o sonho de FRANCISCO SERRADOR ***** CINELÂNDIA " a BROADWAY BRASILEIRA "

CINELÂNDIA , que hoje é uma importante área histórica do

Rio de Janeiro, surgiu do sonho do empresário espanhol

Francisco Serrador ( dono de uma cadeia de cinemas )

que imaginou transformar aquela área em uma Broadway Brasileira,
unindo História, Arte, Diversão e Lazer.


Comprou o terreno em 1917 e construiu salas de cinema, lojas e escritórios glamurosos - próximo ao Theatro Municipal,

à Academia de Belas Artes, à Biblioteca Nacional,

à antiga sede da Câmara Municipal ( Palácio Pedro Ernesto) e

ao antigo Senado Federal ( Palácio Monroe ). Com isso, foram instalados na região, imponentes hotéis, casas noturnas e requintados restaurantes que posteriormente, foram desativados. Décadas mais tarde, o que era luxuoso se transformou apenas em atrações históricas. As instituições culturais e políticas permanecem até hoje no local mostrando importantes fases da história da cidade e do país. A única que foi demolida é o Palácio Monroe e, em seu lugar, foi construído o Chafariz Monroe (1861), adquirido por D Pedro II .

@ Clipe Internet Delcio Marinho Gonçalves
http://worldtv.com/tv_dm

 

Delcio Marinho Gonçalves

CINELÂNDIA ( ao fundo THEATRO MUNICIPAL RJ )

 

 

 

 

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Comentário de Delcio Marinho em 20 março 2011 às 1:00
Comentário de Delcio Marinho em 20 março 2011 às 3:58

THEATRO MUNICIPAL DO RIO DE JANEIRO

http://www.theatromunicipal.rj.gov.br/historia.html

A atividade teatral era, na segunda metade do século XIX, muito intensa no Rio de Janeiro. Mas a então capital do Brasil não tinha um teatro que correspondesse plenamente a essa atividade e estivesse à altura da principal cidade do país. Seus dois maiores, o São Pedro e o Lírico, eram criticados pelas suas instalações, seja pelo público, seja pelas companhias que neles atuavam.

Em 1894, o autor teatral Arthur Azevedo lançou uma campanha para que um teatro fosse construído para ser sede de uma companhia municipal, a ser criada nos moldes da Comédie Française. Mas a campanha resultou apenas em uma Lei Municipal, que determinou a construção do Theatro Municipal. A lei, no entanto, não foi cumprida, apesar da existência de uma taxa para financiar a obra. A arrecadação desse novo imposto nunca foi utilizada para a construção do Theatro.


Somente em 1903, o prefeito Pereira Passos, nomeado pelo presidente Rodrigues Alves, retomou a idéia e, a 15 de outubro de 1903, lançou um edital com um concurso para a apresentação de projetos para a construção do Theatro Municipal.


Encerrado o prazo do concurso, em março de 1904, foram recebidos sete projetos. Os dois primeiros colocados ficaram empatados: o “Áquila”, pseudônimo do engenheiro Francisco de Oliveira Passos, e o “Isadora”, pseudônimo do arquiteto francês Albert Guilbert, vice-presidente da Associação dos Arquitetos Franceses.

O resultado deste concurso foi motivo para uma longa polêmica na Câmara Municipal, acompanhada pelos principais jornais da época, em torno da verdadeira autoria do projeto “Áquila”  - que se dizia feito pela seção de arquitetura da Prefeitura – e do suposto favoritismo de Oliveira Passos, pelo fato de ser filho do prefeito, entre outros argumentos.

Como decisão final resolveu-se pela fusão dos dois projetos pois, na verdade, os dois projetos ganhadores correspondiam a uma mesma tipologia.

Feitas as alterações no projeto, a 2 de janeiro de 1905, o prédio começou a ser erguido, com a colocação da primeira das 1.180 estacas de madeira de lei sobre as quais se assenta o edifício. Para decorar o edifício foram chamados os mais importantes pintores e escultores da época, como Eliseu Visconti, Rodolfo Amoedo e os irmãos Bernardelli. Também foram recrutados artesãos europeus para fazer vitrais e mosaicos.

Finalmente, quatro anos e meio mais tarde – um tempo recorde para a obra, que teve o revezamento de 280 operários em dois turnos de trabalho – no dia 14 de julho de 1909 foi inaugurado pelo presidente Nilo Peçanha o Theatro Municipal do Rio de Janeiro, que tinha capacidade para 1.739 espectadores. Serzedelo Correa era o prefeito da cidade.

 

Comentário de Delcio Marinho em 20 março 2011 às 4:15

1984 - Marcha pelas eleições diretas

JB ***** Milhares de pessoas participaram da passeata, que começou na Candelária e terminou com um comício na Cinelândia, no Rio de Janeiro, a favor do restabelecimento das eleições diretas para a Presidência da República.

 

Comentário de Delcio Marinho em 20 março 2011 às 14:22

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