Gosto é gosto e não se discute! Cada um tem o seu e ponto final! Como acontece desde os primórdios da humanidade, as pessoas não pensam, não sentem e não agem igual. No que se refere a gosto, há um consenso que existe o bom e o mau gosto. Nas artes visuais, na música, na literatura, sempre existem os que se julgam superiores e abominam os que não comungam o mesmo gosto, mas gosto é gosto e cada um tem o seu. Por exemplo: dizem que tem gente que não gosta de pão de queijo. Eu não conheço, mas dizem que tem. Assim também como tem gente que não gosta de fazer sexo. Bernard Shaw dizia ser um. Eu sou outro. Bernard dizia que achava a prática de sexo cansativa e tediosa. Eu acrescento que ainda por cima é lambrequento.

Fiz sexo quatro vezes na vida. Tenho quatro filhos, com diferenças de idade de dois anos, sete anos e seis anos, o que corrobora minha afirmação de que não gosto de sexo. Casei-me aos vinte e sete anos e era virgem. Pior, que minha noiva também era “virgo intacta” e como naquele tempo, por acanhamento, não se pedia instruções a respeito, tivemos sérias dificuldades para consumar o casamento. Por sorte éramos pessoas cultas e inteligentes e após várias conjecturas, conseguimos o procedimento correto, colocando cada coisa em seu lugar, sem desvios de conduta.

Assim como quando digo que “graças a deus” eu sou ateu, é hilariante o espanto que eu provoco quando digo que não gosto de “meter”! Por isso, estou tentando mostrar alguns motivos básicos para tão inusitado fato. O primeiro já foi dito acima: é cansativo e tedioso! O procedimento sexual, desde a preparação inicial até a consumação final, exige esforços do coração, cérebro, músculos, nervos, tudo. Eles têm que dar tudo que neles ainda exista e persistir ainda que exaustos. Nem tanto para as mulheres, pois essas não têm que levantar nada, a não ser a saia.

Outro motivo, este bem mais sério, é que: é pecado! Sua abominação pode até não estar entre os dez mandamentos, mas a luxúria está lá entre os sete pecados capitais e ao que me consta, não há como praticar sexo sem luxúria. Só se for com os pastores neo-pentecostais, que dizem as más línguas, trepam de pijama e camisola e depois se desinfetam. Que é pecado é! Está lá na biblia. É o primeiro pecado cometido. O pecado original. Se não fosse pecado, Jeovah não teria punido Adão por ter comido a Eva – ops. a maçã. E tem mais: a existência do gogó (pomo de Adão) o que seria um pedaço do fruto proibido, engasgado por ele, prova que “felactius e cunnilingus” não são práticas assim tão recentes como se imagina.

Um terceiro motivo para não se gostar de sexo, é a falta de simetria estética dos orgãos que se envolvem em tão profano procedimento. É sabido que a visão das genitálias do sexo oposto, provoca em um e outro excitações variadas! O sabor também! Mas que são feios lá isso são. Se fossem bonitos, estariam em locais mais visíveis. Também as posições em que se colocam os praticantes durante o nefando ato, são exdrúxulas e estapafúrdias.

Outro motivo, igualmente importante, é que: é muito lambrequento!

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Comentário de Marco Antônio Nogueira em 9 dezembro 2011 às 18:56

EURÍPEDES,

 

Toda mulher é uma DEUSA.

Só mesmo um ATEU pra

não gostar de DEUSA.

Ao contrário do que falas,

o SEXO é uma das mais

eficazes receitas pra uma

boa saúde. Conforme me

disse uma amiga Médica:

um ato sexual corresponde

a 7 Km andado. Assim, pra

quem gosta de SEXO

(que nem eu, de "três por dia"),

anda gostosamente 21 quilômetros diariamente.

Contestando a ti, vai aqui

aquela marchinha de Carnaval

de teu tempo de jovem.

 "Tem dinheiro ... tô lá!

Tem bebida ... tô lá!

Tem mulher ... tô láa!

Mas, se não tem,

mando outro em meu lugar.

O diabo carrega que não "qué"

dinheiro, bebida, "muié"!

 

Onde tem mulher, eu tô,

Eu tô e fico à vontade,

Eu "sô" igual a meu pai

na minha idade.

 

Pediria que me encaminhasses

todas as mulheres que

recusaste em tua vida

de "quase celibatário".

Bom, agora falando sério:

tu, como estudante em Uberaba,

deves ter sido frequentador dos

lupanares da rua São Miguel.

Ou não?!

 

Comentário de Euripedes Ribeiro de Sousa em 9 dezembro 2011 às 19:12

Frequentador da Rua São Miguel? Eu era chamariz da boate Centenário e dos cabarés da Negrinha e da Izolina. Dançava com as mulheres e fazia de conta que estava bebendo, para atrair fregueses gastadores. Ficava até fechar e sempre uma delas vinha e dizia: dorme comigo hoje bem? E lá ia eu "de gratis".

Comentário de Marco Antônio Nogueira em 9 dezembro 2011 às 19:36

 

Não, isso não.

Jamais fui gigolô.

Pagava até em

módicas prestaçõs,

mas de graça não.

Falando em rua São Miguel,

que terminava ali na praça

Frei Eugênio (a do SENAI),

naquele pedaço de cima

do quarteirão tinha uma

das maiores, e mais caras, 

boates de Uberaba.

 

Comentário de Marco Antônio Nogueira em 9 dezembro 2011 às 21:59

 

EURÍPEDES,

 

Viu só quantos visitaram

este seu tópico?

Até agora 34.

Todo mundo lê, mas

não tem coragem de

comentar.

Mas também um texto

indecoroso como

este seu só vai dar

curioso para ler.

Comentar mesmo ninguém

tem coragem.

Ou não?

Comentário de Marco Antônio Nogueira em 9 dezembro 2011 às 23:30

 

EURÍPEDES,

 

Veja só este vídeo

que nos remete à

boêmia de Uberaba.

 

 

TANGO TRISTE,

dos tempos de juventude,

em Uberaba.

Tango do próprio Haroldo José

em parceria com Osvaldo de Souza,

que ele lançou na Chantecler

em fevereiro de 1960

(disco de 78 rpm).

Em junho do mesmo ano, a "gravadora do galinho"

lançou o registro de Leila Silva, que fez parte de

seu 78 rpm de estreia na Chantecler e saiu

também em compacto duplo.

TANGO TRISTE

com

HAROLDO JOSÉ

 

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