MILITARES REAFIRMAM CRÍTICAS A DILMA E AFRONTAM AMORIM

MILITARES REAFIRMAM CRÍTICAS A DILMA E AFRONTAM AMORIM


Sugestão à Presidente DILMA:


1) Suspender por alguns meses

o soldo desses desocupados

do Clube Militar. Teria jeito?


2)

Enquadre-os na falta de disciplina.

Uai! Respeito à hierarquia

não é o que mais

defendem os militares?


3)

Proibir, por lei, e rigorosamente,

o "carteado", pois os nele viciados

não têm tempo de pensar em

coisas mais sérias.


4)

Calar a boca desses energúmenos

que se ofendem ao ouvir alguém

falar mal da ditadura. Essa gente

ficou por longos e tenebrosos 

21 anos desdenhando os civis,

e levando o país para o buraco,

que dele só saiu quando LULA

assumiu o Poder.


5)

Só há uma saída:

Ou o Brasil imita a Argentina,

punindo esse bando de 

torturadores, ou ele vai

continuar com suas provocações.


Marco Nogueira


Fonte:

Folha de São Paulo

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LUCAS FERRAZ
DE BRASÍLIA

Em nota divulgada ontem, 98 militares da reserva reafirmaram recentes ataques feitos por clubes militares à presidente Dilma Rousseff e disseram não reconhecer autoridade no ministro da Defesa, Celso Amorim, para proibi-los de expressar opiniões.

A nota, intitulada "Eles que Venham. Por Aqui Não Passarão", também ataca a Comissão da Verdade, que apontará, sem poder de punir, responsáveis por mortes, torturas e desaparecimentos na ditadura. Aprovada no ano passado, a comissão espera só a indicação dos membros para começar a funcionar.

Clubes militares recuam de crítica a Dilma por opinião de ministras
Dilma é alvo de militares por opinião de ministras

"[A comissão é um] ato inconsequente de revanchismo explícito e de afronta à Lei da Anistia com o beneplácito, inaceitável, do atual governo", diz o texto, endossado por, entre outros, 13 generais.

Apesar de fora da ativa, todos ainda devem, por lei, seguir a hierarquia das Forças, das quais Dilma e Amorim são os chefes máximos.

O novo texto foi divulgado no site "A Verdade Sufocada", mantido pela mulher de Carlos Alberto Brilhante Ustra, coronel reformado do Exército e um dos que assinam o documento.

Ustra, ex-chefe do DOI-Codi (aparelho da repressão do Exército) em São Paulo, é acusado de torturar presos políticos na ditadura, motivo pelo qual é processado na Justiça. Ele nega os crimes.

A atual nota reafirma o teor de outra, do último dia 16, na qual os clubes Militar, Naval e de Aeronáutica fizeram críticas a Dilma, dizendo que ela se afastava de seu papel de estadista ao não "expressar desacordo" sobre declarações recentes de auxiliares e do PT contra a ditadura.

Após mal-estar e intervenção do Planalto, de Amorim e dos comandantes das Forças, os clubes tiveram de retirar o texto da internet.

CRÍTICA A AMORIM

"Em uníssono, reafirmamos a validade do conteúdo do manifesto do dia 16", afirma a nota de ontem, que lembra que o texto anterior foi tirado da internet "por ordem do ministro da Defesa, a quem não reconhecemos qualquer tipo de autoridade ou legitimidade para fazê-lo".

Agora, os militares dizem que o "Clube Militar [da qual a maioria faz parte] não se intimida e continuará atento e vigilante".

A primeira das três declarações que geraram a nota foi da ministra Maria do Rosário (Direitos Humanos), para quem a Comissão da Verdade pode levar a punições, apesar da Lei da Anistia.

Depois, Eleonora Menicucci (Mulheres) fez em discurso "críticas exacerbadas aos governos militares", segundo o texto. Já o PT, em uma resolução, disse que deveria priorizar o resgate de seu papel para o fim da ditadura.

Exibições: 119

Comentário de Ivan Bulhões em 1 março 2012 às 0:26

Estão provocando! Estão querendo uma reação impensada do Governo para encontraem eco na população. Já estão em processo avançado de demência.

Comentário de Marco Antônio Nogueira em 1 março 2012 às 0:42

IVAN,

E qual seria a reação

impensada do Governo?

Vou mais além: não estão 

em processo avançado de

demência, mas 

JÁ MORRERAM E ESQUECERA

DE CAIR.

Comentário de Marco Antônio Nogueira em 1 março 2012 às 0:43

CORRIJO:

"JÁ MORRERAM E

ESQUECERAM DE CAIR."

Comentário de Ivan Bulhões em 2 março 2012 às 1:57
Entrar num debate com estes elementos seria um erro. Penso que somente um caminho é o correto: seguir o exemplo da Argentina e conduzi-los a um tribunal por todos os crimes que cometeram.

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