Sempre fui fã de carteirinha do consagrando ator de cinema Jack Lemmon. Impossível passar algum tempo sem rever suas performances nos consagrados “Se meu apartamento falasse” e “Quanto mais quente melhor”, só para ficar em dois exemplos.

E não é que ele continua a me surpreender! Até ontem, confesso, não conhecia o Jack Lemmon pianista e cantor. Amei conhecer mais essa faceta desse artista que tanto me emocionou no cinema.

Segundo o jornalista
Arthur Xexéo, Jack Lemmon, antes de tornar-se ator consagrando, tocava piano em cervejarias. Durante as gravações do filme “Demônio de mulher”, recebeu e aceitou convite para gravar um disco, resultando em: A Twist of Lemmon (capa abaixo).




Selecionei duas faixas. Curtam Jack Lemmon tocando piano e cantando.



Imagination, de James Van Heusen.

 



Let’s Fall In Love”, de Harold Arlen

 



Acredito cada vez mais na imortalidade dos artistas talentosos...


Exibições: 351

Comentário de Liu Sai Yam em 5 outubro 2010 às 1:54
Se Meu Apartamento Falasse e Quanto Mais Quente Melhor são opostos, não?

Dramático e claustrofóbico ou comédia rasgada e solar, Jack Lemmon era versatilidade total, sempre com aquela cara de cachorro abandonado.
Me lembro também de um filme que se passa num submarino, com Henry Fonda e James Cagney (um capitão crápula), em que ele faz um marujo malandro e descolador de coisas, de uísque a dinamite. Fantástico.
Sem falar nos filmes dramáticos, amargos, em que ele não faria feio diante dos atores de Bergman.
Viva Jack Lemmon.
Comentário de Laura Macedo em 5 outubro 2010 às 2:47
Liu Sai Yam,

Você acertou na mosca quando utilizou a expressão, "cara de cachorro abandonado". :))

Para matar as saudades, o trailer de "Se meu apartamento falasse".


Grata pelo comentário.
Abraços.
Comentário de Ivan Bulhões em 5 outubro 2010 às 3:17
É... O cara é, realmente, um artista completo e excepcional!
Comentário de Ivan Moraes em 5 outubro 2010 às 4:35
Nossinhora, agora eu quero ouvir mais! Desse album nao tem nada no youtube!
Comentário de Ivan Bulhões em 5 outubro 2010 às 5:16
Comentário de BLOG DAS IGUARIAS - em 5 outubro 2010 às 13:26
Olha, mais um post perfeito. Mas concordo com o Ivan. Bjs
Comentário de Laura Macedo em 5 outubro 2010 às 20:18
Liu Sai Yam, Carmen e "Ivans" :))

Link para fazer o download do disco completo de Jack Lemmon. Depois é só curtir no carro, em casa, na academia...

Beijos a todos.
Comentário de Ivan Bulhões em 5 outubro 2010 às 21:17
Merci, Mademoiselle!
Comentário de Liu Sai Yam em 6 outubro 2010 às 1:14
Querida Laura, falando por mim...

A enorme qualidade de sujeitos como Jack Lemmon, Tony Curtis, Jerry Lewis, Walther Matthau, Gary Cooper, Cary Grant... são tantos, não?, é que nos pegaram, a mim, pessoalmente, num momento de reconhecimento do mundo e a tradução dela como linguagem. As sessões da tarde e os matinês em cinemas de bairro (que tinham aos montes) serviram pra construir uma forma de olhar superapropriado pra quem transitava da infância pra adolescência, e que precisavam dessa injeção de otimismo, de integridade, de boas intenções atrapalhadas, desastradas, porém sempre resultando num final redentor. Nosso idéia de equilíbrio e justiça.

Depois a gente teve que se confrontar com a dura realidade, com a consciência de que a vida não era bem daquele modo e que Nova Iorque não era o Éden dos sonhos. Mas ficou aquele alicerce da possibilidade de harmonia via humor e despreendimento, além de muito charme.

Foi o nosso conto de fadas particular, a nossa couraça pra confrontar o cinismo e a violência. Estarão sempre em nossos corações e mentes, Laura, como representação de um tempo em que se permitia acreditar na felicidade.

A gente achava que todo mundo era filho de Papai Noel, né?
Nesse corre-corre de incertezas e medos, Jack Lemmon e nossas matinês são a busca do nosso tempo perdido.
Beijo, e nunca deixar de sonhar.

Comentário de Laura Macedo em 6 outubro 2010 às 2:52
Liu, excelente seu comentário. Belo trecho do filme.

Acabei de localizar uma pequena homenagem que fiz por ocasião dos 70 Anos do filme "O Mágico de Oz".

E por falar em cinema de bairro tive o privilégio de ter sido vizinha de um deles. Como os proprietários eram amigos dos meus pais, a entrada era franca. Aproveitei pra valer :))

Gosto muito da Audrey Hepburn, Deborah Kerr, Gregory Peck, Cary Grant...
Quando um filme me emociona gosto de reve-lo, é o caso de "Tarde demais para esquecer" com Cary Grant e Deborh Berr, já perdi a conta das vezes revi.


Cena do Filme "Tarde demais para esquecer" (título brasileiro),produzido nos EUA em 1957, onde a atriz Deborah Kerr canta a canção título do filme.

É uma intensa e bem humorada história de amor indicada para quatro Prêmios "Oscar".
Cary Grand e Deborah Kerr se conhecem num transatlântico e apaixonam-se. Apesar de ambos serem comprometidos eles concordam em encontrar-se seis meses depois no último andar do edifício Empire State Building, em Nova York, caso continuem sentindo o mesmo um pelo outro.
Mas um acidente impede tal encontro e seu futuro toma um rumo emocionante e incerto.
É um dos meus filmes prediletos. Como tenho o DVD em casa, não me canso de rever quando bate a saudade... A música é, para mim, super emocionante... (meus videos Portal Luis Nassif).

Beijos.

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