O Qatar é um país árabe com 1,9 milhões de habitantes e um dos mais ricos do mundo.

O segredo desse "milagre" é a exploração de petróleo e gás natural. O negócio lá é tão "favorável" que ninguém precisa pagar impostos para viver confortavelmente naquela mordomia.

O Brasil é um país latino americano, com 200 milhões de habitantes, que reclamam o tempo todo da carga tributária, grande parte deles passava fome até 2002, com emprego fixo e até carteira assinada, enquanto que outra parte simplesmente sobrevivia pedindo esmolas.

E de repente descobre-se o pré-sal, cujas estimativas elevam o Brasil ao sexto lugar no mundo em reservas de petróleo. E apesar das dificuldades, a Petrobrás transforma esse sonho em realidade e começa a retirar o óleo do pré-sal.

E é justamente aí, que os brasileiros, tocados pela mídia, começam a odiar o conjunto "Petrobrás e pré-sal", como se aquilo pudesse se constituir em uma ameaça ao País que pretende ser potência.

E o pior é que, sob a alegação de que existe corrupção dentro da Petrobrás, querem punir aquela empresa e o pré-sal, ao invés dos corruptos que andaram metendo a mão.

É como se a Petrobrás e o pré-sal precisassem ser jogados fora, como um tumor maligno a ser extirpado de um paciente chamado Brasil, quando, na realidade, a Petrobrás padece de um tumor denominado de corrupção que é quem precisa ser retirado.

Imaginem o Qatar sem o petróleo? Imaginem o Brasil com o pré-sal a pleno vapor?

A coisa é tão absurda, que a mídia pisou na bola junto com sua “salvadora da pátria”, que surgiu da fumaça de uma aeronave em cacos com o chefe dentro, chegando a apresentar como pedra angular do seu projeto de governo, até então inevitável, o abandono dessa riqueza chamada de pré-sal como a principal medida naquilo que seria “a nova política”.

E agora o Qatar banca a Dilma numa suíte de trinta mil mangos a diária e os indignados chiam, mesmo sem pagar a conta.

E o brasileiro dá nó em pingo d’água tentando entender a opinião pública produzida pela mídia tendenciosa que tem e não conseguirá, a não ser que seja um “jênio”. (com “J”)

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