PARA MINHA MÃE
(Luciane A. Vieira - 28/04/2014 - 00:27h)


Hoje resolvi escrever
Dos sentidos e
Sentimentos a
Urgir em meu
Seio...
Que se afoguem
Nas sagradas águas
Dos tempos da
Vida tudo a maltratar
Meu ser...
Hoje pintei minhas unhas
De negro... como negra
Andava minh'alma
Escrava dos pensares
De outros, e não meus,
Pensamentos...
Entorpeci meus sentidos...
Enalteci os estertores que
Provocaram em meu ser...
Dei mai valor ao calor
De palavras estéreis
Do que àqueles anseios
Evocados por meu
Espírito...
Eu quis matar meus sentidos
E, confesso, quase consegui...
Mas alguém me ama com
Tanto afeto e amor verdadeiro
Que percebeu a tentativa crua
Feita por mim e, com um simples
Copo de leite e muitas orações
Me trouxe de novo à vida
E à vontade de viver...
A este ser abençoado eu
Sempre chamo por
Mamãe!
Te amo, minha mãezinha
Tão querida...
Beijos em seu maravilhoso coração
E obrigada por me amar assim,
Incondicionalmente, e me
Perdoe por muitas vezes
Não compreendê-la!
Te amo!

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