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O lendário artista suíço Hans Rudolph Giger morreu recentemente, aos 74 anos, em consequência de uma queda. Artista prolífico durante mais de cincos décadas, ele ficou conhecido por seu trabalho em "Alien – O Oitavo passageiro", o clássico sci-fi, com que ganhou o Oscar de Melhores Efeitos Visuais, em 1980. Em suas imaginações e sonhos assombrados por visões de criaturas biomecânicas, Ginger encontrou a inspiração para sua obra. H.R. Giger: "Algumas pessoas diriam que minhas pinturas mostram um mundo futuro e talvez mostrem, mas eu pinto a realidade." "Eu gosto de combinar seres humanos, criaturas e biomecânica." "E eu adoraria trabalhar com ossos – que são elementares – e, afinal, fazem parte dos seres humanos." "Algumas pessoas dizem que meu trabalho é, muitas vezes, deprimente e pessimista..." "Com a ênfase na morte, sangue, superlotação, seres estranhos e, assim por diante, mas eu realmente não acho assim." "Há uma esperança e um tipo de beleza em algum lugar, se você olhar para o que faço." "Se as pessoas querem interpretar meu trabalho como avisos sobre superpopulação, doenças e a mecanização no futuro, então isso é com elas." "Onde, diabos, acham que eu poderia ter ido buscar meus súditos? No inferno, talvez?"

Ridley Scott, cineasta inglês: "Uma da grandes preocupações (em "Alien") era como realizá-lo. Quem iria fazer os projetos? Quando Ginger me mostrou o livro Necronomícron (de Lovecraft), eu quase caí da cadeira. E disse 'é isto'. Eu nunca estive tão certo sobre qualquer coisa em minha vida. Os projetos de Giger foram uma experiência única, especialmente para o público. O mundo simplesmente nunca tinha visto nada igual a isso antes. E seu trabalho contribuiu significativamente para o sucesso do filme."

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