Um jornalismo que se preza, que podemos dizer de verdade, se preocupa em informar de fato o povo, independentemente de classe, grupo, cor, religião e ideologia; qualquer emissora de TV e seus respectivos jornalismos não são obrigados a concordarem com tudo, porém, devem primar pelo respeito ao povo e ter qualidade no serviço que presta. Mas, caso isso não aconteça, é de se perguntar: para que existir esse tipo de jornalismo?

Se um jornalismo ou qualquer um órgão de imprensa usa inclusive de uma concessão pública, como é o caso da RBS, emissora afiliada da Globo, para ofender grande parte da sociedade, é preciso usar dos instrumentos e espaços do Estado de Direito para acabar com isso.

Não é de hoje que alguns órgãos de imprensa ofendem pessoas, grupos e instituições sociais: a Globo, por exemplo, ofendeu e subestimou a nossa inteligência e nos desrespeitou quando do episódio da bolinha de papel, que, graças aos internautas sérios, logo foi desmascarada a farsa.
Em vários momentos podemos perceber o quanto a grande imprensa trabalha apenas em prol dos seus interesses e ignora e desrespeita a vontade do povo; o que a Revista Veja faz não pode nem ser chamado de jornalismo, uma vez que não tem a menor preocupação em mentir, manipular informações, desrespeitar e achincalhar o governo e quem concorda com sua política.
Agora a Folha de São Paulo procura enfraquecer e desqualificar a nossa presidente eleita, utilizando de artificios dos piores possiveis que um órgão de imprensa pode fazer usando dos arquivos da ditadura relacionados à Dilma, cujos depoimentos foram conseguidos sob tortura. Se é prá fazer jornalismo de verdadade por que entao esse mesmo jornal não aponta os torturadores e os tipos de torturas praticadas contra aqueles que lutavam por liberdade e democracia? É preciso fazer um jornalismo de verdade e não procurar enganar o povo, como fazem a tanto tempo.
Absurdos como esse do jornalista Mario Prates da RBS, de Santa Catarina, não pode ficar impune; só assim teremos um jornalismo de verdade; por isso a necessidade do controle social dos medios, o que não significa censura, como querem fazer passar. Chega de tanto absurdo e desrespeito.

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Comentário de CLAUDIO DOS SANTOS em 20 novembro 2010 às 13:14
Um Estado que foi ajudado pelo povo pobre de todo o Brasil, nas ultimas tragedias ocorridas em Santa Catarina, nao merece um pária dessa especie, fazendo jornalismo numa emissora suja como a RBS. nao caberia uma açao popular ou individual contra a emissora e o jornalista por ofensa, rascimos, danos e outros direitos DO POVO POBRE que fora ofendidos moralmente por ele e a rbs/pig/sc???? eu me candidato a qq açao contra eles, se a Constituiçao permitir!!!!
Comentário de Ariston Álvares Cardoso em 20 novembro 2010 às 18:41
Meu prezado João Nunes, razão tem quem pensa como voce sobre o jornalismo brasileiro que vergonhosamente se vendeu entregando-se quase que totalmente aos grupos de Empresários e governantes que desde quase ou mais de meio século tentam se apossar do país. Temos assistido fatos de autoria de aguns Empresários do jornalismo com o apoio de alguns bandidos governantes como é mais este acontecimento desse crápula jornalista Mário Prates da RBS TV Globo de Santa Catarina, justamente um Estado socorrido pela população pobre brasileira como bem disse o companheiro Cláudio dos Santos e a quem todo cidadão catarinense qualquer que fosse a sua frustração pessoal, deveria respeitar esse amor dedicado aos irmãos catarinenses e não chegar ao ponto em que chegou ao subestimar a dignidade do povo num ato que, bem por menos, o Governo da Argentina puniu severamente uma Emissora de TV daquele país, exemplo que deveria ser seguido pelo Governo brasileiro que se permitiu chegar ao fundo do poço da desmoralização que lhe impinge o PIG, que procura inverter a razão com a prática do verdadeiro terrorismo e em nome da democracia, como se deu nestas eleições na campanha do PSDB/DEM diretamente através da pessoa do seu candidato JOSÉ SERRA, um safado que deveria ser mais um dos que a Constituição deveria se preservar excluindo-o das futuras pretenções de se candidatar-se ao Governo em qualquer nível.
Comentário de Levy Luiz Souza Santos em 20 novembro 2010 às 19:49
Caro João Nunes, "a imprensa é a vista da nação. Por ela é que a nação acompanha o que lhe passa ao perto e ao longe, enxerga o que lhe malfazem, devassa o que lhe ocultam e tramam, colhe o que lhe sonegam, ou roubam, percebe onde lhe alvejam, ou nodoam, mede o que lhe cerceiam, ou destroem, vela pelo que lhe interessa, e se acautela do que ameaça. [ Rui Barbosa ]
Se vivo fosse, o que pensaria Rui Barbosa vendo o atual quadro da imprensa rasteira desse país? Alí, no Fórum Rui Barbosa em Salvador, onde repousa seus restos mortais, o imortal Rui deve estar se contorcendo de vergonha.
Comentário de Ariston Álvares Cardoso em 20 novembro 2010 às 20:02
Realmente companheiro Levy Luiz, diante do que expressou o Ruy ao presenciar o Brasil ser vitimado pelo que hoje em vista do atual estado moral em que vive, poderiamos considerar excesso de radicalização do Ruy e como voce disse, o seu espírito se mantém às escondidas quem sabe no mesmo espaço onde desintegrou-se da matéria contorcendo-se de dor e vergonha.

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