Nomes Importantes do Choro no Instrumental Sesc Brasil



"O programa Instrumental Sesc Brasil exibido pela Sesc TV selecionou para esta semana três programas com nomes importantes do Choro. Na terça (18/11) às 23h será exibido o encontro do saudoso flautista Carlos Poyares com o jovem bandolinista Danilo Brito. Reprise na quarta (19/11) às 4h e 16h30. Na quarta (19/11) às 23h é a vez da Orquestra de Cordas de Pernambuco, liderada pelo violonista Henrique Annes. Reprise na quinta (20/11) às 4h e 16h30.

E na sexta (21/11) será exibido o encontro do Max Robert Trio e do violonista Guinga. O compositor e contrabaixista paulista Max Robert mostra o repertório de seu disco Todo Bossa. Entre as músicas, estão também obras de Guinga, como Par Constante e Por trás de Brás de Pina. Participam do show Leandro Braga (piano), Márcio Bahia (bateria) e Mané Silveira (flauta). Reprise no sábado (22/11) às 4h e 16h30.

A Sesc TV é sintonizada na Sky no canal 3, pelo Digital Satélite B3 - freq: 3768v e na Net Digital pelo canal 137, em São Paulo e Rio de Janeiro". (Site Sovaco de Cobra).





Natural de Colatina (ES), Carlos Câncio Poyares entrou para a história do choro através do seu virtuosismo da flauta, ao lado de Altamiro Carrilho, a quem chamava de mestre, João Dias Carrasqueira, Pixinguinha e Pattápio Silva.


Tendo gravado mais de 80 discos como solista - curiosamente o seu primeiro CD, Uma chorada na casa do Six, pela gravadora Kuarup, foi lançado somente em 1996 - foi o segundo flautista integrante do lendário Regional do Canhoto e apresentou-se com Orlando Silva, Silvio Caldas, Nelson Gonçalves, Dolores Duran, Luis Vieira, Mário Zan, Luis Gonzaga, Jackson do Pandeiro, Vicente Celestino, Valdir Azevedo e Tom Jobim e outros.





O pernambucano Henrique Annes, aos 7 anos já escutava música clássica via Tchaikowsky, Siblelius, Max Bruch e outros e música popular brasileira através de Jacob do Bandolim, Pixinguinha, Luperce Miranda, Waldir Azevedo... em belíssimas interpretações de Choro.
Hoje lidera a Orquestra de Cordas de Pernambuco.







Guinga e do contrabaixista paulista Max Robert.




Colegas, agora é só agendar-se e conferir as performances desses bambas do Choro.

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Comentário de Helô em 18 novembro 2008 às 21:05
Ótimas dicas, Laura.
Um caso sobre o Guinga. Em maio, estava eu no Rio quando peguei um frescão na Barra em direção ao centro. Quando o ônibus passou pelo orla de Ipanema (ou Leblon), quem entra? O Guinga! Sentou-se atrás de mim e eu não tive coragem de puxar um papo. Aí ele desceu no Aeroporto Santos Dumont e eu o fotografei de costas, hahaha. Pode?
Olha ele aí.


Beijos.
Comentário de Laura Macedo em 19 novembro 2008 às 1:02
Helô, o Guinga é super conhecido dos teresinenses. Já esteve aqui inúmeras vezes participando de shows e do FENAVIPI (Festival Nacional de Violão do Piauí).
Eu também tenho um caso curioso para relatar, vou até dá um título: "A galinha caipira que passou meses no frezzer".
No auge da crise dos aeroportos, o Guinga deixou de comparecer a um show agendado com uma produtora cultural que é muito minha amiga. Combinamos que iríamos pegá-lo no aeroporto às 3:00 h da madrugada (já tinha colocado o relógio p/ despertar), sem falar nos preparativos para o almoço aqui em casa, quando ela me liga dizendo do cancelamento.
Depois de alguns meses é que resolvemos comer a "galinha do Guinga".
Se um dia eu tiver outra oportunidade vou mostrar sua foto prá ele, ok?
Mega beijo.

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