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O humorista Roberto Gómez Bolaños, criador dos personagens Chaves e Chapolin Colorado, entre outros, morreu ontem (28) em Cancún, aos 85 anos.
Também conhecido como "Chespirito", era um dos escritores comediantes mais respeitados do mundo.
"Chespirito" é a forma diminutiva e castelhanizada do vocábulo inglês Shakespeare (Chekspir). Tal apelido foi dado a Bolaños pelo diretor de cinema Agustín P. Delgado, que o considerava um pequeno William Shakespeare, capaz de escrever histórias tão prolíficas e versáteis quanto o autor inglês.
Em 1968, começaram as transmissões independentes da televisão no México, e Chespirito foi chamado como escritor para a realização de um programa com duração de meia hora. E, assim, nasceu "Los Supergenios de la Mesa Cuadrada".
Em 1970, o programa teve sua duração aumentada. Nessa época, surge o Chapolin Colorado, um herói trapalhão. Um ano depois, foi criado o personagem que se tornaria o maior sucesso de Bolaños, o Chaves. Ambos os personagens funcionaram tão bem que as sketches se tornaram séries independentes de 30 minutos de duração em 1973, após o fim do "Programa Chespirito".
Relembrem algumas das frases mais marcantes destas duas criações de Bolaños:
Chaves
"Foi sem querer, querendo."
"Ninguém tem paciência comigo."
"Isso, isso, isso."
"Prefiro morrer do que perder a vida."
"A que parece de limão, é de groselha e tem gosto de tamarindo. A que parece de groselha, é de tamarindo com sabor de limão. E a que parece de tamarindo, é de limão com sabor de groselha."
"Seu Madruga, o senhor não vai morrer. Vão matar o senhor!"
Chapolin Colorado
"Não contavam com a minha astúcia!"
"Sigam-me os bons."
"Se aproveitam de minha nobreza."
"Suspeitei desde o princípio."
"Todos os meus movimentos são friamente calculados."

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