A cada dia que passa estamos nos afundando em um atoleiro bestial e, irretornável para a superfície! Pelas nossas próprias atitudes impensadas, portanto, sem observação e análise das soluções e, ditames que proferimos e, recebemos em grandes quantidades.
As réplicas têm que ter lógica para contrapor e/ou, orientar algumas perguntas nos apresentadas para a nossa opinião formal.

A continuar, como vem ocorrendo na modernidade dos nossos dias, acabaremos, todos nós, professores e alunos, em um bando de zumbis a vagarmos pela noite da nossa imperfeição, essa, coletada pelos maus conselhos e, orientações recebidas como viáveis e... Executáveis!

As más orientações nos chegam diuturnamente, por todos os meios de comunicações, dos quais, tomamos conhecimento, alardeando-as como benéficas e dignas de serem copiadas! Algumas Delas tem a dignidade da aceitação idônea, todavia, a maioria, só poderá nos ocasionar o erro e, portanto, nos atolar na mediocridade existencial!

Ao Ser Humano foi dada, pelo seu Criador de Todas as Coisas, a capacidade do livre-arbítrio para a sua consecução convergente para o seu Bem e, dos seus semelhantes! Também, lhe foi dada à inteligência nata do saber distinguir entre as coisas boas e, as maléficas!

Na hodiernidade, os bens materiais têm se sobreposto a honra e a dignidade, mesclando, assim, as arestas das virtudes e, por isso, o Homem, a cada dia, está se transformando em um irracional!

No meu entender empírico só existe uma solução para tais impasses comportamentais, que é o de, a tudo que nos chegue ao conhecimento, efetuarmos uma Análise, detalhada das suas vantagens e, desvantagens, para nós e, para os nossos companheiros de jornada pela vida terrena.
Aceitar, de imediato, às ofertas que nos cheguem às mãos, pode nos onerar muito além do que nos é dado gratuitamente ou, a troco do nosso dinheiro, pois, na atualidade, ninguém está dando nada de graça!

Resumindo: Em todos os sentidos, temos que ter a faculdade de julgar o que nos é ofertado, isso, sob o nosso ponto de vista da aceitação e/ou, não! Se aceitarmos, temos que ter a capacidade de arcar com as resultantes, benéficas ou, maléficas, sem a culpabilidade de outrem!

A liberdade consiste em não permitir a opressão nem a seus inimigos. Na visão de um rato, os morcegos são anjos!

A seguir, um poema de minha autoria inédita:

Honra! Quem és tu... Miserável!
Vegetas somente no impalpável,
Premias apenas ao interesseiro.
Aos honrados sonegas valores,
Fazendo dotes aos exploradores:
Sempre, sempre... Alvissareiros!

A honra virou mera dobradiça
Nos portais da raça mestiça,
Sustentáculo de hipocrisia!
Faz vênia ao favorecimento,
Desconhece o merecimento
E, da injúria... Faz freguesia!
MAS...

O Azimute da decadência senil
No horizonte do físico viril
Faz a verdade coar... Fluente!
Na balança fiel do julgamento
Ao explorador caberá o tormento
De ser capacho... Eternamente!

A nossa honra é como giz
Ao qual queiramos afiar,
A cada corte lhe feito...
Espalhamos o pó pelo ar!

Sebastião Antônio BARACHO.
conanbaracho@uol.com.br
Coronel Fabriciano (MG)

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