Agradeço a Deus por originar, como uma força da natureza, a gênese exterior da razão (A=A) do mundo real, com os dados das leis universais no sistema em si; e, não por ventura, examino que será o caso, a priori, de retomar do imperialismo o valor assimétrico que nega aos povos a sua própria sustentabilidade financeira.

Os governantes do falso valor que usam a falta de ordem lógica para delinear a "troca", como uma soma de submissão e miséria alheia para medida da sua prosperidade, se nunca pensaram que a “dimensão real” será o denominador de conversões de todas as moedas; devem começar a aceitar que a independência deles se realiza pela maravilhosa alma da natureza, que põe, portanto, o objeto na sua forma-reflexão de espaço do mundo.

Vendo que o reino das sombras ocupa o espaço exterior, ao vender o valor abstrato do mundo real ao objeto; então, seria invenção dizer que só Deus é o SENHOR da natureza??? – Muito depende que alguém fosse escolhido para receber a intuição que Ele marcou para esse Senhorio da exterioridade... Diz a palavra: Eu sou o SENHOR, teu Deus – “Eu os ensino para o seu próprio bem e os guio no caminho que devem seguir” (Isaias 48:17). Não seria Ele capaz de invocar o pensar que responde o saber desse caminho refletido?

Cada qual com sua duvida pode dizer: Eu não vejo isso imediatamente como uma promessa profética.

A promessa (Apocalipse. 5:7): "O sangue de Jesus comprou para Deus homens de toda tribo e povo e nação; e para o nosso Deus os fizeste reis e sacerdotes; e eles reinarão sobre a terra". – Todavia, ocorre, na conversão do objeto A=A, na qual um país detém, para si, todo saber que se preenche o valor reflexivo da produção; e se eleva acima da ciência ao fixar pelo poder da moeda que (1= –1) - em que é emitida uma divida externa, onde todas as nações passam a ser derivadas da origem do "senhor absoluto": Os EUA.

Mas Deus prometeu ensinar o caminho aos povos adquiridos. Jesus, justamente, como o nosso único SENHOR, revestiria “o dia agradável ao enlace do senhorio exterior, no qual se reúne a “imagem do valor” para além dos fundamentos bíblicos. Portanto, por iluminar o conceito expresso de povo e nação, tal como exterioridade da natureza X – pois “A”, em classes recíprocas, fica oposta proporcionalmente a (=A) – tributo a ação de graças: SENHOR pela graça recebi o juízo das posições relativas, a priori, em prol de todos que passam ao domínio (poder ser em critérios justos). Te dou toda glória sobre a razão representativa de pontos da realidade objetiva para a adição exterior ao objeto – na qual os povos apresentam o legado das nações a vós.

Portanto, creiam que o verdadeiro SENHOR vai resgatar as nações; não pela afirmação de alguém que se aplicaria diretamente a tal prova e sim de que a proposição do "valor" das nações está certa em si mesma.

Deus é fiel.

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Transcrições de kant pág. 62,67,69: METODO DA PROVA DA REALIDADE OBJETIVA PARA ADIÇÃO:–

“A fim de conhecer um objeto devo poder provar sua possibilidade, por sua realidade, atestada pela experiência, ou a priori, por intermédio da razão.

(30) A única coisa que talvez possa ser chamada de adição, embora apenas no método da prova, é a nova refutação do idealismo psicológico, e a rigorosa (acredito que a única possível), prova da realidade objetiva dos fenômenos externos. O idealismo pode ser considerado inteiramente inocente com respeito aos alvos essenciais da metafísica (ainda que não o seja na realidade), mas é um escândalo para a filosofia, e para a razão humana em geral, que tenhamos de aceitar a existência das coisas externas (das quais derivamos todo conhecimento material dos nossos sentidos internos) somente pela fé, e sem poder confundir, com nenhuma prova satisfatória, qualquer adversário que se divirta em pô-la em duvida.

O sentido externo é em si mesmo uma relação de algo real, fora de mim; e seu caráter real, em contradição com um caráter puramente imaginário, descansa inteiramente na sua indissolúvel correlação com a experiência externa, por ser a condição da sua possibilidade. É o que acontece aqui. Se com a consciência intelectual de minha existência na exposição eu sou, eu pudesse ao mesmo tempo relacionar uma determinação dessa minha existência por meio da intuição intelectual, então essa determinação não exigiria a consciência de relação a algo fora de mim. Mas não obstante, essa consciência intelectual venha em primeiro lugar, a intuição intima que é a única que se pode determinar uma existência, é sensível e depende das condições do tempo; e essa determinação, portanto, a própria experiência interna depende de algo permanente que não está dentro de mim, conseqüentemente algo fora de mim, em relação a qual devo admitir a minha situação. Daí a realidade do sentido externo estar necessariamente ligada, a fim de tornar possível a experiência, com a realidade do sentido interno; isto é, tenho consciência com a mesma certeza, de que existem fora de mim coisas que têm uma conexão com meus sentidos, da mesma forma que sinto minha existência no tempo.

(Pág. 67) Dizer que o tempo é infinito é o mesmo que dizer que toda quantidade definida de tempo só é possível pelas limitações de um único tempo que constitui toda a sua base.

(31) pág. 69 – O espaço, mera forma de uma intuição sensória externa, não é ainda cognição: só dá a multiplicidade de uma intenção apriorística para uma possível cognição. A fim de conhecer a existência no espaço, uma linha por exemplo, devo traça-la e produzir sinteticamente uma certa ligação da multiplicidade que nos é dada, de modo que a unidade desse ato seja ao mesmo tempo a unidade da consciência (no conceito de uma linha) e (de maneira que) um objeto (um determinado espaço) só então venha a ser conhecido pela primeira vez. A unidade sintética da consciência é, portanto uma condição objetiva de todo conhecimento; uma condição não só necessária para mim, a fim de conhecer um objeto, mas à qual deve-se submeter cada intuição, a fim de se transformar num objeto para mim, porque a multiplicidade não poderia, de outro modo, ser reunida numa só consciência sem essa síntese."

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