vento. Isto constatei depois quando fui de maneira voluntária com o geólogo pesquisador Flankklin Martins da CPRM, onde subi uma colina adjacente e vi que as copas das arvores possuiam altura superior a altura da pás rotativas do catavento. Comuniquei tal fato a Dr. Flanklin e ele concordou com minha opinião que disse a outro geofísico que fazia parte da pesquisa. É Eugênio está certo. Colocaram um catavento onde não existe vento pois as copas altas impediam a circulação do mesmo. Exclamei: a solução aqui é se colocar energia eletrica e levar via mini-adutora água para Bom Lugar II. E isto aconteceu. Grande parte da comunidade ajudou a escavar a terra e nela foram instalados os canos até se chegar a caixa d'água suspensa que construiram próximo ao velho poço seco. Concluida a mini-adutora de comprimento de cerca de 4 Km o prefeito e Nuilson rasgando a vegetação da caatinga através da cooperativa de eletrificação e Desenvolvimento do Vale do AÇU - CERVAL se conseguiu colocar energia do poço do catavento e se fazer o teste de vazão que graças a DEUS deu certo e acabou para sempre o abastecimento de carro pipa em Bom Lugar II ao custo do empreendimento de eletrificação foi de cerca de 70 mil reais. Quando da presença do Dr. Flanklin Martins ele me defendeu dizendo a culpa aqui não é deste rapaz e nem do prefeito não. A culpa é do INCRA que não fez a infra hidrica prévia para solucionar o problema. No andamento da infra estrutura da instalação dos canos esta dita criatura ignorante nos chamava para tomar café na sua casa mas fazia severa críticas ao governo municipal. Na frente de mim e o Bibito meu assessor em certa  ocasião afirmou com palavras imorais dizendo: Eu acordo muitasvezes aqui e não tenho água nem para lavar o priquito. Defendí o governo e minha secretaria advogando: Dona Maria que espressão imoral é essa cerca da metade, 45 por cento das fichas para o abastecimento de todo o municipio vem para aqui e para Palheiro IV. Hoje está a obra está feita para todo pesquisador e a TV Globo, Bandeirante e Record filmar e reproduzir para todo o Brasil. Está lá o poço velho seco. Hoje a população de Bom Lugar II está rindo a toa com todas casas abastecidas com água no seus domicilios e com cisternas de placas em cada uma deles tendo água boa para "doar e vender".

Parte 2 Abastecimento de água potável em em Palheiro IV

Palheiro IV em tela fica situado abaixo da BR-304, Natal-Fortaleza trecho que atravessa o ASSU RN fui lá com Jailson, filho de Zé da Viuva, do Sindicato da Lavoura do ASSU RN e observei um poço abandonado no dominio geólogico da Formação Açu conhecida regionamente por seu expressivo potencial hídrico. O poço estava com uma rocha em cima de sua boca. Nele havia também uma banda  catavento velho que não funcionava mais. Matutei.. e decedi. Aqui no aquifero Açu apesar das residências serem afastadas uma das outras como não acontecia em Bom Lugar II há como resolver o problema de falta de água potável facilmente. Mandei ou seja aconselhei a limpesa do poço e a construção de uma rede elétrica até o local do poço. Feito a limpesa do Poço e eletrificação do local foi feito o teste de vazão do poço. Este apresentou agua de boa qualidade com vazão um pouco abaixo de 10.000 litros por hora. Os Assentados em regime de mutirão escavarão o chão para se implantar uma mini-adutora com as picaretas e forças de seus braços. Esta mini-adutora fez parte do PDS - Programa de Desenvolvimento Solidário que patrocinou a compra dos canos e bomba elétrica que captou a água e distribui para todas as residências de Palheiro IV porção sul da BR-304. Concluido este simples empreedimento a Comunidade nunca mais dependeu de uma gota d'água fornecida por carros pipas patrocinado pela prefeitura do ASSU RN. Para se comprovar é fácil se chegar lá e se filmar. Jailson de Zé da Viuva tem uma casinha lá e pode ir lá com qualquer pessoa que deseje observar o que eu estou descrevendo. Seu celular é 84 99856581. A amiga gestora ambiental Francisca Oliveira também auxiliou bastante neste simples e eficaz empreendimento. Telefonei agora 10:35 para o amigo Jailson e ele confirmou tudo isto acima citado.

Parte 3 Abastecimento de água na Baixa dos Galegos.

Baixa dos Galegos fica situado na porção sul do municipio do ASSU RN. Fica geologicamente falando em cima do limite entre o embasamento cristalino e rochas sedimentares da Bacia Potiguar nesta porção os sedimos dareniticos com niveis de argila da Formação. O DNOCS fez vários poços e que vazões baixissima ou poços secos.

Era portanto uma reividicação antiga solucionar o problema de lá. Em uma reunião no sindicato da Lavoura patrocinada pelo PDS na qual participei como representante ficou estabecido que nós integrante da comissão teríamos que estabeceler os projetos projetos para o desenvolvimento do ASSU RN. Tinha projeto para para uma fabrica de doce de banana na Comunidade de Linda Flor, Projeto de piscicultura em açudes da região, Projeto para criação de caprinos e o projeto de abastecimento de água da Baixa dos Galegos. Elegi em primeiro lugar o abastecimento d'água seguidos de outros projetos apresentados. Outros elegerama fabrica de doces em primeiro lugar, e outros o projeto de caprinocultura. Na somatoria o Abastecimento d'água ficou em primeiro os outros para uma segunda etapa. Pois bem. Agora vamos pensar como sera feito este empreendimento. Na Baixa dos Galegos o DNOCS constatou que não existe água, pois eu deduso que a água se infiltra no solo e desce até oas rochas do embasamento impermeavel e descamba ou escoa no subsolo na direção noroeste da região para dentro Bacia Potiguar. O jeito é fazer um poço e mini adutora vinda de Novos Pingos outro assentamento onde existe já constatado em poços antigos. Francisca me apresentou o Projeto com água vinda do melhor poço Novos Pingos. Discordei. Eu sei que existe um poço mais proximo no antiga Fazenda Pingos do meu Padrinho Seu Nilo. Quando eu ainda era estudante de Geologia e chegou no escritorio da Carvalho & Cia e disse ao meu pai assim: Compadre Pimentel mande seu filho Eugênio observar um poço que estou fazendo nos Pingos pois arranjei uma perfuratriz da cidade de Mossoró. Fui láe observei o local e a perfuração da equipe de Mossoró acampada em barraca de lona amarela. Perguntei: Porque Seu Nilo não mandou Voces fazerem este poço mais perto daquela Baixa ali. Sabemos que seria melhor mais o velho tem temperamento forte e quer aqui mesmo. Ta certo continuem evoluindo o poço. O poço foi bem feito e deu uma entre 4 a 5 mil litros por hora, o que era significativo para aquela região. Disse a Francisca: Vamos encurtar este projeto de mini adutora em cerca de quase 1 Km (um quilômetro) Vamos lá na casa do lider comunitário Manoel do Novos Pingos confirmar que existe um poço muito mais próximo do que deste projeto apresentado para Baixa dos Galegos. Perguntei Manoel seu Nilo não fez um poço anos atrás mais para nascente deste novo assentamento. A resposta sim Eugênio existe um poço onde Você esta falando e vamos lá agora. Como a maquina da FUNASA estava em ASSU convidei o geólogo Alberto Galvão para ir conosco e encontramos o poço perfurado pela Prefeitura de Mossoró. Disse ao Alberto vamos fazer o poço nesta redondesa vou pedir a Zeca Abreu diretor regional da FUNASA que inclusive é parente meu para que perfuratriz não volte para Natal enquanto não perfurar um poço aqui. Dede da Baixa dos Galegos e Rômulo diogenes falaram com Zeca Abreu e ele aceitou. Com esse procedimento insinuado pelo geólog Eugenio Fonseca Pimentel já barateamos muito o antigo projeto que foi descartado o local da captação da água. Então foi instalada a perfuratriz no local cujo projeto de perfuração foi feito por mim com sua respectiva ART. Tudo evoluindo bem durante os primeiros dias de perfuração só que quando na fila do Banco Brasil de ASSU RN recebo um telefonema via celular do sondador Roberto que inclusive é nosso conterrâneo: Disse: Eugênio encontramos rocha que não estamos conseguindo atravessa-la e evolução é miníma. Perguntei a quantos metros de profundidade? Ele me disse 84 metros. Respondi não pare continui perfurando. Vem aqui ver rapaz. Tá certo vou ver se consigo com Paulo Brito da prefeitura para observar o que está acontecendo. O meu secretário disse não mandar voçê ir em carro da prefeitura não. Zeca Abreu está politicamente do outro lado. Fiquei irritado e disse: Paulo não tem politica não para sua obtenção. Não fui não. No outro recebí uma noticia boa. Roberto havia atravessado a rocha dura e dificil de transpassa-la e encontrou um arenito bom de se perfurar e com presença d'água. Todavia as barreiras do poçoestavam caindo e preciza da utilização de maior quantidade bentonica para conter o desmoronamento das paredes do poço lá embaixo agora superior a 100 metros. Final da hist´ria opoço deu uma vazão de cerca de 4.200 litros por hora de agua de boa qualidade. Feita a adutora e caixa d'água suspensa empurramos água com alegria e satisfação em direção a Baixa dos Galegos. Só que ocorre um verdadeiro desastre. A caixa d'água não suportando o peso se desmorona e vem ao chão. Começa a confusão por quem teve a culpa da queda e destruição da caixa na qual queriam colcar culpa no pedreiro. Eu que já havia comprido a minha parte de Geologia e Hidrogeologia disse: a culpa não é do pedreiro. È do engenheiro que colocou pouco ferro nas vigas de sustentação da caixa e não do pobre pedreiro. Esta confusão terminou na promotoria de Justiça da comarca do ASSU RN.

O prefeito do ASSU RN Ivan Junior Lopes providenciou a construção de outra caixa D'água e a obra foi inaugurada a cerca de 15 dias atrás abastecendo de água de boa qualidade toda população da Baixa dos Galegos. Não participei da comeração.

Lição: Não existe vitória sem luta.

A minha nova ideia/projeto e suprir um pedaço de terra que ainda sofre com falta d'água mais ao sul de Bom Lugar II até a divisão com Upanema RN. É fácil e barrato é só querer. Estudo topográfico já feitos pelo topografo Chico Lucas. Resta apenas a escavação do terreno e colocação dos canos. Este lugar distante é chamado de Caatinga. O lider comunitário de Bom Lugar II seu Antonio já aceitou depois da subida e enchencimento da sua caixa D'água suspensa liberar água adiante para seus irmãos nordestinos amigos da região vizinha. Que a presidenta Dilma Roussef nos ajude.

É com pequenas obras hídricas que se propricia bem estar ao povo pobre e sofrido do semi-árido do  nordeste do Brasil e não com obra Faraônica, cara e polêmica.

    

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