Crítica ao trailler do filme The Social Network, de David Fincher

Em 2:27 segundos de filme nunca asssisti a tantos clichês que se estendem dos diálogos à fotografia. Nesse aspecto é um filme que já nasceu
contaminado. Exemplos: estudantes remando, certamente, no Charles River,
discusão com a namorada ou colega, enfrentamento e descrença dos
poderosos, garota de calcinha...

http://www.youtube.com/watch?v=EnamMtQs1fI&feature=player_embedded


O David Fincher mostra que não consegue superar (ou tem medo, ou não quer), pelo menos no trailler, o modelo mental americano de produzir
cinema, absolutamente sem a menor criatividade.


Quanto ao FB, é apenas mais uma rede social virtual a ser substituída em algum momento e despencar para o nada. Todo sistema tem limites e, quando
crescem demais, os crancos aparecem!


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