O autor se empenha em buscar a referência ininterrupta de toda cadeia produtiva da Sociedade Industrial, com o fim de livrar os países de vincular as suas atividades a endividamentos do sistema capitalista (empréstimos internos e externos). Neste sentido pede permissão para enriquecer Razão Pura (Kant) na progressão da Razão de Referencia de Fichte pela honrosa liberdade pura – que se refere ao ponto em que as evidencias de atividades cairão sempre no lugar certo - por ter encontrado a forma dos fatores da estrutura de abstração do mundo. Assim; achado o valor da passividade se recusa a alienação ao país que prende este modelo de exemplos, da evidência real, ao paradigma de seu Todo.

(Transcritos de Fichte – Ciência da Ciência - págs. 25,26,54,63,69,72,73,89)

Ora, isso corresponde certamente a nossa tarefa, segundo a qual, mediante atividade, por determinação recíproca, deve ser determinada uma passividade.

6) Não se pode referir passividade a atividade, senão sob a condição de que aquela tenha uma razão de referência com esta. E essa razão não pode ser outra, senão a razão de referência em geral entre a realidade e negação: a quantidade.

A passividade é referível à atividade por quantidade, significa: a passividade é um quantum de atividade.

10) Acaba de ser indicado um X que é ao mesmo tempo realidade e negação, atividade e passividade.

Está na própria consciência e não fora dela o fundamento de que ela passe de um termo a outro.

A doutrina-da-ciência dá como necessário o espaço e o ponto como limite absoluto, mas deixa para a imaginação a plena liberdade de por o ponto onde quiser.

O estado-de-ação do eu, ao opor a ele o seu próprio ser, não se dirige a nenhum objeto, e sim retorna a si mesmo. Só quando o eu representa a si mesmo torna-se ele objeto. - Dificilmente a imaginação pode conter-se e deixar de imiscuir esse último caráter, o objeto a que se dirige a atividade.

A primeira conclusão está agora determinada do seguinte modo: O eu não está posto no eu, na medida em que, isto é, segundo aquelas partes de realidade com que o não-eu está posto. Uma parte da realidade, isto, é aquela que é atribuída ao não eu está suprimida no eu. A segunda proposição não contradiz esta, na medida em que o não-eu está posto; tem de estar posto também o eu; a saber, ambos estão postos como divisíveis em geral, segundo sua realidade.

A lógica deve estabelecer a mera forma, separada do conteúdo; essa separação entre a mera forma e o conteúdo, já que não é originaria, só pode ocorrer por liberdade. A livre separação entre a forma e o conteúdo seria então aquilo pelo qual se institui uma lógica. Chama se a tal separação abstração...

A segunda ação da liberdade, pela qual a forma se torna seu próprio conteúdo e retorna a si mesma, chama-se reflexão... Nenhuma abstração é possível sem reflexão; e nenhuma reflexão é possível sem abstração...

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Marx pág. 71 - ...e luta de classes pois ela exige uma mudança das relações de produção.

Pág. 103 - A dialética é primeiramente uma lógica da relação...a relação do idêntico a diferença já é dialética.

Pág. 104 – A dialética é uma lógica do movimento. Nesse mundo povoado de forças que se deparam, o movimento é o corolário da interdependência universal.

Engels pág. 98 – A matéria como tal é pura criação do pensamento e pura abstração.

Marx pág 110 – Hegel relativa à lei da transformação da modificação quantitativa em modificação qualitativa. ...Se é verdade que as leis da natureza e as leis do nosso pensamento pertencem a um só e mesmo universo.

Pág. 112 – A natureza tem uma história. O homem também.



Livro de Kant pág. 111 : “Seria, com efeito, analítica se a liberdade da vontade fosse pressuposta. Mas, para pressupor a liberdade como um conceito positivo, precisaríamos de intuição intelectual, que não pode ser concebida aqui. Entretanto, quando considerarmos dada esta lei, deve se observar, a fim de não surgir uma concepção errada, que não é um fato empírico, mas o único fato da razão pura, que deste modo se anuncia como originalmente legislativa (sic volo sic jubeo)”.

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Comentário de Hilano Carvalho em 26 setembro 2009 às 11:58
Não basta ler a "Crítica da Razão Pura" de Kant. Para entendê-la profundamente, seria necessário fazer um curso de Filosofia moderna no mínimo. Em todo caso, como creio que você dificilmente o fará, vale a pena buscar a assessoria de algum estudioso em Kant, para que ele possa indicá-lo vários comentadores relevantes. Não basta ler qualquer coisa; a começar pela edição a ser estudada. Em língua portuguesa, a tradução reconhecidamente como a melhor, é a da editora gulbekian calouste de Portugal. Esqueça qualquer obra filosófica traduzida por essas edições de bolso. Se possível, leia em alemão ou, se souber inglês, há boas traduções.

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