Provavelmente não. Porque com o nível de conhecimento a que chegou a humanidade, principalmente no primeiro mundo, se tivesse competência e disposição para dividir o bolo e prolongar a existência no Planeta Terra até onde fosse possível, simplesmente teria evitado essa crise, com tantos recursos que ainda existem em poucas mãos, permitindo que milionários brinquem de jogar “milhões” na cara um do outro enquanto boa parte da espécie humana morre de fome.

            O nosso conceito sobre o Universo é completamente fora de lógica e isso que acontece na Terra poderá muito bem ter se repetido em bilhões de planetas semelhantes ao nosso por aí afora. Segundo a Bíblia, Deus mandou Jesus para salvar a humanidade e Ele chegou aqui através da encarnação do espírito em um corpo físico que nasceu, viveu e morreu pregado na cruz. Depois ressuscitou e entrou em ambiente com a porta fechada, sugerindo que se tratava do espírito e não da matéria.

            Mesmo assim muita gente insiste em afirmar que conosco, o restante da galera, não houve uma aterrissagem aqui na Terrinha e sim uma produção de corpos carnais cada um com uma alma dentro e de um modelo diferente, já que até filhos dos mesmos pais jamais serão iguais.

            Os recursos do Planeta Terra são finitos, dando a entender que a passagem da humanidade por aqui também tem hora para acabar e esse processo poderá estar ocorrendo diante dos nossos olhos que continuam insistindo em não enxergar. Na verdade o que se sabe é que a morte vai chegar para cada um de nós e, como já somos sete bilhões, não resta a menor dúvida de que a coisa acontecerá em mutirão, através de catástrofes e mais catástrofes, algumas de ordem natural e outras provocadas pela ganância dos poderosos.

            O desabastecimento defendido pela humanidade através do reflorestamento das áreas produtivas é completamente incompatível com a realidade. Imaginem aqueles que têm o conhecimento e o poder, renunciando a tudo isso para que o Planeta volte a ser o “Paraíso de Adão”, com a população sobrevivente vivendo em eterna mordomia e mesmo assim irmãos assassinando irmãos? E quem seriam esses privilegiados? Com certeza a maioria não. Quem sabe os encarregados da fiscalização, que passariam a usar à sapiência para explorar os menos informados como aconteceu no passado e se intensifica no presente.

            A realidade mostra que os conflitos em torno das heranças, que muitas vezes não passam de um pedaço de terras improdutivas, ou mesmo uma casa inabitável, acabam em intrigas e até mortes e sucessivas vinganças. Agora, o que não faria um povo para defender sua qualidade de vida, tendo bombas atômicas e foguetes funcionando por controle remoto à sua disposição?

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