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Oque eles fizerão com o dinheiro de paizes que covardemente em vadirão e matarão,homens ,mulhers,crianças sendo violentadas na frente de seus pais por soldados Americanos

EUA: mais de 20 milhões vivem na pobreza extrema

 

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Comentário de Ana Gama em 5 novembro 2011 às 18:02
5 novembro 2011 às 10:04 0 Comentários

A repórter Eva Rodrigues, do jornal Brasil Econômico, promoveu nesta sexat-feira(4) uma interessante reunião entre especialistas em consumo popular.

Do lado acadêmico, o professor Marcelo Néri, do Centro de Políticas Sociais da Fundação Getúlio Vargas;…

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Comentário de Ana Gama em 5 novembro 2011 às 18:36
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Livros de política e vários assuntos

Home » Sociedade » Não quero vencer, quero perder!

Não quero vencer, quero perder!

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Do blog “Visão de esquerda

A origem da palavra vencer, emerge do latim “Vincere, derrotar”. Na Roma antiga NICE, a deusa da vitória, era tão cultuada que, quando tiraram a sua estátua da cidade, houve protestos. Outros povos, mais especificamente americanos pré-colombianos, faziam o que os antropólogos chamam de antropofagia: a vitória estava em assimilar o que o outro tinha, comendo-o fisicamente. Esta lógica de vencer sob à anulação do outro é o que impera ainda. Vencer no capitalismo, assim como na antiguidade, é o ato de se sobrepor ao outro.

Vejamos a lógica da prova ou avaliação, no sistema educacional.  Ela não é vista como um meio, mas como um fim onde a pessoa é avaliada por um determinado conteúdo. E é tachado com notas quem foi melhor e quem foi pior. Isso está errado, esse principio parte da lógica de que todos aprendem de maneira uniforme. E não é! As pessoas aprendem de maneiras diversas e o que é conhecimento para um não é para outro. Eu questiono: para que um pescador vai aprender algo que não está relacionado ao seu meio social e geográfico? Não há necessidade. Então, alguém que habita em uma área urbana não aprende a mesma coisa de alguém que aprende numa área rural, logo esse conhecimento não se coloca ao homem uniformemente.

Essas pessoas que acreditam na vitória segundo os moldes tradicionais, de anulação do outro, acreditam de fato que essa é maneira correta de viver, m

Comentário de Ana Gama em 18 setembro 2012 às 23:08

A segunda razão está em seu arraigado conservadorismo. Não quererem mudar, nem se ajustar ao novo tempo. Internalizaram a dialética do senhor e do servo. Saudosistas, preferem se alinhar de forma agregada e subalterna, como servos, ao senhor que hegemoniza a atual fase planetária: os USA e seus aliados, hoje todos em crise de degeneração.. Difamaram a coragem de um Presidente que mostrou a autoestima e a autonomia do país, decisivo para o futuro ecológico e econômico do mundo, orgulhoso de seu ensaio civilizatório racialmente ecumênico e pacífico. Querem um Brasil menor do que eles para continuarem a ter vantagens.

Comentário de Ana Gama em 18 setembro 2012 às 23:12

Estou enviando este artigo para livre publicação e circulação a propósito das intrigas que se originam a partir do julgamento do "mensalão". Elas transcendem este julgamento e, a meu ver, pretendem politicamnte atingir o PT como um todo e o ex-Presidente Lula.

Um abraço

Lboff

Manter viva a causa do PT: para além do “Mensalão”

Leonardo Boff*

Há um provérbio popular alemão que reza: “você bate no saco mas pensa no animal que carrega o saco”. Ele se aplica ao PT com referência ao processo do “Mensalão”. Você bate nos acusados mas tem a intenção de bater no PT. A relevância espalhafatosa que o grosso da mídia está dando à questão, mostra que o grande interesse não se concentra na condenação dos acusados, mas através de sua condenação, atingir de morte o PT.

De saída quero dizer que nunca fui filiado ao PT. Interesso-me pela causa que ele representa pois a Igreja da Libertação colaborou na sua formulação e na sua realização nos meios populares. Reconheço com dor que quadros importantes da direção do partido se deixaram morder pela mosca azul do poder e cometeram irregularidades inaceitáveis. Muitos sentimo-nos decepcionados, pois depositávamos neles a esperança de que seria possível resistir às seduções inerentes ao poder. Tinham a chance de mostrar um exercício ético do poder na medida em que este poder reforçaria o poder do povo que assim se faria participativo e democrático. Lamentavelmente houve a queda. Mas ela nunca é fatal. Quem cai, sempre pode se levantar. Com a queda não caiu a causa que o PT representa: daqueles que vem da grande tribulação histórica sempre mantidos no abandono e na marginalidade. Por políticas sociais consistentes, milhões foram integrados e se fizeram sujeitos ativos. Eles estão inaugurando um novo tempo que obrigará todas as forças sociais a se reformularem e também a mudarem seus hábitos políticos.

Por que muitos resistem e tentam ferir letalmente o PT? Há muitas razões. Ressalto apenas duas decisivas.

A primeira tem a ver com uma questão de classe social. Sabidamente temos elites econômicas eintelectuais das mais atrasadas do mundo, como soia repetir Darcy Ribeiro. Estão mais interessadas em defender privilégios do que garantir direitos para todos. Elas nunca se reconciliaram com o povo. Como escreveu o historiador José Honório Rodrigues (Conciliação e Reforma no Brasil 1965,14) elas “negaram seus direitos, arrasaram sua vida e logo que o viram crescer, lhe negaram, pouco a pouco, a sua aprovação, conspiraram para colocá-lo de novo na periferia, no lugar que continuam achando que lhepertence”. Ora, o PT e Lula vem desta periferia. Chegaram democraticamente ao centro do poder. Essas elites tolerariam Lula no Planalto, apenas como serviçal, mas jamais como Presidente. Não conseguem digerir este dado inapagável. Lula Presidente representa uma virada de magnitude histórica. Essas elites perderam. E nada aprenderam. Seu tempo passou. Continuam conspirando, especialmente, através de uma mídia e de seus analistas, amargurados por sucessivas derrotas como se nota nestes dias, a propósito de uma entrevista montada de Veja contra Lula. Estes grupos sepropõem apear o PT do poder e liquidar com seus líderes.

A segunda razão está em seu arraigado conservadorismo. Não quererem mudar, nem se ajustar ao novo tempo. Internalizaram a dialética do senhor e do servo. Saudosistas, preferem se alinhar de forma agregada e subalterna, como servos, ao senhor que hegemoniza a atual fase planetária: os USA e seus aliados, hoje todos em crise de degeneração.. Difamaram a coragem de um Presidente que mostrou a autoestima e a autonomia do país, decisivo para o futuro ecológico e econômico do mundo, orgulhoso de seu ensaio civilizatório racialmente ecumênico e pacífico. Querem um Brasil menor do que eles para continuarem a ter vantagens.

Por fim, temos esperança. Segundo Ignace Sachs, o Brasil, na esteira das políticas republicanas inauguradas pelo do PT e que devem ser ainda aprofundadas, pode ser a Terra da Boa Esperança, quer dizer, uma pequena antecipação do que poderá ser a Terra revitalizada, baixada da cruz e ressuscitada. Muitos jovens empresários, com outra cabeça, não sedeixam mais iludir pela macroeconomia neoliberal globalizada. Procuram seguir o novo caminho aberto pelo PT e pelos aliados de causa. Querem produzir autonomamente para o mercado interno, abastecendo os milhões de brasileiros que buscam um consumo necessário, suficiente e responsável e assim poderem viver um desafogo com dignidade e decência. Essa utopia mínima é factível. O PT se esforça por realizá-la. Essa causa não pode ser perdida em razão da férrea resistência de opositores superados porque é sagrada demais pelo tanto de suor e de sangue que custou.

*Leonardo Boff é teólogo, filósofo, escritor e dr.h.causa em politica pela Universidade de Turim por solicitação de Norberto Bobbio.
Abraço Ana Gama por que aluta continua nossa democracia pode estar com dias contados a não ser que vamos pra cima deles como fizemos na privataria TUCANA E O PIG QUE ROUBARÃO O NOSSO BRASIL POR ANOS APOS ANOS E FABRICARÃO APOBRESA A MIZERIA

Comentário de Ana Gama em 18 setembro 2012 às 23:14

O poder jamais é propriedade de um indivíduo; pertence ele a um grupo e existe apenas enquanto o grupo se mantiver unido. Quando dizemos que alguém está “no poder” estamos na realidade nos referindo ao fato de encontrar-se esta pessoa investida de poder por um certo número de pessoas, para atuar em seu nome.

(ARENDT, 1985, p. 24) Ana Gama

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