O (re) candidato Serra e seu novo SSS (Serviço Secreto do Serra).

Policial militar (infiltrado em manifestação de professores paulistas) socorre colega de trabalho fardada.

Enquanto foi ministro da saúde de FHC Serra montou um serviço de “inteligência” próprio, ou um SSS, com supervisão do delegado e deputado federal fluminense Marcelo Itagiba, o qual realizou a Operação Lunus, com objetivo político de explodir a candidatura à Presidência da República da fortíssima candidata maranhense Roseana Sarney,que liderava as pesquisas eleitorais até a operação da PF fluminense realizada no Maranhão.

Agora o ex-ministro da saúde de FHC é governador de SP e tem a PM paulista sob seu comando.

Novamente ele é candidato a Presidência da República. Assim, o SSS montado desta vez é estadual.

As fotos acima foram tiradas por dois fotógrafos da mesma agência de notícias.

Inicialmente, a Agência Estado a legendou como sendo de um manifestante socorrendo uma policial.

Com base em que a Agência elaborou a legenda?

Presume-se que foi com base nos relatos dos jornalistas e/ ou fotógrafos que escalou para acompanhar a manifestação.

Eles devem ter relatado ao editor da matéria do jornal OESP que o policial infiltrado se comportava como um manifestante. Logo, presumiram corretamente que o mesmo seria um professor.

Sua aparência física (barba e cabelo além do comprimento normal), bem como as roupas
civis contrariam às exigências feitas pela corporação a um policial militar em trabalho ostensivo.

A PM/ SP, entregou a “rapadura” e o PM (P2) ao identificar o denominado “manifestante” como sendo um policial à paisana.

Entretanto, a própria PM declarou hoje (29/03) que não irá fornecer a identidade do agente policial secreto nem qual trabalho ele estava fazendo usando roupas civis; barbado e com uma mochila nas costas, no meio dos professores e durante uma manifestação pública do magistério estadual.

A mochila provavelmente continha algum meio eletrônico para gravar, filmar ou fotografar manifestantes. Pode-se adquirir este meios eletrônicos pela internet facilmente. O risco é saber o que farão com as imagens capturadas.

Criaram um novo DOPS paulista clandestino?

Como a PM paulista já declarou que não divulgará mais nenhuma informação sobre o agente e a missão secreta deste, somente nos resta tentar localizar as pessoas; fotos e vídeos que demonstrem o que o P2 da PM paulista fez enquanto se misturava ao professores e tentava ser confundido com um deles.

Podemos, portanto, usar a força dos blogs não alinhados ao governador de SP para tentar obter imagens e depoimentos que possam responder algumas perguntas básicas.

Qual teria sido o comportamento do policial enquanto tentava ser confundido com um manifestante?

O que ele fez até ser fotografado socorrendo uma colega de trabalho e ser confundido como um manifestante pelos jornalistas e/ ou fotógrafos da Agência Estado?

Com quem conversou e onde esteve antes e durante a manifestação?

Teria tentado incitar algum confronto entre PM e professores?

Teria tentado incendiar algum veículo, para provocar um distúrbio e fotos contra a manifestação?

Onde estão as muitas fotos e vídeos (de telefones celulares, por exemplo) da manifestação que certamente devem tê-lo flagrado durante a missão policial secreta?

O que a PM paulista fará com as imagens que ele provavelmente deve ter capturado sem autorização dos manifestantes?

Sugiro que a APEOESP ou algum blog tente fazer uma compilação das imagens e criar um link permanente para divulgá-las à sociedade civil, visto que são os contribuintes que sustentam o erário.

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