MALBA TAHAN (O autor do "best-seller" O HOMEM QUE CALCULAVA

 

 

Amigos,

 

em tempos em que

se estudava Latim

no Ginásio; em tempos

em que a matéria História

era subdividida em três:

do Brasil, da América e

Universal; em tempos que

aprendíamos Grego no

Colegial, nesses tempos

todo aluno tinha de conhecer

as obras de MALBA TAHAN,

especialmente 0 HOMEM QUE

CALCULAVA.

 

Então, fica justificado o porquê

de trazer esta biografia de TAHAN.

Até porque, se naquele tempo

todo aluno o conhecia, por incrível

que pareça, hoje a maioria de

Professores nem ouviu

falar de MALBA TAHAN.

Verdade?

Sim, uma triste verdade.

 

Marco Nogueira

Júlio César de Melo e Sousa – MALBA TAHAN

Origem: Wikipédia, a enciclopédia livre.

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Júlio César de Mello e Souza[1] (Rio de Janeiro, 6 de maio de 1895Recife, 18 de junho de 1974), mais conhecido pelo heterônimo de Malba Tahan, foi um escritor e matemático brasileiro. Através de seus romances foi um dos maiores divulgadores da matemática no Brasil.

Ele é famoso no Brasil e no exterior por seus livros de recreação matemática e fábulas e lendas passadas no Oriente, muitas delas publicadas sob o heterônimo/pseudônimo de Malba Tahan. Seu livro mais conhecido, O Homem que Calculava, é uma coleção de problemas e curiosidades matemáticas apresentada sob a forma de narrativa das aventuras de um calculista persa à maneira dos contos de Mil e Uma Noites. Monteiro Lobato classificou-a como: "… obra que ficará a salvo das vassouradas do Tempo como a melhor expressão do binômio ‘ciência-imaginação.’"[2] Júlio César, como professor de matemática, destacou-se por ser um acerbo crítico das estruturas ultrapassadas de ensino. "O professor de Matemática em geral é um sádico. — Denunciava ele. — Ele sente prazer em complicar tudo."[3] Com concepções muito à frente de seu tempo, somente nos dias de hoje Júlio César começa a ter o reconhecimento de sua importância como educador. Em 2004 foi fundado em Queluz -- terra onde o escritor passou sua infância—o Instituto Malba Tahan, com o objetivo de fomentar, resgatar e preservar a memória e o legado de Júlio César.

  •  

Biografia

Juventude

Júlio César viveu quase toda a infância na cidade paulista de Queluz. Seu pai João de Deus de Melo e Sousa e sua mãe Carolina Carlos de Melo e Sousa tinham uma renda familiar apenas suficiente para criar os oito filhos do casal. Quando criança, já dava mostras de sua personalidade original e imaginativa. Gostava de criar sapos (chegou a ter 50 deles no quintal de sua casa) e já escrevia histórias com personagens de nomes absurdos como Mardukbarian, Protocholóski ou Orônsio.[4] Em 1905, retornou ao Rio de Janeiro para estudar. Cursou o Colégio Militar e o Colégio Pedro II. A partir de 1913, passou a freqüentar o curso de Engenharia Civil da Escola Politécnica.

A carreira de escritor

Em 1918, Júlio César passou a colaborar no jornal O Imparcial, onde publicou seus primeiros contos com o pseudônimo R. S. Slade. Nos anos seguintes, o jovem escritor estudou a fundo todos os aspectos da cultura árabe e da oriental. Em 1925, propôs a Irineu Marinho, dono do jornal carioca A Noite, uma série de "contos de mil e uma noites". Surgia aí o escritor fictício Malba Tahan, que assinava os contos que foram publicados com comentários do igualmente fictício Prof. Breno de Alencar Bianco. Seu pseudônimo tornou-se tão famoso que o então Presidente Getúlio Vargas concedeu uma permissão para que o nome aparecesse estampado em sua carteira de identidade. Na década de 1930 aconteceu uma grande polêmica entre autores de livros de matemática: Tahan contra Jacomo Stávale e Algacyr Munhoz Maeder. Até o fim da vida, Júlio César escreveu e publicou livros de ficção, recreação e curiosidades matemáticas, didáticos e sobre educação, com seu nome verdadeiro ou com o ilustre pseudônimo.

A carreira de professor

Paralelamente à carreira de escritor, Júlio César dedicou-se ao magistério. Graduou-se como engenheiro civil na Escola Politécnica e como professor na Escola Normal. Deu aulas no Colégio Pedro II e na Escola Normal, lecionando diversas matérias como história, geografia e física, até se fixar no ensino de matemática. Ensinou também no Instituto de Educação e na Escola Nacional de Educação. Além das aulas, Júlio César proferiu mais de 2000 palestras por todo o Brasil e em algumas localidades do exterior. Ficou célebre por sua técnica como contador de histórias e por sua atuação inovadora como professor. Suas aulas eram agitadas e interessantes, sempre repletas de curiosidades que atraiam a atenção dos estudantes.

Outras atividades

Júlio César foi um enérgico militante pela causa dos hanseníacos. Por mais de 10 anos editou a revista Damião, que combatia o preconceito e apoiava a humanização do tratamento e a reincorporação dos ex-enfermos à vida social. Deixou, em seu testamento, uma mensagem de apoio aos hanseníacos para ser lida em seu funeral.

Falecimento

Júlio César faleceu em 18 de junho de 1974 de ataque cardíaco em seu quarto de hotel, após uma palestra proferida no Recife. Deixou uma série de instruções para seu sepultamento: além da mensagem que devia ser lida, exigiu caixão de terceira classe, flores anônimas, nada de coroas, nada de luto nem discursos.

Biografia de Malba Tahan

Ao criar seu pseudônimo, Júlio César criou também um personagem: Malba Tahan. Este escritor, cujo nome completo seria Ali Yezid Izz-Eddin Ibn Salim Hank Malba Tahan, teria nascido na aldeia de Muzalit, próximo a Meca, a 6 de maio de 1885. Teria feito seus estudos no Cairo (Egito) e Istambul (Turquia). Após a morte de seu pai, teria recebido vultosa herança e viajado pela China, Japão, Rússia e Índia, onde teria observado e aprendido os costumes e lendas desses povos. Teria estado, por um tempo, vivendo no Brasil. Teria morrido em batalha em 1921 na Arábia Central, lutando pela liberdade de uma minoria local.[5][6] Seus livros teriam sido escritos originalmente em árabe e traduzidos para o português pelo também fictício Professor Breno Alencar Bianco.

Homenagens

Em homenagem a Malba Tahan, o dia de seu nascimento – 6 de maio – foi decretado como o Dia do matemático (ou Dia da matemática) pela Assembleia Legislativa do Rio de Janeiro.[7]

Malba Tahan é nome de escola no Rio de Janeiro e de teatro em São Bernardo do Campo/SP.[7]

Obra

Júlio César escreveu ao longo de sua vida cerca de 120 livros de matemática recreativa, didática da matemática, história da matemática e ficção infanto-juvenil, tendo publicado com seu nome verdadeiro ou sob pseudônimo. Abaixo, uma lista de seus títulos mais relevantes:

  • Contos de Malba Tahan (contos)
  • Amor de Beduíno (contos)
  • Lendas do Deserto (contos)
  • Lendas do Oásis (contos)
  • Lendas do Céu e da Terra (contos)
  • Maktub! (contos)
  • Minha Vida Querida (contos)
  • O Homem que Calculava (romance)
  • Matemática Divertida e Delirante (recreação matemática)
  • A Arte de Ler e Contar Histórias (educação)
  • Aventuras do Rei Baribê (romance)
  • A Sombra do Arco-Íris (romance)
  • A Caixa do Futuro (romance)
  • O Céu de Allah (contos)
  • Lendas do Povo de Deus (contos)
  • A Estrêla dos Reis Magos[8] (contos)
  • Mil Histórias Sem Fim (contos)
  • Matemática Divertida e Curiosa (recreação matemática)
  • Novas Lendas Orientais (contos)
  • Salim, o Mágico (romance)

Exibições: 405

Comentário de Marco Antônio Nogueira em 29 janeiro 2011 às 21:18

 

O Homem que Calculava

Origem: Wikipédia, a enciclopédia livre.

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O Homem que Calculava:

aventuras de um singular calculista persa é um romance infanto-juvenil do escritor brasileiro Malba Tahan (heterônimo do professor Júlio César de Mello e Souza), que narra as aventuras e proezas matemáticas do calculista persa Beremiz[1] Samir na Bagdá do século XIII. Foi publicado pela primeira vez em 1939[carece de fontes?] e já chegou a sua 75ª edição.

A narrativa, dentro da paisagem do mundo islâmico medieval, trata das peripécias matemáticas do protagonista, que resolve e explica, de modo extraordinário, diversos problemas, quebra-cabeças e curiosidades da matemática. Inclui, ainda, lendas e histórias pitorescas, como, por exemplo, a lenda da origem do jogo de xadrez e a história da filósofa e matemática Hipátia de Alexandria. Sem ser um livro didático, tem, contudo, uma forte tonalidade moralista.

Sucesso de vendas no Brasil, e no mundo, tendo sido lida por várias gerações de leitores, a obra foi traduzida para o espanhol, o inglês, o italiano, o alemão e o francês.

Comentário de Dicesar Lass Fernandez em 30 janeiro 2011 às 0:58

Este é um assunto que me interessa muitissimo. Quem é essa perssonagem Malba Tahan?

Qual sua formação? Sabia árabe? Copiou de algum lugar? Alguém tem a relação dos

livros de sua biblioteca? Segundo soube os livros estâo encaixotados nos porôes da ECA.

Outra informação é que uma aluna do Ubiratan D´Ambrósio fez uma dissertação sobre

Malba Tahan. Gostaria de ter acesso a esses documentos. É um assunto muito interessante.

Comentário de Marco Antônio Nogueira em 30 janeiro 2011 às 1:15

 

DICESAR,

 

Releia o texto acima

e você encontrará

as respostas para

o que pergunta.

 

Veja aqui a relação

de algumas de suas

obras:

Obra

Júlio César escreveu ao longo de sua vida cerca de 120 livros de matemática recreativa, didática da matemática, história da matemática e ficção infanto-juvenil, tendo publicado com seu nome verdadeiro ou sob pseudônimo. Abaixo, uma lista de seus títulos mais relevantes:

  • Contos de Malba Tahan (contos)
  • Amor de Beduíno (contos)
  • Lendas do Deserto (contos)
  • Lendas do Oásis (contos)
  • Lendas do Céu e da Terra (contos)
  • Maktub! (contos)
  • Minha Vida Querida (contos)
  • O Homem que Calculava (romance)
  • Matemática Divertida e Delirante (recreação matemática)
  • A Arte de Ler e Contar Histórias (educação)
  • Aventuras do Rei Baribê (romance)
  • A Sombra do Arco-Íris (romance)
  • A Caixa do Futuro (romance)
  • O Céu de Allah (contos)
  • Lendas do Povo de Deus (contos)
  • A Estrêla dos Reis Magos[8] (contos)
  • Mil Histórias Sem Fim (contos)
  • Matemática Divertida e Curiosa (recreação matemática)
  • Novas Lendas Orientais (contos)
  • Salim, o Mágico (romance)

NOTA:

Certamente que você as

encontrará em qualquer

boa biblioteca pública.

Tente.

Se não, pesquise no GOOGLE

que ali você irá encontrar

bibliotecas SEBO, que geralmente

vendem livro de Literatura antiga.

 

Abraço,

 

Marco Antônio

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