Peluso imita FHC: Esqueçam o que eu disse

http://www.conversaafiada.com.br/brasil/2011/09/30/peluso-investiga...

Peluso: investigação dos tribunais não presta. (Esqueçam o que eu disse)


Publicado em 30/09/2011

 

Peluso também quer que esqueçam ?

 

Saiu na Folha:

Peluso já criticou investigações feitas por corregedorias


DE BRASÍLIA

O presidente do Supremo Tribunal Federal, Cezar Peluso, que hoje defende que investigações contra juízes sejam feitas primeiro pelas corregedorias dos tribunais, já fez críticas no passado a apurações comandadas por magistrados contra seus colegas neste âmbito.

Nesta semana, uma ação da AMB (Associação Brasileira de Magistrados) para reduzir o poder de investigação do CNJ (Conselho Nacional de Justiça) colocou Peluso e a corregedora-nacional de Justiça, Eliana Calmon, em lados opostos.

Para Calmon, o CNJ deve investigar e punir magistrados que praticam irregularidades. Para Peluso, esse papel deve ser feito primeiro pelas corregedorias.


CORPORATIVISMO

Em 2005, a mesma AMB havia questionado a existência do CNJ. À época, Peluso foi o relator do processo no STF e defendeu o poder de investigação do órgão. Segundo ele, que agora também preside o conselho, os juízes não realizavam investigações internas como deveriam.

É coisa notória que os atuais instrumentos orgânicos de controle ético-disciplinar dos juízes, porque praticamente circunscritos às corregedorias [estaduais], não são de todo eficientes, sobretudo nos graus superiores de jurisdição”, disse Peluso em 2005. Ele pediu aos juízes, naquele ano, “grandeza de espírito” para deixar de lado o corporativismo.

A AMB foi ao Supremo para tentar derrubar a resolução do CNJ que estabelece regras para investigar e punir magistrados sob suspeita de irregularidades. A associação considera a atuação do CNJ inconstitucional, porque, segundo a AMB, fere a independência do Poder Judiciário.



http://1.bp.blogspot.com/_ywSvQZuuiEw/SIMX1fheevI/AAAAAAAAEPg/ZNwY6S_HeGw/s400/charge+duke+stf.jpg


Folha.com, 30/09/2011

Supremo suspende metade das penas impostas pelo CNJ

DE SÃO PAULO

O STF (Supremo Tribunal Federal) suspendeu quase metade das punições aplicadas pelo CNJ (Conselho Nacional de Justiça) a juízes acusados de cometer crimes desde a criação do organismo, informa reportagem de Flávio Ferreira.

Das 33 punições impostas pelo CNJ com fundamento no poder do órgão de abrir inquérito para examinar a conduta de juízes, 15 foram suspensas por liminares concedidas por ministros do Supremo.

 

O poder do órgão de fiscalizar e punir magistrados está no centro da controversa que provocou uma crise no Judiciário nesta semana.

Uma ação da AMB (Associação dos Magistrados do Brasil) no Supremo quer limitar essa atribuição do conselho. A associação alega que o CNJ interfere na independência dos tribunais.

Leia mais na edição da Folha desta sexta-feira, que já está nas bancas.


Ricardo Sukys/Folhapress


http://img180.imageshack.us/img180/8148/justicapogramaxh1.gif
 

http://www.conversaafiada.com.br/brasil/2011/09/29/cnj-ja-puniu-20-...


CNJ já puniu 20 desembargadores. Peluso quer ser Papa ?

Publicado em 29/09/2011

Saiu na Folha (*):

CNJ diz que são suspeitos de crimes 35 desembargadores

 

FLÁVIO FERREIRA

DE SÃO PAULO


Ao menos 35 desembargadores são acusados de cometer crimes e podem ser beneficiados caso o STF (Supremo Tribunal Federal) decida restringir os poderes de investigação do CNJ (Conselho Nacional de Justiça), órgão que fiscaliza o Judiciário. Os desembargadores são juízes responsáveis por analisar os recursos contra sentenças nos tribunais de Justiça. Formam a cúpula do Judiciário nos Estados.

O Judiciário foi palco de uma guerra esta semana após declaração da corregedora nacional de Justiça, Eliana Calmon, de que o Poder sofre com a presença de “bandidos escondidos atrás da toga”.

A corregedora tenta evitar que o Supremo restrinja a capacidade de investigação do CNJ ao julgar uma ação proposta pela AMB (Associação dos Magistrados do Brasil).

O caso seria analisado na sessão de ontem, mas os ministros adiaram o julgamento para buscar uma saída que imponha limites ao CNJ sem desgastar a imagem do Judiciário.

Dentre os 35 desembargadores acusados de crimes, 20 já foram punidos pelo conselho - a maioria recorre ao STF para reverter as punições. Os demais ainda respondem a processos no âmbito do CNJ.

Dependendo do que decidirem os ministros do STF, os desembargadores acusados poderão pedir em juízo a derrubada das punições e das investigações em andamento.

Os casos envolvem suspeitas de venda de sentenças, favorecimento a partes pelo atraso no trâmite de processos e desvios de recursos, entre outras acusações.

 

Para ler outras matérias bem porretas, visite o 'Carcará' - http://carcara-ivab.blogspot.com

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Comentário de Marco Antônio Nogueira em 30 setembro 2011 às 17:40

IVAN,

 

Outro dia
botei aqui um

tópico para
discussão;

O IMPOSTO
ÚNICO.

Acho que
ninguém leu,

porque, por
ser tão sério,

merecia algum
comentário,

e mesmo um
debate.

É um assunto
que me faz

lembrar do
que um Presidente

da AMAGIS
(Associação dos

Magistrados
Mineiros),

num conclave

em Ouro Preto há uns dez anos,

POSSESSO,
disse em protesto

contra o
Imposto Único.

Achei aquilo
algo estranho,

pois é sabido
que só com o

imposto
único, que se funda

na taxação de
movimentação

bancária, é
que seria realmente

possível
pegar todo sonegador

e aqueles que
se beneficiam

de propinas.
O então Juiz

presidente da
AMAGIS é hoje

Desembargador.
De família

tradicional
de uma cidade

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