FERNANDA BERTONCINI
Da Redação - ADV
Assegurar que a floresta amazônica permaneça com seus recursos naturais é essencial não só para que a atividade empresarial do setor madeireiro seja sustentável no longo e médio prazo, mas também para garantir padrões mínimos de qualidade de vida para os brasileiros.
Com a proposta de difundir e incentivar o uso consciente da madeira na construção civil, o Instituto de Pesquisas Tecnológicas (IPT), em parceria com o Governo do Estado, a Prefeitura de São Paulo e diversas entidades ligadas ao meio ambiente assinaram o programa Madeira é Legal.
Dessa parceria, surgiu um estudo intitulado “Madeira – Uso Sustentável na Construção Civil”. O documento, em formato de manual, traz uma abordagem sobre as origens das madeiras, os diferentes tipos de uso na construção civil, além da indicação de espécies alternativas e fichas tecnológicas de madeiras, evidenciando a importância da certificação no combate direto ao desmatamento florestal.
Segundo o estudo, as duas espécies mais empregadas na construção, a peroba-rosa e o pinho-do-paraná, encontram-se em extinção. Entretanto, o manual lista as madeiras que podem ser utilizadas, especificando o nome popular e cientifico de cada uma, além das regiões de ocorrência – origem -, as características gerais e as propriedades físicas e mecânicas, auxiliando no desenvolvimento de boas práticas e consumo consciente das reservas naturais.
Ainda, de acordo com o documento, a madeira é considerada legal quando cumpre todos os requisitos referentes à documentação e sua origem pode ser tanto de áreas de manejo florestal como de extração autorizadas por órgãos ambientais. Já a madeira certificada, além de estar de acordo com a lei, adota práticas sustentáveis do ponto de vista ambiental, social e econômico, promovendo o desenvolvimento das comunidades florestais.
Acompanhe a íntegra do material aqui:
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