"É constrangedor dizer isto abertamente, mas o ex-presidente George W. Bush é um homem de pouca inteligência, um ex-beberrão que largou o vício, um religioso amalucado. A ele os norte-americanos jamais deveriam ter confiado o poder de iniciar guerras.
Por seis anos, uma parte da população de seu país preferiu ignorar que ele atacou o Iraque desnecessariamente. Os fatos evidenciaram isso. O Iraque não tinha armas de destruição em massa e não se relacionava com grupos terroristas como a Casa Branca alegava.
E, com o colapso desses pretextos, surgiram especulações sobre os verdadeiros motivos para a invasão: aumentar o controle sobre o petróleo da região, proteger Israel, completar uma vendetta iniciada por Bush pai contra Saddam Hussein? Ninguém sabe a resposta certa.
Agora, na relação dos reais motivos para essa invasão, entra a possibilidade de que uma abstrusa interpretação das profecias bíblicas por Bush possa ter sido um fator preponderante. O que acrescenta mais uma ominosa cortina fumaça sobre uma guerra que já matou mais de 4 mil jovens norte-americanos, além de se mostrar desnecessária e dispendiosa"
(trecho traduzido do artigo Council for Secular Humanism
escrito por James A. Haught)

Com efeito, em 2003, Bush tentou convencer Jaques Chirac a enviar tropas francesas ao Iraque para deter "Gog e Mangog, os agentes satânicos do Apocalipse".

Publicado também no blog EntreMentes.

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Comentário de Paulo Gurgel Carlos da Silva em 19 outubro 2009 às 14:10
Cara NaT:
Não se absolve um matador por não se conhecer o mandante do crime.
Longe de ser ignorado, o poder de aglutinação dos líderes (principalmente o que exerce aquele que comanda a nação mais poderosa da Terra) faz parte dessa complexidade da história.
E será mesmo que o nariz de Cleópatra não teve nenhuma influência nos rumos da história da humanidade?

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