EUA reconhecem morte de 83 guatemaltecos em estudo sobre sífilis

20110830-092204.jpg

30/08/2011

EUA reconhecem morte de 83 guatemaltecos em estudo sobre sífilis

O governo dos Estados Unidos reconheceu nesta segunda-feira a morte de 83 cidadãos da Guatemala, infectados nos anos 1940 com doenças sexualmente transmissíveis (DST), como sífilis e gonorreia, durante experimentos médicos.

Uma comissão de inquérito, formada a pedido do presidente americano, Barack Obama, concluiu que cerca de 1.300 pessoas foram expostas às doenças. Ao todo, 5.500 pessoas participaram dos estudos, sem saber dos riscos que corriam, segundo declarações de um dos investigadores, Stephen Hauser. Entre os infectados, apenas 700 receberam tratamento médico. Ao fim, 83 morreram.

A sífilis pode causar cegueira, distúrbios mentais e até a morte, caso os doentes não recebam o devido tratamento. Menos nociva e mais fácil de curar que a sífilis, a gonorreia pode se espalhar pelo organismo e até causar infertilidade nos homens.

A comissão reconheceu que os cientistas americanos infectaram prisioneiros, pacientes psiquiátricos e órfãos guatemaltecos em estudos que testavam a abrangência do uso da penicilina. A presidente da comissão, Amy Gutmann, classificou o estudo como “um pedaço vergonhoso da história médica”. Um relatório deve ser publicado em setembro com as conclusões finais sobre o caso.

Obama fez um pedido de desculpas por telefone ao presidente da Guatemala, Álvaro Colom, dizendo que os estudos contrariam os valores americanos. No início deste ano, vários cidadãos guatemaltecos infectados à época e familiares das vítimas anunciaram que estavam abrindo um processo contra o governo americano.

Pesquisa histórica

A história dos experimentos americanos na Guatemala veio à tona no ano passado, fruto de uma pesquisa histórica da professora Susan Reverby, do Wellesley College, de Massachusetts. Segundo a acadêmica, o governo guatemalteco da época deu permissão aos estudos, que ocorreram entre 1946 e 1948.

Os cientistas usaram prostitutas portadoras da sífilis e fizeram inoculações nos pacientes para determinar se a penicilina também poderia evitar a doença, e não apenas curá-la. Na ocasião, o presidente Colom classificou os estudos como “crime contra a humanidade” por parte dos Estados Unidos.

---------

No link, matéria sobre um estudo sobre malária conduzido no norte do Brasil que utilizou seres humanos como cobaias.

http://www.youtube.com/watch?v=C0TxhtveLGM&feature=player_embed...!

A pesquisa é financiada por uma universidade dos EUA.

Ivan

                                                                 ----------
http://www.portaldafamilia.org/livros/book158.shtml

O livro "Guerra contra os Fracos" revela, dentre outras ações criminosas, como governos estaduais norte-americanos esterelizaram centenas de indivíduos que eles achavam eugenicamente deficientes, dentre brancos pobres, negros e índios norte-americanos.

Lá pela década de 70, a Suprema Corte Americana teve que fazer uma norma que obrigasse os agentes do ministério do interior comunicar às populações indígenas que não era necessário as mulheres fazerem laqueadura para receber ajuda do governo federal. Isto, porque mesmo depois de acabar os projetos eugênicos, os funcionários obrigavam as indígenas a isto para receber cestas básicas.

Ivan

                                                                              ----------

Que coisa aterradora! Aterradora!

E os EUA promoveram estes experimentos anteriormente aos promovidos pela Alemanha Nazista.

E fizeram mais... Em terras não tão distantes!
Há alguns anos, quando tive de elaborar uma apresentação sobre Bioterrorismo para os funcionário da empresa em que trabalhava, li o livro 'Seja feita a tua vontade', dos jornalistas norte-americanos Gerard Colby e Charlotte Dennet, para tê-lo como uma das fontes para minha apresentação.
 
Neste livro, o qual recomendo a leitura, baseado em documentos do governo norte-americano, estão devidamente registradas as ações dos "evangelizadores" estrangeiros que, dentre suas "ações evangelizadoras", por exemplo, presentearam camisetas contaminadas com o vírus da varíola para nossos indígenas, dizimando, assim, populações inteiras para, consequentemente, poderem apoderar-se de suas terras para fins econômicos. Que fique bem claro: É um livro escrito por norte-americanos baseado em documentos do governo dos EUA!
 
Para aqueles que acreditam que as ONGs que trabalham na Amazônia estão lá para proteger nossos indígenas, deixo aqui bem registrado este fato. Suas intenções são bem outras! Quem está por trás destas é o capital internacional que, tão logo considerem apropriado, tomarão as ações pertinentes, sejam elas quais forem, para remover nossos índios e se apropriarem dos recursos naturais de seus territórios.

Como podemos ver abaixo, SÃO CAPAZES DE TUDO!


Ivan


http://blogln.ning.com/forum/topics/cobaias-humanas-obama-pede


Cobaias Humanas: Obama Pede Desculpas, Mas Presidente Da Guatemala Levará EUA À Corte Internacional Por "Crimes Contra A Humanidade"




O
Experimento de Tuskegee foi uma pesquisa médica promovida pelo governo dos EUA durante 40 anos, para avaliar a progressão natural da sífilis na ausência de tratamento. Em 1932, as autoridades sanitárias americanas recrutaram 400 negros de baixa renda portadores da doença, na cidade de Tuskegee (Alabama). Em troca de sua participação na pesquisa, os "pacientes" recebiam exames médicos gratuitos, refeições gratuitas e cobertura de "despesas com funeral." (Válido se assinassem um termo permitindo a autópsia). Nunca foram informados de que tinham sífilis, e jamais receberam qualquer tratamento contra a doença.

Com o fim da 2ª Guerra Mundial, a opinião pública tomou conhecimento dos horrores praticados pelos nazistas nos campos de concentração, em especial as atividades do dr. Josef Mengele (o infame Anjo da Morte), que utilizava prisioneiros como cobaias humanas. A descoberta daquelas atrocidades foi o principal estímulo na criação de leis internacionais - como o Código de Nurenberg - destinadas a proteger os direitos de seres humanos submetidos a pesquisas médicas. Estranhamente, os pacientes de Tuskegee não foram beneficiados pelas novas leis, e os critérios do experimento prosseguiram inalterados.

No final dos anos 40, a penicilina já era universalmente reconhecida como a droga mais eficaz no tratamento da sífilis. Para não "prejudicar a pesquisa" os pacientes de Tuskegee, além de não serem tratados com penicilina, sequer foram informados da existência da droga. Além de, eventualmente, acabarem morrendo sob os efeitos da doença, os "pacientes" contaminaram um número indeterminado de mulheres, e geraram um número indeterminado de bebês com sífilis congênita.

Previsto para durar até a morte do último "paciente", o experimento foi descontinuado em 1972, quando um dos epidemiologistas participantes do projeto denunciou o seu caráter racista à imprensa. Anos depois, o então presidente Bill Clinton declarou, ao receber os sobreviventes na Casa Branca:

"O que foi feito não pode ser desfeito. Mas podemos por fim ao silêncio. Podemos olhá-los nos olhos e dizer que o governo dos Estados Unidos fez algo vergonhoso, e eu sinto muitíssimo por isso... Aos nossos cidadãos afro-americanos, eu sinto muito pelo fato de o governo federal ter orquestrado um estudo tão claramente racista."

Dir-se-ia que aquela pomposa cerimônia teria colocado uma pedra sobre o assunto, e reconciliado a América consigo mesma diante de mais esse crime. Todavia esta semana, o cadáver putrefeito de Tuskegee voltou a levantar-se da tumba. Ao buscar subsídios para o seu livro Examining Tuskegee, a professora de História da Medicina do Wellesley College - Susan Reverby - descobriu os papéis pessoais do médico John Cutler, um dos principais mentores do experimento. Estranhamente, esses papéis nada diziam sobre Tuskegee, mas sobre um projeto paralelo até então desconhecido, ocorrido na Guatemala de 1946 a 1948.

À frente de uma equipe de pesquisadores enviada pelo governo americano ao pequeno país da América Central, o dr. Cutler monitorou um grupo de quase 1.000 indivíduos com sífilis e gonorréia. Desta vez, os "pacientes" eram soldados do exército, prostitutas e internos das penitenciárias e hospícios guatemaltecos. Essa experiência, porém, contem um ingrediente que a torna mais macabra quando comparada a Tuskegee: segundo as anotações compiladas pelo dr. Cutler de próprio punho, os "pacientes" da Guatemala "não sofriam de sífilis, e foram deliberadamente infectados com a bactéria através de injeções," para participarem do estudo. Quando a equipe retornou aos EUA em 1948, os "pacientes" foram abandonados à sua própria sorte, e os registros quanto ao que aconteceu a eles são escassos.

Com a explosão do escândalo, Barack Obama telefonou na última sexta-feira ao presidente da Guatemala, Álvaro Colom, pedindo desculpas formais pelo incidente, além de nomear uma comissão de inquérito para apurar as responsabilidades. Por sua vez, o presidente Colom qualificou a "pesquisa" como um "crime contra a humanidade," e manifestou a sua determinação em levar o caso à apreciação de uma Corte Internacional.

Nos Estados Unidos, enfim, a ressurreição do fantasma de Tuskegee já está dando margem a uma série de questões incômodas. As associações de defesa dos direitos dos negros começam a perguntar-se:

Seriam as cobaias de Tuskegee realmente sifilíticos, ou teriam sido propositalmente infectados como aconteceu na Guatemala?


----------

São Paulo, sábado, 02 de outubro de 2010


Pesquisador não tratou negros nos EUA

 

DE SÃO PAULO

 

John Cutler, que conduziu o estudo na Guatemala, também participou de outro famoso experimento com sífilis que chamou a atenção pelo descuido ético.
Entre 1932 e 1972, foram recrutados 400 negros nos EUA com a doença. Não receberam tratamento, para que se analisasse até onde a sífilis poderia levá-los - a penicilina, porém, já estava disponível nos anos 1940.

Cutler e outros cientistas davam aos pacientes medicamentos que não faziam efeito. Os negros, então, não tinham conhecimento de que não estavam sendo tratados.
O caso ficou conhecido como experimento de Tuskegee, em referência à cidade no Alabama onde ele foi realizado. Em 1997, outro Clinton que não Hillary, seu marido Bill, então presidente, pediu desculpas em nome do país pelo episódio.
Cutler morreu em 2003. Não recebeu nenhum tipo de punição oficial. Ele não foi o único, porém, a realizar estudos sem consentimento.
Entre os mais conhecidos, os realizados pelos nazistas em campos de concentração. Envolviam transplantes inéditos de partes do corpo, testes de resistência ao frio e contaminação por doenças ou substâncias tóxicas.
Em um caso mais recente, o governo da Nigéria acusou a farmacêutica americana Pfizer de dar a crianças do país um antibiótico não testado sem consentimento das famílias. Onze morreram.

----------

 //operamundi.uol.com.br/noticias/EUA+INFECTARAM+CIDADAOS+DA+GUATEMALA...

Opera Mundi, 01/10/2010 - 11:17 | Daniella Cambaúva | Redação

EUA infectaram cidadãos da Guatemala com sífilis e gonorreia para estudo; Hillary pede desculpas

*Reportagem atualizada às 13h40

Médicos pesquisadores do governo dos Estados Unidos infectaram intencionalmente nos anos 1940 um grupo de 696 cidadãos da Guatemala com gonorreia e sífilis para a realização de estudo sobre a eficácia de medicamentos. A denúncia foi feita por Susan Reverby, pesquisadora do departamento de estudos de saúde da mulher da Faculdade Wellesley, estado de Massachusetts.

Hoje (1/10), a secretária de Estado norte-americana, Hillary Clinton, e a secretária de Saúde Kathleen Sebelius, emitiram um comunicado para pedir desculpas oficialmente em nome do governo dos EUA.

"Lamentamos profundamente que isso tenha acontecido e oferecemos nossas desculpas a todas as pessoas que foram afetadas por essas abomináveis práticas de pesuisa", diz o comunicado. O pedido de desculpas foi dirigido aos guatemaltecos e aos imigrantes latinos residentes nos EUA.

Como parte do estudo realizado na Guatemala, infectados guatemaltecos foram encorajados a transmitir a doença para outras pessoas, entre eles deficientes mentais. O objetivo era vereficar se o antibiótico penicilina era capaz de previnir a sífilis e a gonorreia.

Estima-se que um terço dos infectados nunca teve tratamento adequado. Aparentemente, o experimento foi feito entre 1946 e 1948 e “nunca gerou informações úteis e registros foram apagados”, segundo Susan.

Na época, a Guatemala era governada pelo presidente Juan José Arévalo Bermejo (1945-1951) e os EUA, por Harry S. Truman (1945-1953).

De acordo com site da NBC News, a pesquisadora detalhará o estudo em seu site ainda nesta sexta-feira.

A primeira discussão pública sobre o assunto será uma feita entre Francis Collins, diretor do Instituto Nacional de Saúde e Arturo Valenzuela, subsecretário de Estado norte-americano para as Américas.

Hillary afirmou que fará um investigação oficial mais detalhada sobre o assunto e que vai nomear uma comissão de especialistas em bioética.

Reincidência

O episódio é semelhante ao experimento Estudo da Sífilis Não-Tratada de Tuskegee – feito pelo governo dos EUA em Tuskegee, Alabama, entre 1932 e 1972, no qual 399 sifilíticos afro-americanos pobres e analfabetos, e mais 201 indivíduos saudáveis para comparação, foram usados como cobaias na observação da progressão natural da sífilis sem medicamentos.

Um membro da equipe denunciou o caso à imprensa e, por conta da repercussão negativa, o estudo foi encerrado. Alguns descendentes de sobreviventes da experiência foram indenizados pelos governo dos EUA.

                                                                          ----------

Prezados Amigos,
 
Há alguns anos, quando tive de elaborar uma apresentação sobre Bioterrorismo para os funcionário da empresa em que trabalhava, li este livro citado por Santayana mais abaixo como uma das fontes para minha apresentação ( "Seja feita a tua vontade", dos jornalistas norte-americanos Gerard Colby e Charlotte Dennet).
 
Neste livro, o qual recomendo a leitura, baseado em documentos do governo norte-americano, estão devidamente registradas as ações dos "evangelizadores" estrangeiros que, dentre suas "ações evangelizadoras", por exemplo, presentearam camisetas contaminadas com o vírus da varíola para nossos indígenas, dizimando, assim, populações inteiras e, consequentemente, puderam apoderar-se de suas terras para fins econômicos. Que fique bem claro: É um livro escrito por norte-americanos baseado em documentos do governo dos EUA!
 
Para aqueles que acreditam que as ONGs que trabalham na Amazônia estão lá para proteger nossos indígenas, deixo aqui bem registrado este fato. Suas intenções são bem outras! Quem está por trás destas é o capital internacional que, tão logo considerem apropriado, tomarão as ações pertinentes, sejam elas quais forem, para remover nossos índios e se apropriarem dos recursos naturais de seus territórios.
 
A Amazônia NÃO é patrimônio da humanidade. Não repitam esta sentença, nem a avalizem! A Amazônia é patrimônio dos brasileiros e cabe exclusivamente a nós brasileiros ocupa-lá e explorá-la inteligentemente em prol da humanidade!
 
Os grifos abaixo são de minha responsabilidade.
 
Em tempo: É minha opinião que Marina Silva deve ser classificada como uma ingênua, uma inocente útil, conforme bem nos alerta Santayana. Não é à-toa que sua possível candidatura está sendo tão entusiasticamente apoiada pela mídia.
 
Fiquemos alertas! 
 
Abraços.
Ivan

Jornal do Brasil, 21 de agosto de 2009


O pudor e a nacionalidade

Por Mauro Santayana

O SENADO DEIXOU de ser a casa representativa dos estados e, nessa condição, revisora das decisões da Câmara dos Deputados. O que ocorreu quarta-feira passada ultrapassou os limites da razão política e violou o pudor elementar a que se obrigam as pessoas em seu convívio social e no exercício do poder. A partir da reunião do Conselho de Ética, os senadores José Sarney e Arthur Virgílio estão condenados a se tornarem íntimos, independentemente de seu comportamento político pessoal. Não são apenas os dois que passam a depender um do outro.

A eles se juntam os que, no Senado, contribuíram para a exculpação recíproca da maioria e minoria. Só se excluem dessa molesta situação os senadores que dela se esquivaram. Entre eles, há que se registrar o nome do senador Flávio Arns, que anunciou, em discurso, que deixará o PT, quando obtiver, na Justiça Eleitoral, o reconhecimento de seu direito a abandoná-lo, sem renunciar ao mandato.

Nesse capítulo, temos mais um problema, que confirma o equívoco do STF em impor a fidelidade partidária. Como se comportará o PT, diante da desfiliação da senadora Marina Silva? Será difícil ao partido não admitir que a senadora fora fundadora de uma agremiação política e abandona outra, distanciada de seus estatutos de origem.

Há outras consequências políticas que vão além do episódio ético.

Qualquer cidadão ou cidadã tem o direito de pleitear a Presidência da República, se estiver no gozo de seus direitos políticos e tiver a idade exigida. A senadora Marina Silva é pessoa respeitada pela biografia e pela conduta política. Ela foi impelida a deixar o Ministério, quando vencida em suas ideias sobre a preservação da Amazônia. Era natural que se demitisse, quando o presidente da República aprovou decisões que a contrariavam. Mas uma coisa é o desempenho ético e, até mesmo técnico, de um candidato. Outra são as condições objetivas de que disponha para ganhar o pleito e, uma vez empossado, exercer, com liderança política e bom senso, seus deveres constitucionais. A um governante não bastam só as virtudes, mesmo porque ninguém se faz apenas de virtudes. Quando o general Ongania, ditador argentino e católico intransigente, nomeou um governo de homens tidos como absolutamente virtuosos, o bispo Jeronimo Podestá, da diocese de Avellaneda, perguntou se não seria conveniente, naquele ministério de “santos”, pelo menos um pecador. Podestá que, no ano seguinte, assumiria um caso de amor, ao casar-se com a secretária, foi destituído do episcopado e se tornou defensor do fim do celibato e partidário das posições políticas avançadas da Igreja.

O Brasil está entrando em zona do tempo que exigirá mais do que virtudes cristãs no governo. Temos que enfrentar a cobiça internacional sobre o território, e não podemos admitir, a que título for, que estrangeiros se metam em nossos negócios internos, nem mesmo quando exibam bandeiras “humanitárias”. O assassinato de Chico Mendes mereceu estranho editorial do New York Times. O jornal afirmava que o ativista lutara e fora morto para que o mundo respirasse melhor. Deveria ser de leitura obrigatória, no Parlamento, no Poder Executivo, nas Forças Armadas, nas universidades, na UNE, nos sindicatos, o excelente estudo, que citamos recentemente, sobre a penetração norte-americana na Amazônia, a pretexto de sua “evangelização” e sob o comando de Nelson Rockefeller. Os que viveram aquele tempo, sabem com que desenvoltura o filho de John Rockefeller trafegava pelos corredores do poder em nosso país. O livro, Seja feita a tua vontade, de autoria dos jornalistas norte-americanos Gerard Colby e Charlotte Dennet, foi publicado em 1995 pela Harper Collins. Em 960 páginas, os jornalistas fazem documentada denúncia do avanço ianque sobre a soberania dos países amazônicos, principalmente a do Brasil. Ninguém tem direito à ingenuidade, quando se trata da defesa de nosso território e de nossa autodeterminação política.

Entre os corruptos e os ingênuos há milhões de brasileiros, capazes de se entregar ao serviço da pátria, com honra, dignidade e coragem.

Quando os Estados Unidos, a Holanda, a França e a Inglaterra se adestram para a guerra na selva, ao lado das nossas fronteiras, é preciso exigir dos governantes mais do que virtudes passivas; é preciso escolher pessoas dispostas a morrer na defesa da nacionalidade, como morreu Salvador Allende, em seu gabinete presidencial.

 

Disponível em http://jbonline.terra.com.br/leiajb/2009/08/21/primeiro_caderno/o_pudor_e_a_nacionalidade.asp

 

Para ler outras matérias bem porretas, visite o 'Carcará' - http://carcara-ivab.blogspot.com

Exibições: 275

Comentar

Você precisa ser um membro de Portal Luis Nassif para adicionar comentários!

Entrar em Portal Luis Nassif

Publicidade

© 2019   Criado por Luis Nassif.   Ativado por

Badges  |  Relatar um incidente  |  Termos de serviço