Dia Nacional do Choro - Homenagem aos Chorões dos Primeiros Tempos

Neste 23 de abril de 2010, presto minha costumeira homenagem ao DIA NACIONAL DO CHORO.

Foto histórica de chorões em Paquetá, em 1906.

Da esquerda para a direita: Horácio Teberge (violão/canto), Irineu de Almeida (oficlide), Luiz de Souza (piston), Jataí (trombone), Luiz Gonzaga da Hora (bombardão), João dos Santos (clarinete) e Estulando (violão). (*)



Desta vez objetivo resgatar um pouco da história e da música de alguns dos “Chorões dos Primeiros Tempos” - muitos deles totalmente esquecidos e/ou pouco mencionados, inclusive na literatura pertinente à temática.


JOAQUIM CALLADO



Joaquim Antônio da Silva Callado (1848-1880), considerado o Pai dos Chorões é, inegavelmente, um grande líder de todos eles, que agregou/influenciou um super-time de primeira qualidade.

Alguns são conhecidos até hoje, a exemplo de Patápio Silva, Ernesto Nazareth, Chiquinha Gonzaga, Anacleto de Medeiros, Luperce Miranda, Pixinguinha, Zequinha de Abreu, Abel Ferreira, Bonfiglio de Oliveira, Luiz Americano, Benedito Lacerda, Jacob do Bandolim, Waldir Azevedo e Villa-Lobos, que não era propriamente um chorão, mas circulava com desenvoltura no ambiente chorístico e homenageou de forma brilhante os chorões com a “Suíte Popular Brasileira" e vários “Choros”.

CAPITÃO RANGEL



Um nome lendário da história do choro. Viveu na segunda metade do século XIX. De sua vida sabe-se apenas que se chamava Miguel Rangel e foi grande compositor e um dos grandes Chorões da Velha Guarda.

Companheiro das rodas de choro de Joaquim Callado, deixou inúmeras composições, entre elas: “Veneza”, “Futuro Risonho”, “Geralda”, “Ternura”, “Olhos da Candinha”, “Alice”, “Vivi”, “Saudades de 1º de agosto de 1888”, “Simpatia”, “Emília”, “Você Prometeu”.

“Veneza”, tango de Capitão Rangel, com Alencar 7 Cordas(violão 7 cordas), Nivaldo Francisco de Souza (flauta), José Américo de Oliveira Mendes (violão 6 cordas), Niromar da Silva Fernandes (violão 6 cordas), Aldovando Teixeira Pinheiro (pandeiro).

CHICO NETO

A única fonte de informação sobre este famoso bandolinista que antecedeu Luperce Miranda é Alexandre Gonçalves Pinto:

“Era funcionário dos Telégrafos, tocava muito bem o violino, violão e cavaquinho, especializando-se no bandolim, que ele manejava admiravelmente”.

Sua valsa “A Louca”, que em muitos cadernos de choro aparece como “A Louca de Penhasco”, “A Doida do Nolasco” ou “A Doida do Penhasco”, é obra prima e, ao que se sabe, só teve uma gravação, com solo do próprio Chico Neto no disco Odeon nº 10.005, de 1927.

Foi essa gravação que serviu como modelo para a interpretação de Reco do Bandolim, acompanhado de Alencar 7 Cordas (violão de 7 cordas), Américo e Niromar (violão de 6 cordas). Ouçam.

“A Louca

LIQÜIDE DE AQUINO

Quase nada se sabe da vida deste trombonista que brilhou nos primeiros anos do século XIX, nas rodas de choro, do Rio de Janeiro.

Uma das fontes de informações é Francisco Alves, que em depoimento a David Nasser para uma série de reportagens publicadas pela revista “O Cruzeiro”, fez-lhe rasgados elogios:

“'Os Africanos de Vila Isabel' era um dos conjuntos mais populares e sem dúvida, um dos melhores do Rio de Janeiro. Dele fazia parte, além do insuperável Pixinguinha, o grande Liqüide, o maior dos maiores trombonistas dos primeiros lustros do século”.

Outras informações foram obtidas através de D. Maria de Lourdes da Silva, filha de Dionísio Bento da Silva (será destacado a seguir), seu companheiro nos “Africanos”. Segundo ela, que o conheceu pessoalmente, Liqüide morava na Rua São Matheus, em Vila Isabel, e era uma pessoa muito retraída e funcionário de uma fábrica, no mesmo bairro, de onde saiu para ser bombeiro hidráulico. Ela calcula que ele faleceu entre 1926 e 1928, com idade aproximada de 40 anos, tuberculoso e na miséria.

Ouçam a polca “Ele Comigo”, que também poderia se chamar “É Comigo”. Segundo o pesquisador José Silas Xavier a única partitura encontrada está rasgada no lugar do título.

DIONÍSIO BENTO DA SILVA

Outro nome importante da velha guarda do choro, nascido na Paraíba, em 1892, mas criado no Rio de Janeiro. Foi um dos integrantes do famoso e já citado “Africanos de Vila Isabel”, que contou, entre outros, com Candinho Silva, Pixinguinha, Liqüide e Eurico Batista.

Dioniso é tio da compositora Dona Ivone Lara. Tocava, inicialmente, violão de 7 cordas, depois trocado pelo trombone. Era motorista da Prefeitura da Cidade do Rio de Janeiro e faleceu em 28/07/1945.

Seu choro abaixo, “Dulcinéia Brincando”, é homenagem do velho chorão a uma de suas filhas.

JUCA KALUT



Nascido no Rio de Janeiro em 1857, o compositor e flautista, cujo verdadeiro nome era José Lourenço Viana, é outro chorão esquecido, mas que precisa ser resgatado.

Juca fez parte de uma das formações do grupo “Choro do Callado”, do também flautista Joaquim Callado. Esse grupo, que durante algum tempo chamou-se também Choro Carioca, tinha a peculiaridade de contar sempre com mais um flautista, além de Callado.

Carteiro, participante das reuniões de choro na loja “Cavaquinho de Ouro”, ao lado de Villa-Lobos, Anacleto de Medeiros, Luiz de Souza e outros, compôs a valsa “Sorrir Dormindo”. Tudo indica que essa valsa é de 1912, pois nessa ocasião teve três gravações: Odeon Record nº 108.731, com a Banda da Casa Edison; Odeon Record nº 108.793, com Arthur Camilo (piano) e G. de Almeida (flauta); e Favorite Record nº 1- 542131, com a Banda da Casa Faulhaber.

Várias de suas composições receberam versos de Catulo da Paixão Cearense. Faleceu em 22/10/1922, na cidade do Rio de Janeiro.

Infelizmente a obra de Juca Kalut é praticamente desconhecida, só sendo encontrados registros ocasionais.

“Sorrir Dormindo”, com Nivaldo (flauta/flautim), Alencar 7 Cordas, Niromar e José Américo (violão 6 cordas).

ALBERTINO INÁCIO PIMENTEL – O CARRAMONA



Compositor, Pistonista e Regente, nasceu no Rio de Janeiro em 12 de abril de 1874 e ali faleceu em 6 de agosto de 1926 (?). Músico extraordinário foi regente da Banda do Corpo de Bombeiros do Rio de Janeiro – sucedendo Anacleto de Medeiros - e frequentador assíduo do rancho “Ameno Resedá”.

Naquele tempo o chamavam de Carramona. Segundo o site Cifrantiga, alguns pesquisadores dizem que era apelido, mas seu nome verdadeiro era Albertino Pimentel Carramona, e quando já estava no Corpo de Bombeiros, no boletim de 20 de novembro de 1903, pela ordem do dia Nº 116, foi mandado retificar em seus assentamentos o nome de Albertino Pimentel Carramona para Albertino Inácio Pimentel.

Foi protegido pela princesa Isabel pois, estando na Banda do Asilo dos Meninos Desvalidos, tocando um dia no Palácio Guanabara, a princesa ficou encantada pelo seu solo de trompete. Mandado vir a sua presença, notou que ele tinha uma das vistas vazadas e ordenou que ele fosse encaminhado a um oculista, que colocou uma prótese tão perfeita que não se notava o defeito.

Deixou produção volumosa, especialmente polcas, que depois foram incorporadas ao repertório dos choros.

Sua polca “Fantasia ao Luar” – que em diversas anotações ora aparece como “Fantasias do Luar” ou “Fantasia do Luar – ao que parece, segundo José Silas Xavier, só teve gravações na fase mecânica (Odeon e Columbia). Depois recebeu letra de Catulo da Paixão Cearense, que trocou o nome para “Tempo Ideal”, tornando-a canção. Tudo indica que era muito executada nas rodas de choro.

JOAQUIM LUIZ DE SOUZA



Nascido em 1865, começou a estudar trompete no Ceará, com o mestre de banda Soares Barbosa, e chegou a ser contramestre da Banda do 23º Batalhão de Caçadores de Fortaleza (CE). No Rio de Janeiro, participou da Banda do Arsenal de Guerra e, convidado por Anacleto de Medeiros, fez parte da primeira formação da Banda do Corpo de Bombeiros.

Assim como os outros chorões da época, frequentava a famosa loja Cavaquinho de Ouro e integrava o rancho Ameno Resedá.

Chegou a gravar alguns discos para a Casa Edison à frente do seu grupo instrumental. Entre suas composições as mais conhecidas são “Clélia” e “Corroca”. A primeira, depois que recebeu letra de Catulo da Paixão Cearense, passou a se chamar “Ao Desfraldar da Vela”; a segunda passou muito tempo no anonimato, mas em 1948 foi gravada por Pixinguinha, no sax tenor, e Benedito Lacerda na flauta, e relançada em 1988, em LP com o nome dos dois intérpretes.

Luiz de Souza faleceu no Rio de Janeiro, em 1920.


“Corroca”, de Luiz de Souza, na interpretação de Alencar 7 Cordas (violão de 7 cordas), Reco do Bandolim (bandolim), Américo e Niromar (violão de 6 cordas), Francisco de Assis (cavaquinho) e Pinheirinho (pandeiro).

IRINEU GOMES DE ALMEIDA – IRINEU BATINA


Trombonista / Compositor / Solista de Oficleide e Bombardino.

Nascido e falecido na cidade do Rio de Janeiro, há controvérsias nas datas:
1870-1916, no livro “Um Sopro de Brasil,” organizado por Myriam Taubkin;
1873-1916, Haroldo Costa, no livro “Na Cadência do Samba”;
1863-1914, no texto do encarte do LP “Choro – Aos Mestres com Carinho”, de José Silas Xavier.

[...] “Conforme nota do professor Baptista Siqueira incluída no livreto que acompanha o disco ‘Músicas de Sempre’, da Sociedade Cultural e Artística Uirapuru, baseada em assentamentos da Santa Casa de Misericórdia, ‘Irineu Gomes de Almeida, 51 anos, viúvo, faleceu no dia 28 de agosto de 1914’. Pela nota do professor Baptista Siqueira ficamos sabendo que Irineu de Almeida nasceu em 1863”.

Irineu Batina – tinha esse apelido por causa da sobrecasaca comprida que usava sempre – foi morador do porão da Pensão Vianna, no bairro do Catumbi, onde Pixinguinha morava e de quem foi professor de flauta.

“Esse menino promete”, dizia Irineu Batina. E não é que ele acertou na mosca?!


Irineu Batina atuou na Banda do Corpo de Bombeiros do Rio de Janeiro, o principal agrupamento musical da cidade no início do século XX, dirigida por Anacleto de Medeiros, tocando bombardino.

Nas companhias líricas, seu instrumento era o trombone.

Nos grupos de choro que começavam a se formar, Irineu tocava oficleide: instrumento composto por trompa com chaves e bocal, muito usado no século XIX e, posteriormente, substituído pela tuba.

Foi com o oficleide que participou da primeira gravação de Pixinguinha, como membro do grupo Choro Carioca, e que tinha Pixinguinha na flauta.

A composição “Procura-se o Oficleide”, de Carlos Malta, foi feita em homenagem a Pixinguinha e Irineu Batina.


“Sim, é uma homenagem, porém a mais de uma pessoa. Além de Pixinguinha, eu quis homenagear um dos mestres de Pixinguinha, um virtuoso do oficleide chamado Irineu Batina”.

“Qualquer Coisa”, com Fernando Henrique Machado (clarineta/sax tenor), Alencar 7 Cordas, Américo e Niromar (violão de 6 cordas), Chico (cavaquinho) e Pinheirinho (pandeiro).

FRANCISCO MIGNONE (CHICO BORORÓ)



O compositor, regente, pianista e professor Francisco Mignone nasceu em São Paulo (SP) em setembro de 1897 e faleceu no Rio de Janeiro em 19/02/1986.

Sua obra no campo popular – onde assinava as peças com o pseudônimo de Chico Bororó – é pouco divulgada, mas igualmente de excelente qualidade.

A valsa-choro “Céu do Rio Claro” reflete o Mignone seresteiro da juventude. Segundo José Silas Xavier existe uma gravação desta música, feita em 1930 por seu pai Alfério Mignone, em disco Parlophon nº13.160, em solo de flauta.

“Céu do Rio Claro”, com Nivaldo (flauta/flautim), Alencar 7 Cordas (violão de 7 cordas) e Américo e Niromar (violão de 6 cordas).


CÂNDIDO PEREIRA DA SILVA – CANDINHO TROMBONE




Veio ao mundo e o mundo deixou na cidade do Rio de Janeiro em 30/01/1879 e 12/12/1960.

Assim como vários outros citados acima, Candinho viveu e iniciou sua formação musical no Asilo dos Meninos Desvalidos.

Profissionalizou-se como músico na Banda da Polícia Militar. Além do trombone, tocava bombardino e bombardão, e muitas das suas composições foram criadas ao violão.

Candinho escrevia música muito bem e foi copista, não só de suas composições, mas também dos amigos que não conheciam notação musical.

Conviveu desde a juventude com famosos chorões, entre os quais Irineu de Almeida, Anacleto de Medeiros, Quincas Laranjeiras, Donga, Pixinguinha, entre outros. Considera-se que ao lado de Pixinguinha tenha sido o formalizador do choro de 32 compassos.

Em 1933, passa a integrar por concurso os quadros da Orquestra do Teatro Municipal do Rio de Janeiro, lá permanecendo até sua aposentadoria, em 1951.

Amigo de Pixinguinha e Jacob do Bandolim, foi certa vez surpreendido em seu aniversário pela chegada destes e outros músicos, que em sua homenagem improvisaram um choro, que resultou na obra "É isso mesmo".

Deixou uma extensa obra, mas pouco editada, composta em sua maioria por choros. O pesquisador Ary Vasconcelos levantou 314 composições de Candinho, e diz que a sua produção é maior ainda, na qual se destaca "O nó", famoso pelo exercício de virtuosismo que propõe aos executantes.


“O Nó”, executada por uma Roda de Choro no bar carioca “Bip-Bip”.




“Abigail”, “Aldeiazinha”, “Aniversário do Alarico”, “Artur virou bode”, “Bismark brincando, ‘Brandão no choro”, “Brincando”, “Brincando de escrever”, “Candinho no choro”, “Carioca”, “Chorando”, “Colar de pérolas”, “Carolina”, “Dalba”, “Dança do Urso”, “Deixai-os penar” são outros exemplos da sua obra.


Em 1959, um ano antes de morrer, Candinho doou seu arquivo musical a Jacob do Bandolim, o qual, atualmente está incorporado ao acervo do Museu da Imagem e do Som do Rio de Janeiro.

Ouçamos “Um Choro Num Trem”, com Fernando (clarineta/sax tenor), Alencar 7 Cordas, Américo e Niromar (violão 6 cordas), Chico (cavaquinho) e Pinheirinho ( pandeiro).




Como é tarefa quase impossível escalar o super-time de chorões em uma só partida (post), muitos dos “Chorões dos Primeiros Tempos” ficaram fora desta homenagem, mas com certeza, outras virão.

Para quem ainda não sabe, o dia 23 de abril foi escolhido como o Dia Nacional do Choro numa justíssima homenagem à data de nascimento de Alfredo da Rocha Viana Filho – PIXINGUINHA –, o maior chorão de todos os tempos.

O crítico e musicólogo Ary Vasconcelos sintetiza o grau de importância de Pixinguinha assim:


“Se você tem 15 volumes para falar de toda a música popular brasileira, fique certo de que é pouco. Mas, se dispõe apenas de um espaço de uma palavra, nem tudo está perdido; escreva depressa: 'PIXINGUINHA'”.

PARABÉNS AOS CHORÕES DE TODOS OS TEMPOS!!!

Curtam o próprio PIXINGUINHA executando "Carinhoso" (que posteriormente recebeu letra de João de Barro, o Braguinha), na companhia de Benedito Lacerda (flauta) e outros chorões.


 



Fontes:

- Um Sopro de Brasil, de Myriam Taubkin (Org). São Paulo: Myriam Taubkin, 2005. Projeto Memória Brasileira.
- O Velho Choro Está de Volta, de José Silas Xavier. Encarte do LP “Choro: Aos Mestres com Carinho”. FENAB (Federação Nacional de Associações Atléticas Banco do Brasil), 1987.
- O Choro, de Alexandre Gonçalves Pinto. FUNARTE, 1978.
- Carinhoso Etc – História e Inventário do Choro, de Ary Vasconcelos,1984.
- Choro: do Quintal ao Municipal, de Henrique Cazes. São Paulo. Ed.34, 1998.

Sites:

-ICCA (Instituto Cultural Cravo Albin)
-Cifrantiga
-Músicos do Brasil


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Comentário de Gregório Macedo em 23 abril 2010 às 3:57
Que resgate bonito, Laurinha.
VIVA O CHORO!
Beijos.
Comentário de moacir oliveira em 23 abril 2010 às 12:50
Viva!!!
Comentário de Cafu em 23 abril 2010 às 14:01
Não é chororô. É Choro, minha gente! Viva!
Ficou ótima essa homenagem. Aprendi muitas coisas novas. Vários chorões eu não conhecia. As músicas estão bem bonitas.
Valeu.
Beijos.
Comentário de Cafu em 23 abril 2010 às 14:12
Laurinha,
Esta trilha de chorinhos está mesmo muito especial. Já ouvi e tô repetindo tudo de novo. Salve a Velha Guarda!
:)
Comentário de moacir oliveira em 23 abril 2010 às 14:44
Hoje é aniversário do Pixinguinha!!!!

Comentário de Helô em 27 abril 2010 às 1:05
Laurinha
Sem nada combinado, vejo agora que nós três (você, Cafu e eu) fizemos homenagens ao choro no último mês. Cada uma com seu estilo e forma, mas em torno de um mesmo tema e ideal: o resgate, a valorização e a divulgação da música popular brasileira. Excelente o seu post.
Beijos.

Minha contribuição é da terra.
Grupo Choro & Cia de Juiz de Fora
Kim Ribeiro (flauta)
Cazé (bandolim)
Cezar Ferreira (violão 7 cordas)
Márcio Gomes (pandeiro)
Álvaro Giannini (cavaquinho)
Fernando César (violão 7 cordas)

Talvez (Choro de Cazé - finalista do festival Chorando no Rio em 2001)

Comentário de Laura Macedo em 27 abril 2010 às 22:18
Helô, eu curto bastante este CD do "Choro & Cia", que você me presenteou.



VIVA A TURMA DO CHORO & CIA DE JUIZ DE FORA!


Comentário de lucianohortencio em 19 agosto 2012 às 22:21

Tô corujando...Tô corujando...

Comentário de Laura Macedo em 20 agosto 2012 às 0:41

Que bom Luciano!

Abraços.

Comentário de Laura Macedo em 29 julho 2016 às 21:15

Ana Lúcia,

Que bom você ter gostado.

Tenho várias postagens relacionadas ao gênero musical "choro".

Abraços.

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