O protagonismo dos movimentos sociais no avanço das lutas populares. Por um modo de produção solidário.

Em todas as economias de mercado dito "auto regulados" até o ser humano (reificado) tem o seu trabalho transformado em mercadoria, quanto mais a mobilidade urbana.

A condição de mercadoria da mobilidade urbana não é uma decisão da Presidente Dilma, mas da natureza mesmo do modo capitalista.

Beco sem saída? Entendemos que não.

Há mais de 20 anos buscamos disputar a hegemonia dos mercados "auto regulados" com a implantação de uma Economia Plural, que amplie sua força na Economia Solidária. Os fundamentos desta economia está no modo de produção solidário (produção, comércio justo e sistema financeiro solidário), no fortalecimento das tecnologias sociais, no avanço da agricultura familiar e no fortalecimento do Estado Social, com um papel mais relevante na distribuição de renda. Quem pensa que isto é utopia confira as experiências que existem na região do Quebec no Canadá e na grande região de Mondragon na Espanha.  No Brasil conheçam a UNISOL BRASIL, a ANCOSOL, a CONFESOL (possui ativos de mais de 3 bilhões de reais) e a Federação da Agricultura Familiar. Acrescente ainda o MST e todos os movimentos populares urbanos por moradias, mudança da condição de vida nas favelas etc. É bom relembrar que as lutas populares não começaram agora. O acumulo do Brasil com experiências de êxito é grande. Estas experiências agora precisam transformar-se em hegemônicas. Este papel é nosso. Esta construção é nossa, não do Estado. O que precisamos disputar no Estado é o fortalecimento maior de sua natureza social.

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