Eu que aprenda a levitar # Palestra de José Miguel Wisnik (sobre o trabalho de luto e a melancolia), canções e poema.

Melancolia # Edvard Munch

Meu mundo caiu (Maysa) # Maysa (no filme "O Batedor de Carteiras" (1958), dirigido por Aloísio T. de Carvalho).

Eu que aprenda a levitar # Palestra de José Miguel Wisnik no programa Café Filosófico CPFL


Fonte: CPFL Cultura


http://www.cpflcultura.com.br/2009/12/01/integra-eu-que-aprenda-a-l...



Se meu mundo cair (José Miguel Wisnik) # Eveline Hecker



Saudade de Itapuã (Dorival Caymmi) # Jane Duboc e Paulo Bellinati



O vento (Dorival Caymmi) # Dorival Caymmi


A terceira margem do rio (Milton Nascimento – Caetano Veloso) # Milton Nascimento


Poema postal # Cafu

Exibições: 456

Comentário de Cafu em 3 agosto 2010 às 22:04
Simone,
Desculpe-me! Achei que o vídeo não estava aparecendo e apaguei o post. Só agora vi que tinha um comentário seu que também foi deletado.
Poderia repetí-lo, por gentileza?
Essa palestra é maravilhosa. Aposto como você vai adorar também.
Beijos.
Comentário de Oswaldo Conti-Bosso em 4 agosto 2010 às 2:39
Cafu,

Gostei de mais da dica, obrigado.
Sds,
Comentário de Simone-Rosa Tupinambá em 4 agosto 2010 às 13:13
escrevi emocionada com a palestra.

eu e Zé Miguel temos algo em comum: "um halo, um aro, um elo". ele com jeito de pessoa tímida e sensível fala num tom que jamais sugere auto-ajuda, apenas co-move.

"já choramos juntos"...ele lá, eu cá. lembro especialmente de uma palestra sobre o Drummond.

quando entei no portal, um dos primeiros vídeos que postei foi Wisnick cantando "Eu não existo sem você". do jeito que só ele canta remete ao tema da sua mensagem, Cafu. amor transcendente, abolindo as distâncias.

também sei que esse vínculo não é tão particular. Zé Miguel tem o dom de abraçar com palavras e voz.

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Comentário de Cafu em 4 agosto 2010 às 14:40



Ao perder o seu único filho, uma mulher leva o corpo dele a Buda para que este o cure. Buda pede-lhe que lhe traga algumas sementes de mostarda de uma família que nunca tivesse perdido um ente querido. Ao ver que não consegue encontrar tal família na sua aldeia, a mulher dá-se conta de que a morte é comum a todos, inerente a qualquer ser vivo e a nossa humana condição. Uma consciência trágica e um aprendizado doloroso.

ContiBosso,

Como lidar com a morte e as perdas significativas é algo que a humanidade elabora desde o tempo das cavernas. A palestra de José Miguel Wisnik é um momento sensível, profundo e esclarecedor desse esforço de compreensão.

Beijos.
Comentário de Cafu em 4 agosto 2010 às 15:34
Simone,

Eu também sou fã antiga do pensador, professor, músico e artista José Miguel Wisnik. Que falta nós faz aqueles debates e livros dos Seminários da Funarte, não? Que falta nos faz os antigos cadernos culturais dos jornais e as ricas discussões sobre poesia, literatura, filosofia, artes e psicanálise. Que falta nos faz as revistas e publicações alternativas com visuais refinados e conteúdos da maior qualidade. Parece que estamos vivendo uma diáspora das idéias, da sensibilidade e da reflexividade. Claro que tudo isso continua existindo, mas de forma fragmentada, solitária, cada um por si e do jeito que dá.

Obrigada pelo vídeo. Lindo demais. ..e essa palestra é um ótimo exemplo da diferença entre auto-ajuda e livre pensar. Além do quê, é conhecimento baseado na experiência real. Por isso tudo parece tão claro e soa tão verdadeiro.

Beijos.
Comentário de Cafu em 5 agosto 2010 às 16:47

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