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Hipocrisia - Cármen Lúcia, apenas e tão soMENTE, no “Discurso”

Prezados,

Apresento o documento “Hipocrisia - Cármen Lúcia, apenas e tão soMENTE, no “Discurso””, https://pt.scribd.com/document/356482039/Hipocrisia-Carmen-Lucia-ap... , onde estamos, empiricamente, tentando efetuar avaliações, sobre o, concreto, existente, na notícia Ministra Cármen Lúcia propõe ação de cidadania contra a corrupção e combate aos privilégios, http://www.stf.jus.br/portal/cms/verNoticiaDetalhe.asp?idConteudo=3... , e na notícia Ministra Cármen Lúcia diz que “o momento é de sacrifício”, http://www.stf.jus.br/portal/cms/verNoticiaDetalhe.asp?idConteudo=352060 , algo que de maneira irrefutável, inquestionável, REFLETE a concreta, AMORALIDADE, consistente, e persistente, nos quatros Poderes Institucionais da “República de Bananas”, presidida por um “Golpista Zé NINGUÉM”, alicerçada por um “Congresso Golpista Ilegítimo”, abençoada por um “Judiciário que Persegue, e Protege, Politicamente”, fiscalizada por um “Ministério Público Cego de um Olho, e Surdo de um Ouvido” (por atuar em uma única direção), razão pela qual, o Brasil, se transformou, apenas e tão somente, em um, “NADA”, que aí esta, o que explica que a Sociedade Brasileira é PREJUDICADA, e ENVERGONHADA, diariamente, de tal forma, ser possível, mesmo que injustamente, alcunhá-la como uma Sociedade de Ignorantes, e uma Sociedade de Alienados, uma Sociedade de Bárbaros, quiçá uma Sociedade de Cruéis.

Apesar da Presidente do Supremo Tribunal Federal, Ministra Cármen Lúcia Antunes Rocha, inquestionavelMENTE reconhecer que o Momento Brasileiro, implica em também reconhecer a necessidade de sacrifícios, a Mesma, teima em perceber “nos outros”, seus próprios, e de seus “pares parias”, erros, e desvios, quando afirma É preciso mudar a forma de fazer política”.

Apesar do inquestionável reconhecimento do Momento Brasileiro, e da necessidade de sacrifícios, o Plenário do Supremo Tribunal Federal, de forma RICA, CLARA, e OBJETIVA, também reconhece que “penduricalhos”, introduzidos por Lei Infraconstitucional, permitem que o Princípio Constitucional de Teto(s) de Remuneração Laboraria seja “driblado”, porque os vencimentos dos magistrados não fazem frente a uma vida condigna.

Afinal, a postura da Suprema Corte Constitucional, representada pelo Plenário do Supremo Tribunal Federal, sob a Presidência da Ministra Cármen Lúcia Antunes Rocha, na última quarta-feira (9) à noite, ao apagar da luzes, nos apresenta, sem medo de errar, a forma mais ABJETA, a forma mais INOMINÁVEL, a forma mais EXPÚRIA, de se fazer justiça”, o que nos obriga a perguntar, a esseLentíssima Presidente do Supremo Tribunal Federal : Não esta na hora de mudar a forma de fazer Justiça ?

Portanto, a cada novo dia, infelizMENTE, efetivaMENTE, é revigorada, a minha crença, de que, a decisão proferida na ADI 2.649, voto da Min. Cármen Lúcia, julgamento em 8-5-08, Plenário, DJE de 17-10-08, tem como autor(a) um(a) Ministro do Supremo Tribunal Federal FANTASMA, que foi, apenas e tão somente, assinada pela Ministra Cármen Lúcia Antunes Rocha.

Abraços,

Plinio Marcos

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