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EXPERIÊNCIA MORONTIAL – ORDEM SANTA ESMERALDA NO PROCESSO TERRESTRE

EXPERIÊNCIA MORONTIAL – ORDEM SANTA ESMERALDA NO PROCESSO TERRESTRE

Texto parte integrante do livro EXPERIÊNCIA MORONTIAL – capítulo SHONTOR DE ÓRION NA TERRA
LIVRO DISPONÍVEL PARA VENDA NA LOJA VIRTUAL

Depois dos grandes abalos estruturais ocorridos dentro da Nebulosa de Órion, Pégaso, Perseu e Cassiopeia, onde foram utilizados diversos explosivos ou bombas de Quark Pesado, provocando artificialmente um buraco negro ou singularidades, situação que altera as condições naturais de estabilidade gravitacional das estrelas e da própria Matéria Bariônica, ocorreram fortes alterações na linha sincrônica dos campos gravitacionais, criando muitos cataclismos e a consequente destruição de centenas de sistemas solares depois das alterações gravitacionais, colocando em risco muitos planetas habitados. Este foi um dos motivos pelos quais os Comandantes de determinados grupos mais avançados tecnologicamente desenvolveram na Terra e em outros planetas, projetos para permitir pelo processo encarnacional que novos mundos fossem povoados através de melhorias genéticas que criassem condições de adaptação nesses novos locais.

No cinturão de Órion, onde os conflitos foram bem intensos, mais de 13 sistemas solares foram desintegrados e bilhões de vidas dizimadas, sendo que uma parte dessas almas foi realocada em outros sistemas solares e muitas ficaram presas no limbo temporal aguardando uma resolução. Ou voltavam para o Eu Sou com todo o trauma da guerra, ou entravam no ciclo encarnacional de outros mundos e transmutavam os acontecimentos. Dessa forma, os Comandantes que se comunicavam com os Mestres da Confederação, passaram a ser orientados nesses projetos de desenvolvimento e aperfeiçoamento de novas raças, com a colaboração dos técnicos da Ordem Santa Esmeralda.

Essas equipes chefiadas pelo Engenheiro Sideral Shiva Hama Kur, passariam a empregar as novas codificações genéticas de Micah e dos outros Filhos Paradisíacos e dariam continuidade nos projetos que tinham sido arbitrariamente destruídos ao longo dos conflitos. Foi dessa forma que a Ordem Santa Esmeralda entrou no processo da Terra e ajudou no desenvolvimento de novos projetos e raças, salvando vidas e almas junto aos grupos das Federações, aproximando e criando um intercâmbio profundo entre os planos abaixo de 9D dos seres da Confederação que habitam planos de Matéria Escura e Energia Escura além de 12D, criando assim um intercâmbio e promovendo a ascensão de milhões de seres que na atualidade representam os Mestres e Mentores das distintas Federações.

A Terra passaria a ser o berço de bilhões de almas ao longo de um período de tempo que culmina com a linha temporal da sociedade atual, além das realidades paralelas existentes na Terra e nos mundos envolvidos nos últimos 3,2 milhões de anos desde a inserção das Sete Castas Humanoides na Terra. Entre as Sete Castas, Elfos e outros grupos genéticos, são mais de 450 grupos genéticos e etnias espalhados em diversos planetas e sociedades que descendem da Terra e representam a morada de bilhões de almas que foram atingidas nos conflitos das guerras dentro de Órion e dos outros sistemas periféricos. Os seres e entidades da Confederação interagiam coordenando e instruindo Torank, Shontor e outros representantes e líderes das Federações e das Casas de Comércio, para estabelecerem novas colônias e realizar o procedimento demorado de Terra-transformação dos novos mundos escolhidos, para ajustá-los dentro das especificações que permitiriam o desenvolvimento das novas raças que estavam sendo preparadas na Terra e em mundos similares.

Nesta fase do processo, os seres que habitam a cidade e nave Shamballa, realizavam a transferência e localização das almas de Vênus, Maldek, Marte, Sirius, Denébola, Shaula 4, e Arcturos 4, para serem inseridas no processo encarnacional no plano astral da Terra dentro dessas 13 realidades paralelas e, gradualmente, serem transferidas para o plano 3D conforme o seu desenvolvimento psíquico e emocional dentro do novo genoma humano e humanoide proposta na Terra. Nesta parte dos acontecimentos na Terra, naturalmente é formada uma nova categoria de hierarquia, que seria a base da hierarquia espiritual da Terra, dos mentores e protetores do Conselho Cármico ou Conselho Evolutivo da Terra, que se encontra presente até o momento através dos Mestres da Fraternidade Branca e dos outros grupos afiliados. Os seres das outras realidades paralelas mais sutis, acabariam gradualmente por interagir como a morada dos mestres e dos mentores, o mesmo ocorrendo com os seres da Cúpula de Cristal, que acabaram escolhendo dentro das 13 realidades da Terra, frequências para sustentar a sua nova morada na Terra em linhas de tempo e espaço que remontam as épocas áureas de Mu, Lemúria e Antártida. É por isso que para muitos de vocês que estudam os diversos livros da espiritualidade, existe uma lembrança e até um sentimento de saudade dos templos e cidades que existiram nesses locais, pelo fato deles ainda existirem dentro dessa linha alternativa onde o Conselho Evolutivo reside e faz contato com vocês regularmente. Além de muitos dos templos, como o Templo dos 22 raios ou mesmo dos 144 Raios, residirem numa frequência na linha de tempo de Mu e da Lemúria, fazendo com que vocês se recordem e entrem na mesma linha de percepção e sentimentos de saudade e ressonância com esses locais.

Shontor tinha como incumbência a transferência de cerca de 3 bilhões de almas do setor central do cinturão de Órion, para serem inseridas no projeto encarnacional da Terra e posteriormente estabilizadas e levadas para outros planetas no setor central da galáxia na direção das estrelas de Cephei, Nuvem de Magalhães, Gemine, Propus, Monóceros, Trífida e outros, para serem inseridas em localidades além da Via Láctea junto à Federação Intergaláctica, já na responsabilidade direta do Almirante Alcon que é da Confederação. Torank tinha, além desse objetivo, que desenvolver a melhoria genética das etnias humanas e humanoides e criar condições para colocar esses seres em outros planetas, para dar continuidade e impedir a extinção da raça humana, frente aos conflitos com as raças reptilianas. Dessa forma, Torank e Shontor tinham muitos projetos e funções em comum gerando o intercâmbio de informações e de almas, elaborando planos alternativos frente aos conflitos regulares no setor da “Zona Neutra”, que está inserida na Rota Hexagonal que o Sistema Solar percorre a cada 560.000 anos. Portanto, era um problema recorrente, que exigia que almas fossem removidas da Terra, sempre que possível, para continuarem em outros setores sem a ameaça da presença e infiltração de almas negativadas ou mesmo da presença ameaçadora dos Xopatz dentro do plano astral entre 4D e 7D, que são as frequências onde normalmente eles se manifestam e atacam suas vítimas.

Dos projetos genéticos e almas transferidas pelo grupo de Shontor para a Terra, temos os humanos caucasianos, humanos morenos, humanos negros, humanoide Zetas, humanoides Dracos, humanoides caninos (lobisomem), Draco-Zeta e formas etéricas que se enquadrariam como animais que acabaram sendo inseridos na fauna terrestre. Esses seres eram genomas que já existiam em Órion e nos arredores, que precisavam de mundos com oxigênio e uma gravidade similar, que passaram pelos ajustes para serem acoplados dentro das realidades existentes da Terra, para participarem do processo encarnacional pelo período médio de 600.000 até 1.000.000 de anos conforme a situação que o planeta sustentaria frente à “Zona Neutra” e os ataques previstos pelo Comando Temporal. Essa linha de tempo extrema interagiu e concorreu com a atual civilização, o que de fato ocorreu em determinados aspectos, e por isso, a presença de mais fractais de almas do que estava previsto na Terra.

No auge da superpopulação física e astral da Terra, foram inseridos no campo orbital cerca de 29,8 bilhões de almas entre o plano 3D e os demais patamares de realidades paralelas, criando um caos astral e alteração do plano divino do planeta. Desde o ano de 1987 iniciou-se um processo de evacuação na Terra e na linha atual de tempo de vocês em 2015, existem ainda 23,4 bilhões de almas inseridas no contexto encarnacional entre as diferentes realidades, sendo que a maior parte das almas de Mu, Lemúria e Atlântida já saíram da Terra, ficando apenas os grupos relativos à sustentação dos projetos considerados indispensáveis no planeta em cada uma das diferentes realidades paralelas. O restante envolve as questões do Umbral e das Bolhas Dakar, que também são realidades paralelas inseridas já no interesse dos grupos dos Xopatz e dos Draconianos, que tomaram a Terra de assalto nos últimos 18.000 anos de sua contagem.

O fluxo temporal da Terra e de suas realidades paralelas é um fator bem conturbador na linha evolutiva de muitas almas, que acabaram aprisionadas nos hologramas dogmáticos e sociais. Quando o excedente de almas foi inserido no planeta depois da chegada do grupo de Nibiru, elas acabaram contaminando e dificultando a vida e os projetos dos Comandos Estelares e das 22 delegações na Terra nos últimos 87.000 anos, significando uma marca trágica na estrutura da Terra.

Na América do Norte e na Antártida, o grupo de visitantes de Betelgeuse e posteriormente de Belatrix estabeleceram bases e colônias de extração de recursos naturais e o desenvolvimento de vários animais como os cervos, gazelas e outros mamíferos, que eram trazidos desde os mundos remanescentes da guerra de Órion, salvando da extinção mais de 215 espécies de animais mamíferos somente de Órion, fora os outros animais que foram inseridos na Terra provenientes de outros setores pelos grupos de Torank, Yasamil, Ashirion e os demais comandantes, convertendo a Terra em um novo celeiro da vida e da biodiversidade. As diversas espécies trazidas desde Órion, Sirius, Aldebarã, Arcturos e Canopus, acabaram sendo inseridas na biodiversidade da Terra muito antes da chegada dos Nibiruanos, para fazerem parte no processo de adaptação da biosfera da Terra, trabalho que ficou a cargo e cuidados dos Ciclopes e dos Elohins da Terra, que eram os membros da Cúpula de Cristal que acabariam por inserir a codificação espiritual dos Elementais da natureza ou dos denominados Orixás Primordiais. Cada grupo cuidou dos diferentes reinos da Terra e da preparação estrutural da linha de interação genética e energética, sendo que uma grande parte dos Ciclopes ficou incumbida de desenvolver o estudo e codificação da biodiversidade e das qualificações químicas e bioquímicas das plantas e de suas atribuições medicinais para as futuras sociedades que estavam sendo programadas em cada realidade paralela da Terra. A comandante Surya foi uma das que introduziu na Terra as diversas etnias de felinos, que foram trazidos desde Denébola, Rea e Sirius, inserindo a codificação primitiva das primeiras raças que deram origem ao império Siriano bilhões de anos antes, assim como os lobos e cães em geral eram codificações de seres de Órion nas proximidades de Betelgeuse e os antílopes vinham de setores próximos às Três Marias.

Cada matriz genética acabou se adaptando e sendo amplificada em outras etnias dentro dos processos naturais de adaptação ao longo do tempo desde a sua inserção no planeta, criando as condições naturais de adaptação à Terra e ao meio ambiente. Os projetos, portanto, não estavam limitados somente a trazer formas de vida inteligentes, mas também animais ameaçados de extinção no decorrer das guerras e problemas gravitacionais, que afetaram mundos que só possuíam vida primitiva. O Grupo do Conselho de Órion, que era composto na época por Shontor, Gadman, Metraton, Sandalfon, Torank, Yasamil, Oberon, Ashirion, entre alguns dos membros mais atuantes, definiu que era da responsabilidade deles desenvolver um projeto de preservação e resgate das diversas formas de vida ameaçadas de extinção devido não apenas às guerras, mas às alterações gravitacionais e ambientais no decorrer do pós guerra, estabelecendo os planetas de recuperação e de preservação da vida, sendo que a Terra foi um dos escolhidos dentro de um contexto de mais de 140 planetas selecionados num setor ou perímetro com quase 10.600 anos luz.

Ao todo, foram selecionados 25 planetas desses 140 nessa fase inicial dos projetos e a Terra tinha a capacidade climática e ambiental para abrigar uma grande quantidade e abrangência de formas de vida, devido à sua biodiversidade natural com seus oceanos, selvas, geleiras, montanhas e savanas. Esse fator também foi o responsável pela escolha em favor da Terra, não somente pela questão da frequência Micahélica, mas pela sua condição ambiental que foi estabilizada e ampliada conforme tornava-se necessário durante o desenvolvimento de diversos programas de pesquisa e no desenvolvimento das diferentes formas de vida biológica. A biodiversidade da Terra está interligada a dezenas de outros planetas, onde a origem dessas matrizes bioquímicas foi naturalmente desenvolvida e posteriormente transferida para a Terra, dando continuidade ao processo da evolução. O planeta Terra e grande parte do que nele existe, possui uma profunda ligação espiritual e energética com esses outros planetas, o mesmo ocorrendo com as almas que foram inseridas no contexto existencial da Terra. Através das linhas Ley ou dos fios gravitacionais entre as estrelas e os planetas, a Terra está ligada a uma rede ou malha eletromagnética estelar, que é definida por alguns escritores como a Malha Crística Estelar, onde flui o fluxo da vida e a corrente de comunicação entre os diferentes planos de existência da alma de todos esses seres vivos, o que inclui as plantas e os Orixás Primordiais. Na verdade, o que existe é um fluxo continuo de radiação espiritual ou radiação de Táquions e de outras estruturas dentro da linha dos Neutrinos, que são os responsáveis por esse fluxo de energia vital da vida e troca de informações do DNA espiritual, gerando a força vital da vida e todos os segmentos do universo. Quem controla e manipula esse fluxo são as equipes da Confederação e da
Ordem Santa Esmeralda.

O fluxo de informações contido dentro das diferentes codificações dos Neutrinos alimenta os códigos do DNA no plano físico abaixo da 9D e gradualmente é absorvido pelos tecidos e suas funções bioquímicas, passando a estabelecer as funções físicas do plano 3D como é estudado pelas linhas da medicina e da fisiopatologia de seus cientistas e pesquisadores. Esse processo é ajustado pelos cientistas e cocriadores da Ordem Santa Esmeralda, que estabelecem o fluxo de corrente e informações de estimulo para cada conjunto de tecidos e suas funções especificas, acoplando assim os pulsos de energia do Espírito-Alma e dos corpos sutis que vão se acoplando a cada etapa das diferentes densidades dos seres vivos na realidade Terrestre e dos outros mundos.

Um conjunto de informações e projetos é estabelecido na Ordem Santa Esmeralda através dos requerimentos dos Filhos Paradisíacos, dos grupos Voronandeck, Goronandeck e Lanonadeck, para criarem os protocolos do tipo de vida e das diferentes linhagens de seres vivos, plantas e outras formas a serem inseridas no planeta em questão. Com esta base, os diferentes trabalhadores da Ordem Santa Esmeralda estabeleceram as linhas dos diferentes Neutrinos, o conteúdo de informações e, portanto, de radiação necessária para ativar os padrões bioquímicos e suas funções padrão. Para estabelecer a base da vida bioquímica, outros padrões de radiações e frequência de Táquions são estabelecidos para gerar a corrente e o fluxo da energia vital do Espírito que vai alimentar a Alma, que irá acoplar nessa realidade material. Esses procedimentos são estabelecidos conforme as condições e configurações de cada galáxia e dos diferentes quadrantes que serão ativados pelos diferentes grupos de radiação que serão emitidos desde o centro galáctico. Estas informações que estamos passando não são do conhecimento dos seres estelares das Federações nessa época, pois eles também acreditavam em uma força maior, um Deus, responsável pelos segredos da vida. Estas informações passaram a ser compartilhadas na Terra e em outros planetas inseridos na proposta colonial, onde os Comandantes em contato com os grupos da Ordem Santa Esmeralda e a Confederação foram instruídos e passaram a compartilhar esse conhecimento.

Por esse motivo, a presença de tantos seres de diferentes linhagens, para aprenderem os segredos da vida e de sua própria existência, que até então não tinham essa compreensão, processo que determinou o fim do politeísmo nos diferentes grupos das Federações, para entrar o entendimento real da unicidade do universo e dos milhares de Filhos
Paradisíacos envolvidos na vida e no seu desdobramento. Até essa fase na vida dos comandantes estelares das Federações, a vida, na verdade, era uma incógnita, e a presença dos seres da Confederação representava um processo mediúnico de comunicação com seres do além, como ocorre na atualidade no espiritismo com a humanidade, que acredita que esses espíritos que se comunicam sejam de universos ou planos muito superiores, ou até seres mortos. Da mesma forma, existiam muitas conjecturas e ideias de quem ou o que seriam os seres da Confederação, pois não eram materiais e empregavam o processo de incorporação e telepatia para se comunicar com os habitantes abaixo de 8D.

Para o grupo que foi transferido para o Sistema Solar, as revelações e o aprendizado foram constantes e ajudaram no salto consciencial dos seres do espaço, reduzindo a distância das consciências da Confederação e gerando a condição de ascensão em vida de milhões de seres, permitindo que essas instituições locais pudesses realizar as fusões e conexões com as outras Federações externas e dessa forma, criar o processo de unificação com a Federação Intergaláctica de Naoshi e iniciar uma nova fase na evolução e vida de incontáveis seres inseridos nessas 49 galáxias. A Terra acabou se tornando uma escola, não apenas para as almas presentes dentro de sua biosfera, mas também para todos os visitantes, que de alguma forma se envolveram com sua estrutura planetária. Esse aprendizado tem sido muito profundo inclusive no grupos dos Anunnakis de Nibiru, que foram os últimos a terem o envolvimento como Deuses sobre a raça humana que eles mesmos criaram, e acabaram aprisionados na Terra devido à ação nociva da radiação do urânio e da Barreira de Frequência que eles desconheciam, acabando com a longevidade dos Nibiruanos que ficaram por longos períodos de tempo na Terra, como ocorreu com Enki, Enlil, Ninnurta, Ninmah, Marduk e os demais da realeza imperial de Nibiru inseridos nas operações de mineração e manipulação genética na Terra.

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