O CATACLISMO!     Dentre os meus variados textos, sempre me referi ao descaso com que à humanidade tem se descuidado com os detalhes primordiais para serem considerados no Todo, em prol da nossa exis…

O CATACLISMO!

 

 

Dentre os meus variados textos, sempre me referi ao descaso com que à humanidade tem se descuidado com os detalhes primordiais para serem considerados no Todo, em prol da nossa existência digna e... Feliz!

Esses descuidos, na maioria das vezes, empanam às resultantes almejadas fazendo com que o desejado, no final, se transforme em algo não interessante e, até massacrante contra o autor que, sem se esmerilar nas observações dos detalhes, acaba por se aprofundar no Nada, pensando estar indo para o apogeu!

Nos meus 73 anos, vividos com vitórias e... Derrotas! Sempre procurei analisar tudo o que desejasse, me esquivando das coisas fantasiosas e sem méritos. Todavia, mesmo assim, algumas vezes me dei mal, porém, com a convicção de ter, pelo menos, tentado analisar decompondo os detalhes de tudo em que me envolvia, voluntariamente e/ou, não!

Todo esse meu preâmbulo é para tentar analisar o Cataclismo que transformou, de forma brusca e ampla, às costas terrestres desse nosso Brasil, principalmente, nos estados de São Paulo. Rio de Janeiro e Minas Gerais, com as Inundações, em forma de dilúvio, ceifando muitas vidas humanas, de animais e... Bens materiais!

É comum o Ser Humano, em tais casos, sempre procurar Culpados fora de si, ignorando quase totalmente às suas falhas no transcorrido, numa forma de angariar ressarcimentos físicos e monetários.

Do outro lado, o provedor também se esquiva de assumir as responsabilidades totais pelas calamidades ocorridas, procurando à esquiva da ajuda monetária e/ou, sanitária.

Para não ferir melindres, vou parar por aqui a minha explanação empírica, todavia, para não ser considerado um “Palpiteiro de plantão”, vou tentar AJUDAR A ALGUÉM, detalhando uma forma de EVITAR OS CATACLISMOS  VINDOUROS, com estribo na minha experiência de Observação de detalhes primordiais, antes de tomar qualquer decisão, a saber:

 

1- Ninguém dá nada a alguém sem esperar um retorno, às vezes, velado, com Lucros.

2- Amigos não se perdem se ocorrer à inimizade é por que o relacionamento era falso ou, interessado em alguma coisa do outro.

3- O Alheio surrupiado chora o Dono!

4- Diga-me com quem andas que eu direi quem tu és!

5- Um litro de água pesa aproximadamente um quilograma, numa inundação dilúvica a água torrencial pesará muitas toneladas e, vindo de cima para baixo, a força da gravidade ainda aumenta muito mais o peso sobre tudo à frente e abaixo!

6- Proteger às encostas e barrancos íngremes com árvores de grande porte é aumentar o peso a ser jogado sobre os debaixo deles! A melhor proteção contra os deslizamentos serão os Bambuais de grande porte e os gramados, pois, às suas raízes se englobam, massificando com as terras à segurando ao derredor.

7- Os córregos e rios, de quaisquer tamanhos e largura, sempre retornam, em casos de inundações, ao nível em que estiveram percorrendo anteriormente, por isso, não se deve construir nos locais, onde, antes, Eles estiveram percorrendo nas grandes enchentes e inundações, pois, nem os alicerces de pedras e cimentos poderão conter o grande peso das águas das inundações, a menos que se coloque cimento e pedras até o centro do planeta.

8- Aglomerado de moradias em encostas, atuam, tal e qual, a grandes árvores a serem derrubadas pelos deslizamentos, além de tentarem, sem o conseguir, conter o itinerário das águas torrenciais.

9- A solução, parcial, seria os governantes determinarem o rebaixamento das fozes dos grandes rios, todavia, com o cuidado de não causar o desabamento das encostas de suas margens, antes da embocadura Deles.

RESUMINDO: Os moradores das margens dos rios e riachos devem construir às suas moradias além de onde, antes, às águas das enchentes estiveram, bem como, protegerem-se com gramados e bambuais nas encostas acima da sua moradia e/ou, passagem obrigatória.

As águas das inundações estarão sempre a caminho dos mares, pois, as evaporações não conseguirão conter o seu volume crescente, tentar cerca-las com cimento pedras, casas etc. só farão Elas aumentarem a sua forma de cima para baixo ajudada pelo peso e gravidade, dessa forma, após o período de estiagem, reconstruir ao logo do seu trajeto torrencial é, no mínimo, falta de inteligência ou de observação dos detalhes benéficos.

É o que penso de forma empírica!

Saúde e... Paz!

Coronel Fabriciano-MG

Sebastião Antônio Baracho

conanbaracho@uol.com.br

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