JK
Exilado em Paris pela violência gratuita do golpe de 64, Juscelino saiu uma tarde dirigindo seu carro e curtindo saudades do Brasil, numa conversa com seu velho amigo Olavo Drummond. Chegaram à Place Vendômme, estacionou em um lugar proibido. O guarda logo aparece, alto e posudo, com seu bonezinho à De Gaulle. Pediu a carteira de motorista, conferiu :
- Oh, senhor Kubitschek? Parente do grande presidente Kubitschek do Brasil?
- Sou eu.
- O senhor, o próprio presidente Kubitschek? Por favor, dê-me a chave do carro. Eu mesmo vou estaciona-lo. Aqui, apesar de exilado, o senhor continua presidente, como sei que continua lá.
JK entregou a chave, pôs a mão no ombro de Olavo e chorou.
Comentário de Carlos Van+Der+Ley em 4 novembro 2011 às 16:08
Comentário de Antonio Barbosa Filho em 4 novembro 2011 às 18:03
Comentário de Carlos Van+Der+Ley em 5 novembro 2011 às 2:03 A quem incomoda a verdade....
Comentário de Manoel Claudio Vieira em 31 março 2012 às 11:56 Como diz a musica que a Elis cantava: "o BraZil não conhece o Brasil"
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