Em 1989, quando o vi e ouvi, num debate para presidente, em que ele demonstrou não ter noção da diferença entre regime de produção, forma de governo e sistema político, eu o achei tolo. Nunca mais dei ouvidos ou voz a ele. Ás vezes, quando ouvia ou lia algo sobre ele, até achava graça, devido ao seu desrespeito ao sobrenome Caiado, que sempre foi de conservadores, porém inteligentes e dignos.
Mas porém, todavia, contudo, no entanto, nestes dois dias ele extrapolou. Primeiro com a bobagem de querer interrogar o Pepe Mujica, devido à uma reportagem que já havia sido desmentida, Depois, pela bobageira descarregada por ele na sabatina do Fachin.
Estou com dó do Galvão Bueno, que perdeu o lugar de segundo homem mais bobo do mundo. "Linhais", como costuma dizer meu amigo Mario Abramo, acho que o comerciante cá da minha terra, cujo nome não declino para não ferir suscetibilidades de parentes e amigos meus, que sempre ocupou o primeiro lugar de homem mais bobo do mundo, está também com o título ameaçado.

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