Recebi um convite imperdivel,do meu amigo Antônio Carlos Rebesco,diretor do programa:JAZZ+JAZZ do Sesc TV,para assistir hoje às 20:30h no SESC Pinheiros,apresentação da Jazz Sinfônica sob à regência do maestro,João Mauricio Galindo, o último concerto da série.

Uma, mais que merecida homenagem ao Maestro Moacir Santos
Moacir Santos (Serra Talhada, então Vila Bela, 11 de julho de 1926 — Pasadena, 18 de julho de 2006) foi um arranjador, compositor, maestro e multi-instrumentista brasileiro.
Iniciou sua carreira no sertão pernambucano como integrante de bandas. Na década de 1940 mudou-se para o Rio de Janeiro, e nessa cidade foi contratado pela Rádio Nacional. Durante dois anos, morou em São Paulo, onde regeu a orquestra da TV Record, voltando logo em seguida para o Rio de Janeiro. Em 1967 mudou-se para Los Angeles pois fora convidado para a estréia mundial do filme "Amor no Pacífico", do qual havia sido compositor. Estabeleceu moradia fixa na região de Pasadena, na California, onde viveu compondo trilhas para o cinema dando aulas de música. Moacir faleceu em 18 de Julho de 2006, uma semana depois de completar 80 anos Realizações da carreira
Conhecido pelo seu virtuosismo, dominava o saxofone, o piano, a clarineta, a trompeta, o banjo, o violão e a bateria. Note-se que ele iniciou-se como tocador de clarinete aos 11 anos.
É tido como um dos maiores mestres da renovação harmônica da música popular brasileira (MPB).
Foi parceiro de Vinicius de Moraes, e por esse foi homenageado na canção "Samba da Bênção", com Baden Powell: "Moacir Santos / tu que não és um só, és tantos / como este meu Brasil de todos os santos."
Foi assistente do compositor alemão Hans Joachim Koellreuter e professor de músicos como Baden Powell, Paulo Moura, João Donato, Nara Leão, Roberto Menescal, Sérgio Mendes e outros importantes nomes da música brasileira.
Em julho de 2006, ganhou o Prêmio Shell de Música.
O seu primeiro disco intitula-se "Coisas", lançado em 1965 pela gravadora Forma. Já morando nos Estados unidos lançou os discos The Maestro (1972), Saudade (1974) e Carnival of the Spirits (1975) pelo selo Blue Note, e Opus 3 Nº 1 (1978) pelo selo Discovery.
Suas mais conhecidas composições são "Coisa n. 5", "Menino Travesso", "Triste de Quem", "Se Você Disser que Sim" (com Vinicius de Moraes) e "Nanã" (com Mário Teles).
Em 2001 sua obra foi novamente lançada no Brasil através do álbum "Ouro Negro" com arranjos e produção de Mario Adnet e Zé Nogueira, e com participações especiais de grandes artistas como Milton Nascimento, Djavan, Ed Motta, Gilberto Gil, João Bosco, João Donato
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