O relacionamento que existe entre a classe formada pelos funcionários públicos, sejam eles federais, estaduais ou municipais, e a parcela da população que depende muito dessa classe, ou seja, a grande maioria da população, totalmente equivocado de ambas as partes hoje em dia, precisa urgentemente acabar e começar outro. Não é desconhecida a variedade de dificuldades para tal intento. Mas, se do jeito que está não é bom para ninguém, a única solução é acabar este relacionamento, que sabemos prejudicial, e começar outro, muito mais sadio e aceitável. Como?
Com certeza não será da forma atual, onde todos, funcionários públicos e população, se acomodam e ficam jogando a culpa um no outro. Assim não vamos a nenhum lugar. Logo, já sabemos duas alternativas para a pergunta como: “não se acomodar” e “não ficar se culpando mutuamente”.
Não se acomodar significa que tanto os funcionários públicos quanto a população devem reclamar do que estiver errado, independentemente de estarem sendo ou não prejudicados diretamente, tendo o cuidado, porém, para que esta reclamação não se perca, e para isso precisamos conhecer o verdadeiro responsável.
O funcionário público que recebe uma miséria não pode reclamar da pilha de processos na sua mesa e fazer corpo mole, assim como o povo não pode ofender o funcionário público que, sozinho muitas vezes, não consegue fazer a fila andar rápido.
Todas essas causas encontram uma classe culpada, e para quem ainda não sabe, é a classe política, formada por: Vereadores, Prefeitos, Governadores, Deputados, Senadores e Presidente da Republica. É a eles que devemos nos dirigir para reclamar.
A outra alternativa, não ficar se culpando mutuamente, complementa a primeira, para que esta não fique apenas na reclamação, mas que também a reclamação popular dê lugar a propostas e sugestões para a classe política, classe esta que, reconheçamos, precisa do incentivo popular para agir, já tendo dado mostras dessa inclinação no passado, sempre que o povo expressou sua vontade claramente.
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