Morreu hoje (11), aos 92 anos, o médico e humorista brasileiro Max Nunes.
Pioneiro dos programas de humor no rádio e na televisão, foi criador e redator do programa "Balança Mas Não Cai", grande sucesso na década de 1950, na Rádio Nacional, onde se consagraram atores como Paulo Gracindo e Brandão Filho nos papéis de "Primo Rico" e "Primo Pobre".
Vários personagens de Jô Soares tiveram origem em textos de Max Nunes, a quem Jô considerava seu padrinho artístico.
Criou bordões que se tornaram clássicos como "o macaco tá certo", proferido pelo macaco Sócrates (Orival Persini), do "Planeta dos Homens".
Era também compositor, tendo sido o autor da marcha carnavalesca "Bandeira Branca".
Alguns pensamentos de Max Nunes
O Brasil precisa explorar com urgência a sua riqueza – porque a pobreza não aguenta mais ser explorada.
Personalidade é aquilo que uma pessoa tem quando não está precisando do emprego.
Há casais que se detestam tanto que não se separam só para um não dar esse prazer ao outro.
Não era uma mulher, era uma guilhotina. Cinco homens perderam a cabeça por sua causa.
O caqui não passa de um tomate diabético.
Era tão azarado que, se quisesse achar uma agulha no palheiro, era só sentar-se nele.
Não é que as moças de hoje sejam mais bonitas. É que as de ontem já deixaram de ser.
O casamento é o único jogo que acaba mal sem que ninguém ponha a culpa no juiz.
Quem pede a palavra nem sempre a devolve em condições.

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